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Rhythm Paradise Megamix - Antevisão

Sente o ritmo.

Depois da estreia na GBA e após passagens pela Nintendo DS e Wii, o novo jogo de ritmo da Nintendo aterra na 3DS, designado por Rhythm Paradise Megamix, oferecendo mais uma vez uma série de contextos e secções musicais que requerem toda a concentração do jogador. Penetrar no ritmo e premir os botões no momento certo é um exercício particularmente eficaz, especialmente quando conjugado com músicas vibrantes (os contextos) e animações simples mas efusivas.

Os jogos de ritmo há muito que ocupam um espaço na cena dos videojogos. Presentes desde sempre, não é que sejam uma espécie de parente pobre, mas temos uma tendência para só abordarmos estes jogos quando há alguma novidade. O que até parece um paradoxo, já que a interacção que promovem é abundante, conjugando o áudio visual com a interacção típica dos comandos. É um género que tem uma matiz arcade, profundamente vincada nos ritmos dançantes, basta pensarmos num Space Channel 5, Rez, Parappa the Rapper ou Gitaroo Man.

As mudanças de ritmo oferecem mais dificuldades e facilmente podem perder valiosos pontos.

Neste segmento, Rhythm Paradise Megamix oferece um estilo e uma forma de interacção bastante simples. Quem tenha jogado algum dos títulos anteriores depressa sentirá familiaridade, com a música, os gráficos e os comandos. O jogo exibe de uma forma muito eficaz um humor contagiante, expresso não só nos mini-jogos mas nos diálogos que a personagem Tibby (oriunda do Paraíso) mantém connosco. A primeira hora de contacto com o jogo deixou-nos optimistas e bastante interessados em prosseguir na campanha, uma espécie de modo história no qual guiamos Tibby num périplo de volta a sua casa.

O resultado é uma série de desafios que se conjugam por nível e através dos quais o jogador tentará obter a melhor pontuação, coleccionando estrelas e moedas. Se almejar sucesso em todas as provas passará à fase seguinte. Só para terem uma ideia do funcionamento dos desafios passem pela eShop e descarreguem a demonstração. Se ainda não o fizeram e ainda se encontram a ler a antevisão, importa sublinhar que o jogo segue uma estrutura muito simples. Cada jogo de ritmo é composto por uma secção de introdução à mecânica, uma fase inicial de adaptação e depois o teste. A introdução é composta pela apresentação das regras. Os desafios são muito diferentes e podem ir desde encher de líquidos os robôs criados numa unidade fabril, até cortar lenha à machadada. Há uma música e um exacto momento para premir o botão. Felizmente existe alguma flexibilidade no momento da pressão, assinalado no ecrã inferior. Se a precisão for grande melhor será a pontuação final.

Cada nível é composto por quatro mini jogos e os primeiros são os mais acessíveis, podendo atingir elevadas pontuações. Existem muitos contextos novos embora haja regressos como o duo de pilotos aviadores que joga badminton em pleno voo. Mas tal como a demonstração atesta, tudo muda de figura depressa e a sensação de comédia, bem naquele traço japonês é clara. Apesar da simplicidade nos traços e grafismo, os mini jogos estão muito bem apresentados e atingem o ponto alto na forma como conjugam música e visuais. Depois, só precisam de sentir o ritmo. É um jogo desenhado com carinho, genuíno como poucos. Talvez seja um desenvolvimento dos anteriores, revelando uma linha de continuidade, mas é bom para jogar em curtos períodos. Veremos se oferece mais novidades até ao final e que outras opções promove. Entretanto podem sempre descarregar a demonstração gratuita na eShop e começar a sentir o ritmo.

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Vítor Alexandre

Redator

Adepto de automóveis é assim por direito o nosso piloto de serviço. Mas o Vítor é outro que não falha um bom old school e é adepto ferrenho das novas produções criativas. Para além de que é corredor de Maratona. Mas não esquece os pastéis de Fão.

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