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Qual foi o jogo mais importante de Abril?

Já recuperaste da intensidade de lançamentos?

O mês de Abril foi um dos grandes "bichos papão" de 2016, um dos muitos que se perspectiva para este ano. Agora que entramos em Maio, outro mês repleto de lançamentos, estamos curiosos para saber qual foi o vosso jogo mais importante de Abril. Sabemos que ocasionalmente estamos a pensar uma coisa e depois o pensamento muda completamente, mas também existem os casos em que apenas são reforçados os sentimos. Num mês em que tivemos grandes estreias e bons regressos, qual foi aquele jogo que sentem ter-vos marcado e que vão jogar durante os próximos meses?

Num mês que foram lançados jogos como Quantum Break, Dark Souls 3 e Ratchet and Clank, é normal que várias carteiras tenham ficado muito finas e à espera de um descanso. Maio não parece querer dar descanso mas ainda assim é preciso gerir as compras. Conseguiram resistir a Abril ou renderam-se ao vosso lançamento mais desejado? Para que possam, se quiserem, partilhar connosco um pouco do vosso mês de Abril, deixamos aqui uma pequena lista com os títulos mais marcantes e o que nos disseram sobre eles.

5. Yo-Kai Watch - Level-5 (Nintendo 3DS)

Finalmente chegou. Estava difícil mas a Europa finalmente aderiu à febre de Yo-Kai Watch, que assola há anos o Japão e que em 2015 começou já a fazer das suas na América do Norte. Com a animação a começar em Portugal e como jogo lançado mesmo no final do mês, sabemos que ainda estão a dar os primeiros passos nesta brilhante série da Level-5 mas nós estamos rendidos. Vários jogos poderiam estar aqui nesta lista mas estamos apaixonados pelo mundo de Yo-Kai Watch.

Yo-Kai Watch recebeu o selo de recomendado na nossa análise onde se pode ler que: Yo-Kai Watch é um jogo ainda assim distinto, dotado de suficiente autonomia e cuja fórmula apresentada, embora não sendo explorada profundamente, revela uma boa direcção. Daí algumas mecânicas exclusivas, ainda que acuse uma certa simplicidade e configuração de automatismos que nalguns trechos poderão causar um repisar de acções. Ainda assim possui matéria suficiente, no quadro dos jogos de role play, para nos proporcionar uma aventura recheada de peripécias, na qual o humor e a boa disposição transbordam, em sintonia com um assinalável contributo para o coleccionismo.

Quanto às reacções dos leitores, citamos o rodrys: "Yo-Kai Watch é um sucesso absurdo no Japão. Os jogos vendem muito e todas as semanas o anime tem mais audiência que o de Pokémon. Já no ocidente duvido que faça sucesso porque ninguém vê o anime e os jogos não são muito conhecidos."

4. DiRT Rally - Codemasters (PlayStation 4, Xbox One)

Os fãs do desporto motorizado já mereciam um jogo desafiante, com adrenalina e intensidade capaz de os desafiar. A Codemasters olhou para a série DiRT com uma nova perspectiva, e decidiu mudar tudo o que acreditava estar errado. Trocou os malabarismos por uma condução mais realista, focou-se na simulação, e procurou oferecer nas consolas uma experiência de elevada suavidade, a correr a 60fps. Os fãs ficaram entusiasmados e DiRT tornou-se numa nova referência, sendo um jogo que qualquer fã do estilo merece jogar.

DiRT Rally recebeu o selo de recomendado na nossa análise onde se pode ler que: Um bonito e emblemático jogo, capaz de correr a 60 fotogramas, numa resolução de 1080p, com um grafismo sólido, exibindo uma fluidez acima da média. Juntamente com uma jogabilidade realista e tecnicamente desafiante, a Codemasters injecta nas consolas a adrenalina e o desafio que há muito andavam menorizados no género.

Quanto às reacções dos leitores, citamos o Duartegt4: "Este jogo está divinal. É o realizar de um sonho para os amantes dos ralis. Só falta adicionarem um modo offline multiplayer, além disso, no online falta o modo de campeonato, single rally , single stage. Actualmente só existe provas de rallycross e os desafios diários, semanais, mensais e as ligas."

3. Quantum Break - Remedy Entertainment (Xbox One, PC)

Quantum Break é o que se pode considerar como jogo de autor, e o Remedy Entertainment é dos poucos estúdios que se pode orgulhar de o conseguir fazer. É um jogo à moda antiga, sem multijogador, sem passe de temporada, e sem quaisquer micro-transacções que estejam sempre a aliciar o jogador. É uma aventura com princípio, meio e fim (mesmo que a ordem não seja convencional pois estamos a falar de viagens temporais) e tem alguns momentos espectaculares. A campanha é entusiasmante e energética, repleta de momentos para recordar, e apesar as controvérsias quanto ao lado técnico, é muito divertido.

