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Rússia quer banir FIFA 17 por propaganda gay

Devido à oferta de um equipamento colorido para apoiar campanha LGBT.

Os membros do parlamento da Rússia querem banir FIFA 17, acusando o jogo da Electronic Arts de promover propaganda gay, o que vai contra as leis do país. Em questão está a oferta de um equipamento colorido para o modo Ultimate Team, um gesto da Electronic Arts para apoiar a campanha Rainbow Laces.

A campanha Rainbow Laces é uma iniciativa do grupo Stonewall do Reino Unido, que defende os direitos da comunidade LGBT. A campanha surgiu depois de se descobrir que 72 porcento dos fãs da Premier League ouviram comentários anti-LGBT durante as partidas da Premier League. Para mostrar o apoio à campanha, a EA ofereceu temporariamente um equipamento colorido para o modo Ultimate Team de FIFA 17.

Devido ao gesto da editora, os membros comunistas do parlamento russo enviaram uma carta às agências de protecção ao consumidor a avisar que FIFA 17 convida os jogadores a apoiar uma campanha de suporte ao LGBT, relata o The Guardian.

Uma lei aprovada em 2013 na Rússia proíbe a propaganda LGBT, com a justificação que pode causar prejudicar a saúde e desenvolvimento das crianças. Com base nisto, Valery Rashkin, um dos membros comunista do parlamento, diz que a EA deve modificar o código do jogo para remover o equipamento ou alterar a classificação etária (na Rússia o jogo é recomendado para todas as idades), caso contrário terão que ser tomadas medidas restritivas.

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Jorge Loureiro

Editor

É o editor do Eurogamer Portugal e supervisiona todos os conteúdos publicados diariamente, mas faz um pouco de tudo, desde notícias, análises a vídeos para o nosso canal do Youtube. Gosta de experimentar todo o tipo de jogos, mas prefere acção, mundos abertos e jogos online com longa longevidade.

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