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Sony espera continuar a melhorar os seus jogos

Graças aos Worldwide Studios.

Shuhei Yoshida, presidente da Sony Computer Entertainment Worldwide Studios, defendeu a estrutura dos estúdios da companhia que se fundaram há quatro anos atrás.

Yoshida em declarações à Famitsu destacou que, "Até à fundação dos Worldwide Studios, o Japão, América e Europa tinham as suas próprias equipas criativas regionais; eram editoras de tamanho médio que trabalhavam de forma separada." Mas por causa da PlayStation 3, "os jogos chegaram a um maior número de público e as habilidades e custos necessários para criá-los, fez com que as coisas se tornassem muito mais complexas. Tornou-se difícil para estas editoras fazer títulos por si mesmas, pelo que tivemos de as unir como parte da nossa estratégia para criar jogos pensados para todo o mundo."

Yoshida reforçou as ligações que os Worldwide Studios têm com o departamento de engenharia de hardware, mudando-se para o Japão para estabelecer um vínculo mais próximo.

"Vi uma necessidade de unir as habilidades do nosso hardware com as necessidades da nossa audiência. Se queríamos fazer com que o grupo de desenvolvimento de hardware fosse mais próximo para os utilizadores, primeiro tínhamos que fazer com que eles fossem mais próximos para os que fazem o software."

Como exemplo dessa nova perspectiva, Yoshida destacou o controlo por movimentos para a PlayStation 3 como fruto das discussões entre os Worldwide Studios e os desenhadores de hardware.

"O controlo por movimentos realmente tem o seu início nas discussões que tínhamos com a equipa de hardware. Os Worldwide Studios sugeriram isso, e eles responderam com a tecnologia necessária para consegui-lo. Os criadores de jogos têm muitas ideias e precisam do conhecimento tecnológico para implementá-las. Os desenhadores de hardware têm esse conhecimento, mas precisam de uma forma de transformá-lo num produto. O meu trabalho é interligá-los." Ele reconhece também que inicialmente houveram algumas discrepâncias, mas que agora está tudo a correr sobre rodas.

Por isso, Yoshida considera que a linha de jogos criados a nível interno e que foram mostrados nos últimos eventos não teria sido possível sem os Worldwide Studios, tal como o facto de terem superado os problemas e dificuldades que apresentou o hardware da PlayStation 3. Acabando por insistir no ciclo de 10 anos para a consola e concluindo que "o catálogo de jogos está aqui, e só pode melhorar."

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Luís Alves

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É o nosso super-homem. Não existe nada que o Luís não saiba e o seu conhecimento da indústria é longo, permitindo-lhe estar sempre à frente de todos. É o homem que nunca dorme.

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