Quantum Break recebeu o selo de recomendado na nossa análise onde se pode ler que: A contratação de actores de excelência, a história bem desenvolvida, e a jogabilidade bem afinada revelam uma grande dedicação da Remedy e da Microsoft. O jogo em si não é inovador e no final já se sente alguma falta de variedade, mas não deixa de ser um refúgio agradável para quem está à procura de algo tradicional e com uma história com princípio, meio e fim.

Quanto às reacções dos leitores, citamos o Dp_Spoares: "Este sempre foi um dos jogos que fazia inveja por não ter a Xbox. Felizmente (ou infelizmente) vai sair para o pc e assim já dá para eu jogar. É o típico jogo de acção na terceira pessoa que é o que estou há espera. Neste o que o diferencia é ter a mistura de jogo com mini série televisiva e os poderes de manipulação de tempo. Quem gosta destes tópicos tem meio caminho andado para gostar do jogo".

2. Ratchet and Clank - Insomniac Games (PlayStation 4)

Este é o estilo de jogo que me faz acreditar no Pai Natal. É fresco e actual mas ao mesmo tempo é baseado num molde que muitos diziam ter expirado o prazo de validade. Os gráficos fantásticos, o gameplay divertido, o excelente humor e acima de tudo o regresso dos nossos dois heróis galácticos favoritos, faz com que seja impossível resistir ao mais recente esforço do engenhoso Insomniac Games. Para quem é fã, será provavelmente o melhor jogo da série.

Ratchet and Clank recebeu o selo de recomendado na nossa análise onde se pode ler que: Será fácil terminarem este jogo com o sabor de que foi o melhor que já tiveram. É aquela tal postura de "Best of" do Insomniac que pegou em tudo o que gostamos e refinou ao ponto de tornar irresistível a experiência. Pena mesmo que a dificuldade seja demasiado acessível para os veteranos e que ao apresentar-se como um remake do original, por mais espantoso que seja, não consiga apresentar elementos gameplay que revolucionem a série. Mas isso é ser quase mesquinho pois a diversão que providencia e a qualidade que apresenta, é uma carta de amor aos fãs escrita com todo a mestria.

Quanto às reacções dos leitores, citamos o gargles: "Oh caraças, eles estão mesmo de volta, e num nível muito elevado. Pena que tenha sido lançado nesta altura, rodeado de pesos-pesados. Pena porque parece que estamos perante um dos melhores jogos do ano até agora."

1. Dark Souls 3 - From Software (PlayStation 4, Xbox One, PC)

Só o nome mete medo e toda aquela campanha promocional focada na frase "You Died" poderá não ser a melhor para os estreantes, ou será? Dark Souls 3 é um título singular numa série que apaixonou os jogadores de todo o mundo. Foram escritas várias cartas ao desespero, a depressão chegou a ligar a dizer que não mais podia aturar ninguém e Hidetaka Miyazaki sorria no Japão quando via os jogadores estatelados no chão a chorar. Dark Souls 3 é desespero mas é também a glorificação do ser humano enquanto jogador. Já agora, para os resistentes que estão a ler: depois daquele artigo em que pedi a vossa ajuda, já comprei Dark Souls 3. Mais sobre isso em breve.

Dark Souls 3 recebeu o selo de recomendado na nossa análise onde se pode ler que: Para estreantes, é o momento ideal para conhecer aquela que se tornou nos últimos anos numa das séries mais populares e consagradas dos videojogos. É uma experiência enriquecedora, mas exigente. Há momentos em que provavelmente vão odiar o jogo e ficar com vontade de partir o comando. Dark Souls 3 não testa apenas a vossa perícia, é um desafio físico e mental que não pode ser encarado de forma casual. Jogar Dark Souls é um compromisso de dezenas de horas, isto se quiserem chegar ao fim.

Quanto às reacções dos leitores, citamos o narutoD.luffy: "Joguei uma horita tá porreiro :-) a sensação de familiaridade é constante para já (algo que não sei se é positivo no meu caso) a gray maiden (black maiden cota) ta nice, essa zona faz.me lembrar demons souls. Se repararem no fundo do nosso "HQ" tem duas zonas dois corredores sem nada...f*ing dlcs xD"

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Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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