O que estamos a jogar - 6 de Março

Final Deluxe of War.

Março de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às "escondidas".

Forza Motorsport 7

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No passado fim de semana voltei a jogar na minha Xbox One, que a tenho em muito boa conta por me deixar jogar muitos jogos da Xbox 360 sem que a tenha de ter ligada. Um dos jogos a que acabo por recorrer sempre que volto à máquina da Microsoft é Forza Motorsport 7. É uma série que acompanho praticamente desde o primeiro para a Xbox, tendo jogado imenso em todos os outros até à actual edição. Não há dúvida que a Turn 10 fez um trabalho fabuloso desde o jogo inaugural, crescendo em vários aspectos a cada nova entrada. Impressionante como um jogo com quatro anos (lançado em 2017) parece um jogo saído neste momento, irrepreensível em vários domínios; da física à jogabilidade, passando pelo grafismo e realismo é uma dose visceral de competição e desporto automóvel.

Gosto da série arcade rival Forza Horizon, o mais recente FH4 é fascinante pela forma como agrega diversas disciplinas num mundo aberto, mas ter que escolher um definitivamente, FM é o meu "cup of tea". Sou mais adepto da condução mais realista, da luta contra o crono e taco a taco com os adversários em pista, ou naqueles circuitos paradisíacos, instalados em grandes cidades, como o Rio de Janeiro, ou nos circuitos verdadeiros como Sebring ou Le Mans. E depois há as máquinas, cada uma com os seus ruídos realistas de motor, passagens de caixa, travagens e sobreviragens. Esta é uma daquelas franquias capitais, que pela exclusividade funcionam como "system sellers". Acredito que a Turn 10 se esmere com Forza Motorsport 8.

Vítor

Final Fantasy 7 Remake

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A oferta do PlayStation Plus de Março permitiu-me corrigir finalmente um dos meus grandes pecados como jogador: conhecer o mundo e a história de Final Fantasy 7. Para ser franco, comprei há uns anos a versão original da PS1 com o intuito de jogar na PlayStation Vita, mas depois de poucas horas, não consegui continuar. Creio que é um daqueles casos em que é difícil desfrutar do jogo e apreciá-lo verdadeiramente a não ser que se tenha jogado na devida épica. Deste modo, o remake lançado pela Square Enix para a PlayStation 4 é a perfeita oportunidade para conhecer este clássico.

Para começar, visualmente o jogo é muito mais apelativo (a diferença é abismal). A versão original de Final Fantasy 7 foi um marco na era da PS1, mas envelheceu muito mal. O remake tem gráficos de ponta, e para além disso, o sistema de combate acontece em tempo real. Fora isto, os encontros aleatórios com inimigos também foram descartados. Tudo isto em conjunto, tornam o remake num jogo muito mais fácil de digerir para o meu gosto (até hoje, Pokémon e Persona foram os únicos RPGs com combate por turnos que consegui apreciar). Do que joguei até agora, estou a adorar e deixou-me ainda mais apologista da aposta em remakes deste tipo.

Jorge

God of War

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Aproveitei esta semana para largar um pouco o meu vício das últimas semanas, Valheim, e debrucei-me sobre o fabuloso God of War, mas agora a jogar na PlayStation 5 em toda a glória dos 4K a 60fps com HDR. Bem, é assim que os jogos deveriam ser todos, jogados com tudo a que temos direito, apenas faltou aqui efeitos ray tracing, mas isso parece tarefa impossível para estas novas máquinas, tanto a PS5 como a Xbox Series X. Estou neste momento a caminhar para terminar o jogo no seu modo New Game +, e neste momento tenho 91% dos troféus conquistados, 32 de 37, vamos lá ver se consigo paciência para atingir a tão desejada totalidade.

Mas é de salientar como o jogo rejuvenesce com os 60fps, é uma tremenda transformação em toda a experiência. Sim, eu sei que na PS4 Pro existe o modo desempenho, mas as oscilações de fotogramas eram demasiadas para manter uma performance estável que não interferisse com a jogabilidade e principalmente a notória queda da qualidade visual, diga-se resolução. É tudo tão fluido, os combates extraordinariamente mais viscerais e toda a cadência de combos é agora de uma naturalidade de movimentos inalcançável através da consola anterior. Vale mesmo a pena o revisitar deste tremendo jogo criado pela Santa Monica Studio.

Adolfo

Mario Kart 8 Deluxe (Nintendo Switch)

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A Nintendo Switch comemorou esta semana 4 de anos de vida e para celebrar decidi voltar a jogar The Legend of Zelda: Breath of the Wild, jogo que por acaso joguei originalmente na Nintendo Wii U, mas voltei a comprar quando comprei a minha Switch. No entanto, uma vez que fiz o meu papel como bom amigo e o emprestei, em tempo de confinamento social não tive a oportunidade de realizar a vontade. Assim sendo, optei por comemorar a data com Mario Kart 8 Deluxe, que celebrará 4 anos de vida a 28 de Abril de 2021 e foi o primeiro jogo que comprei para a Nintendo Switch. Não é bem a mesma coisa, mas tem muita história para mim e também me deixa jogar com o Link de Breath of the Wild.

Assim sendo, Mario Kart 8 Deluxe tem sido o meu passatempo neste últimos dias, enquanto celebro 4 anos da híbrida da Nintendo que me deixou totalmente rendido e apaixonado. Foi também uma boa forma de aguardar pela chegada de Mythra e Pyra a Super Smash Bros. Ultimate (outro jogo onde posso jogar com Link de Breath of the Wild) comemorando um lançamento que apanhou o mundo desprevenido e se tornou numa autêntica febre. Além disso, Mario Kart 8 Deluxe simplesmente não envelhece e seja para fazer um Campeonato a 200cc ou um Contra Relógio, continua incrivelmente divertidíssimo e imediato.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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