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O que estamos a jogar - 7 de Janeiro

Ano novo, jogos novos?

Olá, estamos de regresso com a nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar.

Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento.

Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Vampire Survivors

Tudo começou pela versão gratuita para smartphone. Tanto que ouvi falar do jogo que decidi experimentar. Tinha visto vídeos, não percebi a piada, mas pensei, "que se lixe, é gratuito e assim posso ver o porquê do alarido". Gostei, mas não gosto de jogar no smartphone por longos períodos. Vi que a versão para PC estavam em promoção e custava apenas 3,99 euros e mordi a isca. Desde então já enfiei quase 11 horas neste "joguito" e vou com quase metade dos achievements bloqueados. É demasiado viciante. Quando dizemos que vamos fazer apenas uma partida, estamos a enganar-nos a nós próprios.

Jorge


Elden Ring

Elden Ring tem consumido todo o meu tempo, já me perdi no número de bosses que derrotei e até algumas das linhas secundárias de algumas quests, ficará para depois de terminar o jogo. Continuo rendido ao trabalho aqui apresentado pela FromSoftware, mas depois destas longas horas, começo a notar alguma reciclagem, desde inimigos e bosses que estão a aparecer em zonas que supostamente seriam novas e com adversários diferentes. Mas entendo, o tamanho do jogo é colossal, esta reciclagem é aceitável, mas obviamente que preferia que fosse tudo mais único e distinto em toda a apresentação.

Adolfo


Sunset Riders

Esta semana com menos intensidade em Sunset Riders, na candy cab, por estar a jogar outro jogo que me está a consumir mais tempo e que a seu tempo terá a análise aqui publicada, ainda assim a tentar terminar o jogo western da Konami em até 10 créditos. Algumas secções quase memorizadas sem problemas até ao nível 3. Só fica mais difícil depois, quando começa o Saloon Shodown, que mais parece um nível "shmup". Sobrevivendo sem grandes problemas, o nível 5 é quase um comboio desenfreado, só bloqueado pelo difícil El Greco, que se não for eliminado rápido pode consumir alguns créditos. Sobreviver em Mountainside Siege tem sido a tarefa de momento, para chegar mais adiante sem perder muitos créditos. Com mais algum esforço chego ao nível final, mas já exaurido de créditos e em Forest Gunfight é pnde acabo por soçobrar. Já não falta muito para o final mas também já perdi a conta às moedas de 100 yen que activaram os créditos. Ainda bem que tenho a chave do balde, mas naquele tempo das arcadas estas partidas eram um autêntico sorvedouro.

Vítor

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Jorge Loureiro

Editor

É o editor do Eurogamer Portugal e supervisiona todos os conteúdos publicados diariamente, mas faz um pouco de tudo, desde notícias, análises a vídeos para o nosso canal do Youtube. Gosta de experimentar todo o tipo de jogos, mas prefere acção, mundos abertos e jogos online com longa longevidade.

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