Destiny 2 Análises

Destiny 2: Forsaken - Análise - novamente entusiasmante

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A nova expansão eleva a série a um patamar superior.

Durante os últimos meses Destiny 2 tornou-se para mim no oposto daquilo que em outrora foi: um jogo divertido do qual não conseguia cansar-me. Mas foi isso o que aconteceu, contrariamente às minhas expectativas. A sequela deveria ter sido uma história de sucesso, mas tornou-se na hora mais negra da série. Assim que a lua de mel acabou, uma semanas após o lançamento, as falhas de design a longo prazo de Destiny 2 começaram a aparecer, ficando evidente a falta de conteúdo e sobretudo recompensas significativas para aqueles que desejavam que Destiny fosse um hobby diário. Ainda houve esperanças depositadas na primeira expansão, Curse of Osiris, mas quando esta se revelou numa desilusão em praticamente todos os aspectos, o futuro de Destiny ficou negro.

Face uma grande carga de negatividade vinda da comunidade, a Bungie acabou por reagir no início de 2018, traçando um mapa onde eram prometidas uma série de novidades e melhorias que supostamente iam tornar o jogo mais apelativo a longo prazo. Muitas dessas melhorias foram bem-vindas, mas depois de outra expansão, Warmind, que se revelou uma desilusão, embora ligeiramente melhor do que a anterior graças ao modo Escalation Protocol, abandonei o jogo. Não foi uma decisão deliberada em que pensei "vou deixar de jogar", foi uma coisa que aconteceu. Pensava em Destiny e não me dava vontade sequer de iniciar o jogo. O entusiasmo, que sentia sempre antes do lançamento de uma nova expansão, tinha morrido.

A melhor expansão na história de Destiny

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Destiny 2: Warmind - Análise - Melhor, mas insuficiente

Após uma primeira expansão para Destiny 2 que deixou muito a desejar, tanto em história como em conteúdos, a Bungie tinha bastante a provar com Warmind, a segunda expansão e o último conteúdo incluído no Season Pass da sequela. Apesar disto, esta expansão não marca o final para Destiny 2, pelo contrário. É do conhecimento público que a Bungie está a desenvolver uma grande expansão para a segunda metade de 2018, mas para voltar a construir uma imagem positiva da franquia, é necessário que Warmind seja um passo em frente e não um retrocesso aos maus hábitos da Bungie como em The Curse of Osiris.

História mal aproveitada

A nova expansão leva-nos para Hellas Basin em Marte e explora a história de Rasputin, a misteriosa Warmind com a qual já contactamos no primeiro Destiny mas cujas origens, motivos e Modus Operandi ainda não tinham sido explicados. Os fãs de Destiny sabem que o lore e o universo que a Bungie criou é fantástico e que o potencial é imenso, no entanto, a Bungie tem falhado em converter esse potencial em algo palpável. Já o tínhamos dito antes, mas aqui fica mais uma vez: a história de Warmind é extremamente curta, mas mais importante, é mal aproveitada e tem uma construção básica.

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Destiny 2: Curse of Osiris - Análise

Pensava que a minha relação de amor-ódio com Destiny era uma coisa do passado, um sentimento que para trás juntamente com as memórias do primeiro jogo. Infelizmente, para meu desagrado e para os muitos fãs que acreditavam que a Bungie faria melhor com Destiny 2, esta primeira expansão, Curse of Osiris, traz de volta as memórias mais negativas. Não sei o que se passa na Bungie, mas esta expansão, bem como outros problemas levantados pela comunidade, mostram que o estúdio tem que mudar no futuro próximo, caso contrário, Destiny, como uma propriedade intelectual, vai perder força e tornar-se num sinónimo de desilusão.

O que aconteceu a Destiny 2?

Estou perfeitamente consciente que as minhas palavras podem parecer ambíguas. Destiny 2 recebeu um recomendado nossa análise, portanto, o que passou entre Setembro e Dezembro? Há que entender que Destiny é um jogo "vivo".Não é um jogo que fica parado no tempo e que serve para ser colocado na prateleira depois de o acabarem. Pelo contrário, é um jogo para durar centenas ou milhares de horas. Embora me tenha divertido imenso em Destiny 2 no primeiro mês, a falta de novidades acabaram por me afastar em meados de Outubro, principalmente depois do primeiro Iron Banner e Faction Rally, dois eventos que desiludiram tanto pelas recompensas tanto pela sua estrutura repetitiva. Além destes eventos existia a Raid e o Trials of Osiris, mas as recompensas eram meramente estéticas, visto que as armas e armaduras não tinham perks próprios tal como acontecia no primeiro Destiny 2. Por outras palavras, Destiny 2 tem um problema de end-game.

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Destiny 2 - Análise

RecomendadoDestiny 2 - Análise

A visão prometida.

A realidade é que ninguém consegue ficar indiferente a Destiny. Uns adoram a propriedade intelectual da Bungie pelo aspecto social e mistura de elementos dos MMOs com um jogo de tiros na primeira pessoa, um dos pioneiros do género. Outros olham para a série como a encarnação do mal dos videojogos, mas para o bem e para o mal, já todos ouviram falar de Destiny. Com uma nova propriedade intelectual, é difícil acertar à primeira, e para se tornar no jogo como o conhecemos hoje, Destiny teve que percorrer uma estrada sinuosa. Se compararmos o estado original do primeiro Destiny com a sequela, a diferença é abismal. Os mais críticos poderão dizer que é o mesmo jogo, e no fundo existe alguma verdade nisto, mas é isso que se espera de uma sequela: um jogo que aproveita a base do original, mas que melhora a experiência e introduz novidades. Portanto, Destiny 2 continua a ser um jogo de tiros em que disparar contra criaturas extra-terrestres sabe muitíssimo bem.

Destiny 2 é em muitos sentidos o que o primeiro jogo deveria ter sido. Embora as grandes expansões como The Taken King e Rise of Iron tenham introduzido várias melhorias relevantes que tornaram a experiência superior, o primeiro Destiny sempre esteve limitado porque o motor de jogo tinha que suportar as consolas da geração anterior. Livre das correntes do hardware ultrapassado, a sequela está muito mais próxima da visão que a Bungie prometeu originalmente. Existe uma história com princípio, meio e fim que se desenrola ao longo de grandes áreas para explorar em diferentes locais do sistema solar. Um dos problemas do primeiro Destiny nem era tanto o tamanho das áreas, mas sim a falta de interesse em visitá-las fora de actividades como as Strikes e Nightfalls. Em Destiny 2 não só há muitas mais actividades para completar em cada área, como somos recompensados devidamente.

A história, em que defrontámos Gaul, o líder da Red Legion dos Cabal, dura algures entre 10 a 12 horas, mais do que aceitável para uma campanha deste género. Ao longo da história vamos visitar quatro novos locais - a European Dead Zone (na Terra), Titan (uma lua de Saturno), Nessus e IO (duas das luas de Júpiter) - culminando num confronto directo com Gaul, que quer raptar o Traveller e usar a Luz para ficar ainda mais poderoso. A campanha é embelezada por diversas cinemáticas épicas, mas não há grandes revelações relativas ao universo de Destiny. Ainda não sabemos ao certo o que é o Traveler e quais são as suas verdadeiras intenções. A infame Exo Stranger, que no primeiro Destiny não tinha tempo para explicar nada, nem sequer teve tempo para aparecer na sequela.

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