Desde que The Division foi lançado que basicamente tudo o que fizemos foi jogar. Embora a maioria só tenha começado a jogar às 00h01 de 8 de Março, a nossa versão permitiu-nos começar a jogar algumas horas antes e neste momento já vamos com mais de 16 horas investidas. Ainda é cedo para avançar com uma análise, no entanto, ao longo deste período já ficamos com algumas impressões do jogo, que poderão ser valiosas para aqueles que estão indecisos entre comprar ou não.

As primeiras horas de The Division são fantásticas. Tudo é novo e temos uma grande área para explorar. O mapa brilha com dezenas de coisas para se fazer e a vontade de descoberta parece inesgotável. À medida que vamos subindo de nível, podemos participar em novas missões da história e também visitar outras áreas de Manhattan. Nas novas áreas é sempre importante visitar as Safe Houses, que desbloqueiam novas missões secundárias e servem de pontos para viagens rápidas pelo mapa.

No entanto, depois das primeiras horas maravilhosas, o efeito novidade começa a gastar-se e a repetitividade começa a fazer-se sentir. Apesar de existir alguma variedade nas missões secundárias, a dura realidade é que vão ter que repeti-las várias vezes em pontos diferentes do mapa, e é a partir daqui que começamos a perceber que apesar de haver muitas coisas assinaladas no mapa, muitas delas são a mesma coisa. As missões da história foram a melhor parte até agora, mas até aqui notamos alguma repetitividade. As missões da história seguem sempre a mesma estrutura e resumem-se a enfrentar ondas consecutivas de inimigos, alguns dos quais são esponjas de balas.

Neste momento tenho cinco missões da história assinaladas no mapa e muitas mais missões secundárias, mas já estou a ficar aborrecido. Embora ainda tenha vontade de jogar, pelo vício de querer melhorar a minha personagem com melhores armas e armadura, sei que as próximas horas não serão muito divertidas. Jogar na companhia de amigos ajuda um pouco a disfarçar este efeito, mas a verdade é que The Division é um jogo repetitivo. Todos os jogos se tornam eventualmente repetitivos, mas num jogo desta escala, não esperávamos sentir isto após 16 horas.

Ainda assim, vamos continuar a jogar para atingir o nível 30 e ver o que The Division tem para oferecer depois dessa meta. Sabemos que o jogo tem missões diárias e um modo "Challenge". Também ainda exploramos pouco a Dark Zone, pelo que ainda poderemos ser surpreendidos, e é disso que estamos à espera. De qualquer modo, a nossa análise só será publicada quando sentirmos que já vimos tudo aquilo que o jogo tem para oferecer, pelo que ainda terão que esperar alguns dias.

Como nota final, e apesar da repetitividade que estamos a sentir, The Division tem alguns méritos. Graficamente é um dos jogos mais impressionantes que já vimos, pelo simples facto de conseguir incutir tanto detalhe numa área tão grande como esta. O facto de que não existem tempos de carregamento parta entrar nas missões ou nas áreas sociais torna o jogo mais impressionante do ponto de vista técnico.

Que tal está a ser a vossa experiência com The Division até agora?

Publicidade

Sobre o Autor

Jorge Loureiro

Jorge Loureiro

Editor

É o editor do Eurogamer Portugal e supervisiona todos os conteúdos publicados diariamente, mas faz um pouco de tudo, desde notícias, análises a vídeos para o nosso canal do Youtube. Gosta de experimentar todo o tipo de jogos, mas prefere acção, mundos abertos e jogos online com longa longevidade.