1. God of War

  • Estúdio: Sony Santa Monica Studios
  • Editora: Sony Interactive Entertainment
  • Plataformas: PS4
  • Página do Jogo

O que Dissemos: "É um renascimento a todos os níveis, tanto para Kratos enquanto personagem como para o resto do jogo, que descartou as bases estabelecidas previamente para adoptar elementos que foram encaixados na perfeição na identidade da série. É um God of War muito diferente dos anteriores, mas é precisamente por causa disso que tem tamanho impacto. A Santa Monica Studios não teve medo de arriscar e de sair da zona de conforto. O resultado é uma viagem épica entre pai e filho pela mitologia nórdica cheia de surpresas e estou seguro que todos os fãs da série vão adorar conhecer."

Skinnyman disse: "Um jogo incrível, quer para velhos fãs, quer para hipotéticos novos fãs... Um renascer das cinzas como nunca vi. Um jogo sem falhas a meu ver e que me proporcionou enormes emoções com a sua história e diversão com a sua jogabilidade, que é o que procuro mais num jogo. GOW is back".

Fuki_No_Wan disse: "Fiquei na dúvida entre GOW e Spider-Man pelo fato de os dois jogos terem me emocionado. Mas penso que GOW vence por todo enredo e tecnologia empregados no jogo".

MiguelPairao disse: "God of War é um jogo bem diferente dos anteriores, até a mitologia mudou. Embora sinta falta dos QTEs que tornavam as lutas contra os bosses mais memoráveis e brutais, adorei o enredo e toda a relação entre Kratos e Atreus. Nesse aspecto, foi uma grande evolução, além da menor linearidade. O mundo de jogo é um espectáculo. Sem dúvida um dos melhores jogos de 2018".

gouveia disse: "Uma aventura talhada ao mais pequeno pormenor, desde a forma como a história é contada, ao combate muito mais perto devido às câmara livre na 3 pessoa. Surpreendente e emotivo até às última cena do jogo. Um clássico instantâneo".

Rinny disse: "Certamente, para mim, o melhor jogo do ano. Como fã da história "original", devo admitir que o anúncio do \"reboot\" que a saga iria receber deixou me com receio do caminho que o jogo iria ter. Quando o joguei, tal receio desapareceu, e fui abraçado por um Kratos mais controlado, \"humano\" a nível de exprimir sentimentos e paternal.

O que mais me impressionou foi mesmo a relação de Kratos e Atreus. Ou, melhor dizendo, a evolução desta relação. Um Kratos que, perdendo a sua mulher, é obrigado a ser a única figura paternal na vida de Atreus e a guiar o caminho deste jovem, por vezes, de uma forma bastante rígida, mas de forma a torná-lo mais forte e, a completar o último desejo da sua mãe.

A evolução de Atreus também me surpreendeu. Desde curioso a "medricas", e até, a arrogante, esta personagem sofreu uma grande evolução ao longo do jogo, e, o plot twist presente no final foi fabuloso. Foi um jogo que teve vários momentos surpreendentes e uma história bastante única e surpreendente. A soundtrack é fabulosa, especialmente nos confrontos com os "bosses".

As novas mecânicas de combate são incríveis, mesmo afastando-se do hack and slash dos antigos God of War, conseguiu-se tornar num combate tático e deliberado. Tendo jogado no modo de dificuldade mais elevado apenas testou esse combate, um combate que recompensa o jogador que domina estas mecânicas e que provoca frustração no mesmo quando comete erros.

O que talvez gostei menos no jogo foi a falta de diversificação de "bosses", tendo apenas algumas variações a nível de "trolls" ou "ancients". As "Valkyries" foram as boss fights mais difíceis do jogo claramente, especialmente a final. Resumindo, God of War foi um jogo único e surpreendente, que excedeu completamente as minhas expetativas e mal posso esperar por ver onde a jornada de Kratos e Atreus nos leva no próximo jogo".

Publicidade

Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

Mais artigos pelo Bruno Galvão