Streets of Rage 4 - port Switch é tão bom quanto a versão PlayStation 4

A Xbox One não tem algumas opções, mas está bom na mesma.

Streets of Rage 4 marca o regresso de uma icónica série da SEGA e o Digital Foundry decidiu olhar para esta obra de arte que compreende na perfeição os aspectos mais importantes dos originais e aplica os mesmos critérios a uma sequela original. É um título retro moderno que pode posicionar-se com orgulho ao lado de Sonic Mania, Mega Man 11 e Monster Boy and the Cursed Kingdom. Mas como estão as diversas versões e, mais especificamente, como está a versão Switch quando comparada com as das outras consolas?

Apesar de termos analisado as versões PlayStation 4 e Steam antes do lançamento, não tivemos a oportunidade de o fazer na Xbox One e Switch, mas agora o jogo está disponível e fomos capazes de analisar todas as versões. A boa notícia é que são todas brilhantes, podemos recomendar a compra em qualquer sistema, mas existem algumas coisas estranhas que esperamos ver corrigidas.

Para resumir, a questão principal que nos colocam desde o levantamento do embargo está relacionada com a versão Switch e com razão, este é um estilo de jogo que combina muito bem com uma experiência portátil. Podemos dizer que o jogo é totalmente idêntico à versão PlayStation 4. Seja na dock ou modo mobile, o rácio de fotogramas está fixo nos 60 fotogramas por segundo e o aspecto visual é o mesmo. Até o menu gráfico está presente na sua totalidade na híbrida da Nintendo. Tal como nas outras consolas, tem suporte para cooperativo local com 4 jogadores e como esperavas, podes passar o Joy-Con a outro jogador e desfrutarem ambos da acção sem a necessidade de mais comandos.

John Linneman e Rich Leadbetter falam dos ports Switch e Xbox One de Streets of Rage 4.

Podes ficar descansado, Streets of Rage 4 na Nintendo Switch é altamente recomendado. Isto não é propriamente uma surpresa pois a conversão foi feita pela Seaven Studio, responsáveis pela versão PS4. Curiosamente, os ports de consolas foram feitos por estúdios diferentes. A Blitworks trabalhou na versão Xbox One e como seria de esperar, é tão boa quanto as versões PS4 e Switch, com uma única excepção: o menu gráfico é muito inferior. Não está relacionado com limitações do sistema e alguns dos efeitos seleccionáveis manifestam-se no jogo e estão na Xbox, simplesmente não estão disponíveis como opção que podes seleccionar. Não nos incomoda muito pois a apresentação padrão é, para nós, a melhor forma de o jogar. No entanto, não existe razão para estas opções não estarem disponíveis para os jogadores Xbox.

A situação do menu gráfico é igualmente confusa no PC. A versão Steam tem todas as opções que encontras na PS4 e Switch, juntamente com mais opções gráficas e um modo de baixa latência. No entanto, se o comprares na Windows Store, terás a mesma situação da versão Xbox. Repetimos, o jogo corre como devia, é na mesma brilhante. No entanto, repetimos, faltam opções no menu gráfico e isso não é ideal. Tens opções para luminosidade, abano do ecrã, ecrã completo, v-sync, baixa latência e max frame skip, mas muitas das coisas fixes presentes na versão Steam não estão aqui. Streets of Rage 4 não exige um PC muito poderoso, mas seria bom ter todas as opções.

Foi preciso algum tempo para confirmar isto, mas voltamos a encontrar problemas a correr software da Windows Store. Numa máquina, Streets of Rage 4 parava após o loading. Instalá-lo noutro PC resolveu o problema. Com a excepção do menu gráfico, Streets of Rage 4 é ouro em todas as plataformas e um jogo altamente recomendável. Se tens boas memórias deste género dos tempos de adolescente, é um jogo obrigatório e mesmo que sejas um novato, é tão divertido que recomendamos que o experimentes. O melhor de tudo? Apesar de ser fixe comer um frango para recuperar toda a vida, Streets of Rage 4 oferece diversas opções, incluindo uma vegetariana.

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Sobre o Autor

Richard Leadbetter

Richard Leadbetter

Technology Editor, Digital Foundry

Rich has been a games journalist since the days of 16-bit and specialises in technical analysis. He's commonly known around Eurogamer as the Blacksmith of the Future.

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