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Sonic Colours

Um regresso muito bem-vindo.

Os fãs de Sonic este ano não têm estado esquecidos pela Team Sonic. Com o primeiro episódio de Sonic the Hedgehog 4: Episode 1 aí a chegar, foi recentemente anunciado um novo jogo a caminho da DS e Wii chamado de Sonic Colors, Colours na Europa. Tive a oportunidade de me encontrar com Takashi Iizuka, produtor do jogo e saber o que a Sonic Team prepara desta vez.

Em Sonic Colours iremos visitar um parque de diversões criado pelo do Dr. Robotnik, que flutua à volta do planeta natal de Sonic. O nosso arqui-inimigo é o Dr. Eggman que mais uma vez pretende ser o ditador de serviço. O Dr. Eggman tenta apoderar-se de um poder alienígena, dos Wisps, os quais são raptados, sendo que Sonic fica incumbido de os salvar.

Graficamente está fantástico.

Neste novo jogo as cores são poderes em si, que uma raça alienígena, os Wisps, possuem. O jogo parece à primeira vista ter muitas semelhanças como o Sonic Unleashed e Secret Rings, mas quanto mais o produtor explicava o jogo e vimos a jogar pela primeira vez, rapidamente colocamos de lado essa comparação, principalmente com o Unleashead. Ou seja, a primeira impressão que tive do jogo é extremamente favorável.

A versão mostrada foi a da Nintendo Wii, e como seria de esperar faremos constante uso do Wiimote. Com o Nunchuk mexemos o Sonic e com o Wiimote activamos os diversos poderes que Sonic adquire. Takashi mostrou dois actos do jogo mas haverá muitos mais por cada capítulo. A progressão é como os jogos Sonic nos têm habituado, no final de cada nível teremos um boss, que terá sempre ligação com o tipo de ambiente do respectivo nível. Como por exemplo uma enorme fábrica de doces, um dos níveis apresentados.

O jogo desenrola-se numa perspectiva 3D de profundidade, com Sonic visto de trás, mas também em side-scroll 2D. Estes dois tipos de jogabilidade cruzam-se constantemente, sendo que rapidamente passámos de 3D para uma jogabilidade horizontal. Um dos poderes de Sonic permite perfurar a terra, acedendo a zonas escondidas, apanhando assim os mais diversos itens. O jogo pretende ter um valor de repetição enorme pois muitas das zonas nos níveis não estão desde logo disponíveis e apenas poderemos aceder quando conseguirmos ter determinados poderes. Assim iremos querer constantemente voltar atrás para poder descobrir o que de novo podemos descobrir e adquirir.

Takashi demonstrou alguns aspectos da jogabilidade, principalmente o poder da velocidade da luz e o laser. Todos os poderes mostrados fluem muito bem com a acção. Passar de uma posição 3D para 2D ou mesmo perfurar a terra é um verdadeiro regalo para os olhos. Toda a acção é non-stop e, claro, podemos contar com as zonas clássicas, os saltos, as zonas secretas, muitos anéis, e também muitos robôs à mistura. De referir que a versão Wii terá coisas exclusivas, bem como a versão DS, que terá como base o Sonic Rush.

Um dos poderes, a perfuração.

Levando em conta o nome, os poderes adquiridos por intermédio dos Wisps estão sempre relacionados com determinadas cores. Cada Wisp tem um poder único, um "Color Power", e que Sonic poderá absorver para seu proveito. Takashi não quis revelar muito sobre o tipo de poderes que iremos poder adquirir, mas prometeu muitas novidades assim como alguns clássicos.

Sonic Colours, bem como outros jogos que estão a caminho da Nintendo Wii encontram-se graficamente muito acima do que temos visto. Desde fluidez do jogo, efeitos técnicos como líquidos, luminosidade, efeitos de partículas como fumo e nevoeiro, bem como também os elementos mais pesados que é ter imensas coisas no ecrã a acontecer ao mesmo tempo. Sonic Colours promete de certa forma juntar o bom de dois mundo, com uma jogabilidade 2D clássica, e um 3D que nos pareceu muito superior ao Unleashed e principalmente ao primeiro jogo de Sonic na PS3 e Xbox 360.

Sonic Colours será lançado já no final deste ano para a Nintendo Wii e Nintendo DS.

Sobre o Autor

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Jorge Soares

EG.pt Master of Puppets

Sempre ocupado e cheio de trabalho, é ele quem comanda e gere a Eurogamer Portugal. Queixa-se que raramente arranja tempo para jogar, mas quando está mesmo interessado num jogo, lá consegue arranjar uns minutos. Tem mau perder e arranja sempre alguma desculpa para a sua derrota, mas no fundo, é o que todos fazemos.

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