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O que estamos a jogar - 1 outubro

Night City.

Olá, estamos de regresso com a nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar.

Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento.

Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Cyberpunk 2077

A chegada de Edgerunners à Netflix despertou em mim interesse em regressar a Night City, no PC, para averiguar o que tem sido feito pela CD Projekt RED para melhorar o seu Cyberpunk 2077. Confesso que não considero a série genial, é aceitável e consegue-se observar de uma perspetiva diferente a visão original dos produtores do videojogo. No jogo em si, existe um minúsculo conteúdo alusivo a Edgerunners, sinceramente estava à espera de mais, mas melhor que nada. Quanto ao estado geral de Cyberpunk 2077, está substancialmente melhor e mais polido, como seria de esperar depois de tantas atualizações. Não vamos ser críticos apenas com o título da produtora polaca, nos dias que correm, raro é o jogo que não necessita de inúmeras atualizações…

Adolfo


God of War

Decidi juntar o útil ao agradável. Nestas últimas semanas tenho andado a testar calmamente a Steam Deck e um dos melhores jogos para levar a pequena consola ao limite é God of War. Já tinha intenções de voltar a jogar pelo menos uma vez antes do lançamento de Ragnarok para recordar a história e acontecimentos importantes e, deste modo, consigo fazer duas coisas em simultâneo. O jogo continua impressionante a todos os níveis e poder jogar algo desta qualidade numa portátil ainda me parece inacreditável.

Jorge


FIFA 23

A chegada de FIFA 23 representa o início de uma nova temporada e apesar de habitualmente me focar em modos como Volta ou Carreira, este ano decidi passar mais tempo com FUT 23. A chegada dos Momentos e as mudanças na Química estão a tornar estes primeiros dias muito curiosos. O ritmo do gameplay está mais lento e não temos tantas corridas loucas pelas alas, os controlos foram ajustados e as animações melhoradas ao ponto de sentir que este é o FIFA mais divertido dos últimos anos. Não sei quanto tempo vou passar aqui, mas por enquanto estou a gostar.

Bruno


Immortality

Tenho dado continuidade ao jogo da semana anterior; Immortality, da Half Mermaid e dirigido por Sam Barlow. Todo o tempo a jogar é passado a ver sequências, que se extraem umas das outras até uma imensidão de fitas ficar à nossa disposição. É interessante mexer em todo este material cinematográfico, avançando e fazendo recuar as bobines à procura de algo que nos possa levar a mais alguma pista sobre o desaparecimento de Marissa Marcel. No fundo estamos perante um filme interactivo, o que nos remete para aquele segmento estreito e vincado dos tempos da Mega CD, quando a interacção se fazia com sequências em full motion video. É o caso de Immortality, com a vantagem de uma narrativa superior e uma construção bem mais aprazível. Suspeito que ainda voltarei a escrever um ou outro parágrafo sobre esta obra de Sam Barlow.

Vítor

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Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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