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O que estamos a jogar - 22 de outubro

Mais jogos que tempo para jogar.

Olá, estamos de regresso com a nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar.

Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento.

Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Forza, Village, Halo, Scorn e Uncharted

Uma semana com várias misturas em termos de escolhas, desde um pouco de Resident Evil Village, para avivar a memória, nova caminhada em Scorn para mais alguns achievements, passando por momentos de Forza Horizon 5 e até Halo Infinite. Não foi uma semana dedicada a nada em particular, retirando obviamente Uncharted: Legacy of Thieves Collection que estive a jogar no PC para a análise que foi publicada. Se formos a recapitular, foi mesmo o jogo da Naughty Dog o qual dediquei mais tempo. Concluindo, foi uma semana polivalências.

Adolfo


Marvel Snap

A chegada de Marvel Snap em lançamento público para iOS e Android permitiu-me experimentar o novo jogo de um dos principais criativos de Hearthstone e tem sido um passatempo regular ao longo destes dias. Um jogo de cartas simples, com os super-heróis da Marvel Comics, onde jogas contra outros jogadores e tentas gerir as especificidades de cada um dos 3 cenários no tabuleiro e jogar as melhores cartas para vencer. É simples, mas está a transformar-se num vício.

Bruno


Mario + Rabbids Sparks of Hope

Há cinco anos tive a oportunidade de jogar e analisar a estreia de Mario + Rabbids em Kingdom Battle, uma fusão de mundos que provou ajustar-se bem no formato do role play de dimensão estratégica em batalhas por turnos. Mas em Sparks of Hope a fórmula testada levou uma volta na melhor direcção, ao permitir maior liberdade e acção em tempo real. Há mapas de maior dificuldade e por algumas vezes tive que abortar o avanço por entrar numa espécie de caminho sem saída, mas com tantas opções à disposição, através das novas Sparks e das habilidades especiais, há todo um manancial de opções que em qualquer instante nos devolvem ao jogo. Claro que os inimigos também ficam mais fortes sempre que subimos de nível, continua é a ser um prazer completar mesmo as missões secundárias e a resolver alguns puzzles, que nos mostram caminho muito para lá do roteiro principal.

Vítor

Sobre o Autor
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Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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