O que estamos a jogar - 24 Abril

Zinogre.

24 de Abril de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às "escondidas".

The King of Fighters 98 (NEO GEO AES)

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Esta semana regressei a um dos meus "fighting games" favoritos de sempre, The King of Fighters 98, na versão caseira da Neo Geo, o sistema AES. Regularmente ligo as minhas consolas retro a fim de verificar a sua operacionalidade, e como não podia deixar de ser, as consolas clássicas de cartuchos da SNK são impecáveis, operando à primeira assim que inserimos o cartucho. É também um género óptimo para quando não temos muito tempo disponível, e por curtos períodos de combate a intensidade é máxima.

Quando em 1998 o compact disc ganhava cada vez mais espaço na cena gaming, em plataformas como a PlayStation ou a Sega Saturn, a SNK mantinha a tradição dos cartuchos, mas o resultado deste KOF 98, com os seus impressionantes 683 megas, é impressionante. Produzido por uma equipa lendária da SNK, esta versão ainda é vista como a melhor da série por muitos fãs. Uma jogabilidade perfeita, um grafismo recheado de sprites e fundos memoráveis, com imenso detalhe, que se alargam às personagens. Como era costume, a SNK não distinguia as versões AES da MVS, por isso é como jogar numa arcada, sem loadings. Na dificuldade de série não é difícil chegar ao boss e vencê-lo, com uma dupla de créditos. Mas talvez mais importante que isso é verificar o balanço fantástico da jogabilidade, fácil de aprender mas suficientemente complexa de gerir em combates avançados.

Vítor

Hades

hades

Já não é segredo que estou a jogar Returnal para review, por isso regressar a Hades esta semana fez bastante sentido. Para começar, ainda não consegui escapar do inferno, apesar de levar 15 horas acumuladas (sinto-me um pouco envergonhado, há pessoas que conseguiram chegar ao fim em 10 tentativas ou menos). Pelo lado positivo, já cheguei ao confronto com Hades - o último boss antes de conseguires escapar - múltiplas vezes, mas acabo sempre por morrer. Para alguém que começou a jogar roguelikes com a versão original de Binding of Isaac, é surpreendente ver como o género evoluiu nos últimos anos. Desde simples jogos indie converteram-se num jogo AAA de grande destaque para a PS5.

Jorge

Cyberpunk 2077

Lá estou eu de regresso ao controverso Cyberpunk 2077, meses despois do seu lançamento. Obviamente que é a versão PC, que não foi tão afetada com as problemáticas de performance presentes nas consolas, principalmente nas da geração anterior. No PC temos um jogo com um bom desempenho nesse nível, onde consegue momentos visuais de cortar a respiração. Mas o que me fez lá voltar foram as várias atualizações que o jogo sofreu, e dessa forma experimentar em que estado se encontra o jogo. Devo dizer que são notórias as melhorias, desde correções nas missões, melhoria na condução dos veículos, comportamento dos NPCs onde incluo a polícia. Tenho me dedicado à limpeza do mapa, fazer todas as missões secundárias e sobretudo a longa caminhada para adquirir todos os veículos do jogo, são precisos muitos Eurodólares.

Adolfo

Monster Hunter Rise (Nintendo Switch)

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Depois de uma semana dedicado a caçar o Magnamalo e fabricar o seu set completo e a Longsword da sua árvore, sem esquecer as caçadas a Rajang para fabricar o seu set High Rank, esta semana o meu alvo foi Zinogre. Enquanto espero pelas novidades que a Capcom prometeu para o final de Abril, com a esperança da continuação da narrativa e enquanto os novos monstros não chegam, cacei repetidamente o Zinogre para fabricar martelos com o elemento de relâmpago. Como já referi anteriormente, o maior dinamismo e a dificuldade ajustada faz com que Rise seja incrivelmente dinâmico e sinta enorme vontade em caçar diversos monstros e expandir o meu arsenal. Monster Hunter Rise é um jogo fenomenal e nem que seja para passear pelos locais, não consigo pousar o jogo e o pouco tempo livre que tenho.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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