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O que estamos a jogar | 3 de Dezembro

Limpar o backlog antes do ano terminar.

Olá, estamos de regresso com a nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar.

Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento.

Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Need for Speed Unbound

O que tinha planeado para esta semana não se concretizou, não terminei God of War Ragnarök. Consegui avançar mais um pouco, mas não ao ponto do desenlace final, fica para a próxima semana, digo eu. Não foi só Ragnarök a ocupar o meu tempo, também estive em redor da nova expansão para Far Cry 6, Lost Between Worlds, teremos artigo muito em breve. A chegada de Need for Speed Unbound também despertou a minha curiosidade, deu para experimentar a nova aposta através do EA Play do Game Pass Ultimate. Não foi uma semana mergulhada num só jogo, mas foi bem proveitosa em diversidade de experiências.

Adolfo


Stanley Parable

Quando olho para o assustador backlog que acumulei, tenho sempre a tendência para selecionar os jogos mais recentes. Desta vez, decidi fazer o inverso. Aí estava ele, nos confins da lista: Stanley Parable. Acho que o comprei numa promoção do Steam em 2012, mas nunca lhe toquei. Mais surpreendente, é que nunca soube qual o assunto do jogo. Sabia, claro, que era um jogo interessante e surpreendente, diferente dos demais, que na altura foi o que me fez querer comprá-lo.

Após algumas horas a explorar as muitas decisões que podemos tomar e a ver os seus resultados, estou fascinado. Sinto que estou completamente Late to the Party, mas como diz o ditado, mais vale tarde do que nunca. É um jogo inteligente, por vezes divertido, outras vezes aborrecido, mas que fico contente por ter jogado. Sinto que fiquei mais "rico" enquanto jogador.

Jorge


FIFA 23

Com o Campeonato do Mundo a decorrer, a comunidade FUT 23 está dedicada aos Swaps, a tentar cumprir os desafios Golden Goal e as Squad Battles necessárias para obter os Tokens. Enquanto vou jogando Need for Speed: Unbound, que se está a revelar num curioso vício (o fã da Criterion que há em mim sorri com este regresso), não deixo de passar algumas horas em FUT 23 a tentar a sorte para obter os Tokens World Cup para trocar pelas mais desejadas recompensas.

Bruno


Shovel Knight Pocket Dungeon

Tenho continuado com umas sessões arcade deste notável jogo de puzzles e blocos em queda, experimentando outros modos de jogo para lá da aventura, sendo que neste caso a perda de vida equivale sempre ao recomeço, pois é assim nos "dungeon crawlers". Mas há outras opções, como o desafio diário, sempre diferente a cada dia e uma masmorra com novas variantes. É um desafio significativo. Lançado há quase um ano, tornou-se num dos meus jogos favoritos.

Vítor

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Jorge Loureiro

Editor

É o editor do Eurogamer Portugal e supervisiona todos os conteúdos publicados diariamente, mas faz um pouco de tudo, desde notícias, análises a vídeos para o nosso canal do Youtube. Gosta de experimentar todo o tipo de jogos, mas prefere acção, mundos abertos e jogos online com longa longevidade.

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