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O que estamos a jogar - 5 novembro

Oh snap!

Olá, estamos de regresso com a nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar.

Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento.

Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Resident Evil Village: Shadow of Rose

Com a chegada da Winters' Expansion, foi uma semana dedicada a Resident Evil Village: Shadow of Rose. Já tinha saudades desta oitava incursão, e estes novos conteúdos são sempre bem recebidos para dar continuidade a uma das obras marcantes dos últimos tempos. Apesar de não ter gostado de se jogar de forma obrigatória em terceira pessoa, depreendo que Shadow of Rose é elaborado em preparação para a chegada de Resident Evil 4 Remake e até para quem não consegue jogar na visão em primeira pessoa, mas pelos menos deveria existir uma opção de escolha.

Adolfo


God of War Ragnarok

Tal como tinha dito na review, o jogo não acaba propriamente depois de rolarem os créditos. Ontem estive mais umas horas a completar coisas que deixei para fazer ou que só surgiram depois do final. Há desafios de combate que não ficam atrás das valquírias. E no que toca a sidequests, já foi surpreendido mais do que uma vez. Acho que foi mesmo tentar a platinua... se bem me lembro, no primeiro ficaram-me a faltar apenas os corvos de Odin (que não tive paciência para apanhar todos.

Jorge


Marvel Snap

Marvel Snap continua a servir como um escape por estes dias. Desisti de tentar completar Gotham Knights a 100%, não existe diversão para sustentar tal missão, comecei a jogar The Diofield Chronicle e continuo frequentemente a jogar Marvel Snap, sempre à procura de aumentar o nível de coleção. Este progresso cria dinamismo na experiência de jogo e compensa fraca progressão no ranking de temporada, que exige constante Snap para conseguir progressão a sério. No entanto, se a coisa correr mal, desces e poderá tornar-se ingrato gerir constantemente o risco vs recompensa.

Bruno


Mega Drive Mini II

Tendo falhado o lançamento da Mega Drive Mini, em 2019, a primeira aposta da Sega na reprodução das consolas clássicas, depois do êxito das versões mini NES e SNES, da Nintendo, três anos depois a Sega lança a mini II da Mega Drive, um popular modelo da consola 16-bit da Sega, de meados da década de 90. O destaque nesta edição vai para os seus 60 jogos, entre os quais 5 inéditos. É também o sistema que agrega uma série de jogos de role-play, alguns dos quais oriundos da Mega CD, o add-on que permitiu adicionar um conjunto de melhorias em termos sonoros. Nesta edição podem encontrar alguns dos clássicos mas vale a pena registar um conjunto de preciosidades e alguns jogos mais "esquecidos", com "shmups" e títulos de acção e plataformas bem interessantes.

Vítor

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Adolfo Soares

Director

É o nosso homem do PC, por isso qualquer coisa é com ele. É também responsável pelo Eurogamer, bem como dá uma perna nas notícias.

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