NieR • Página 2

O poder das palavras.

Em NieR podemos contar com muitos side-quests, que embora não sejam obrigatórios irão nos fornecer a oportunidade de podermos elevar a nossa força e magia. Embora, se seguirmos uma linha recta, é possível podermos continuar o jogo, sendo que, claro, os confrontos serão mais complicados de serem ultrapassados.

Iremos viajar pelo mundo de NieR, onde podemos caçar, pescar e até apanhar todo o tipo de sementes, ervas, quer para nós, bem como para dar, vender ou trocar depois nas vilas. Quando as coisas parecem ficar demasiado secantes nestas pequenas quests, eis que o jogo volta a dar um salto e passamos a ir ao encontro da nossa principal tarefa.

Para esse fim teremos a ajuda em primeiro lugar de Grimoire Weiss, um livro onde o seu ego é mais alto que tudo o resto. Mas é uma ajuda vital, pois será ele que nos dará toda a magia e golpes mortais necessários. Podemos lutar à boa maneira de um típico hack n' slash, onde a espada, a cobertura e fuga são as três principais características. Depois temos duas opções de magia, o Dark Fist e Dark Lance, que irão crescer em termos de poder e estilo com o tempo. Temos assim uma barra de magia, que decresce com o uso de magias, mas que apenas teremos que esperar um pouco para que volte a se encher, não necessitando de apanhar qualquer tipo de poções ou outro tipo de coisas que nos darão a magia vital.

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Bela, mas com uma personalidade extremamente forte.

Graficamente o jogo está ao nível do seu género, embora ache que certas zonas poderiam estar melhor povoadas ou "decoradas". Os animais são apenas enfeites onde teremos que matar para recolher a preciosa comida, e mesmo a vegetação é quase nula, sendo as zonas desertas e sem vida uma constante. A nível das personagens e NPCs existe uma maior diferença, não sendo nenhum estado de arte, sendo até demasiado fraco em algumas personagens. Mas o que é realmente interessante é que tudo isso deixa de interessar quando entramos mais a fundo em NieR.

Um dos principais inimigos são os Shades, criaturas que têm diversos formatos e tamanhos. No início são apenas carne para canhão, mas quanto mais o jogo se aprofunda, as exigências técnicas e de magia são elevadas. O jogo não prima pela dificuldade, é pautado por um nível extremamente aceitável, mas que nos obriga a combater com calma e paciência. Alguns bosses, bem ao estilo de Monster Hunter ou mesmo de Lost Planet 2, são de um tamanho brutal, preenchendo todo o ecrã. Neste aspecto o jogo tem um estilo fantástico, sendo que a banda sonora e o voice-acting ajudam imenso.

NieR será lançado já no final deste mês e esperem por uma análise brevemente, mas a primeira amostra já nos deixou bem entusiasmados pelo produto final.

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Sobre o Autor

Jorge Soares

Jorge Soares

EG.pt Master of Puppets  |  eurogamerpt

Sempre ocupado e cheio de trabalho, é ele quem comanda e gere a Eurogamer Portugal. Queixa-se que raramente arranja tempo para jogar, mas quando está mesmo interessado num jogo, lá consegue arranjar uns minutos. Tem mau perder e arranja sempre alguma desculpa para a sua derrota, mas no fundo, é o que todos fazemos.

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