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Naruto Ultimate Ninja Storm

Impressões da Games Convention.

Foi com ligeiro atraso que chegamos ao expositor da Atari na Games Convention. Em breves instantes acompanharam-nos até à sala onde decorria a apresentação de Naruto Ultimate Ninja Storm e quando nos abriram a porta, constatamos que já estava a decorrer a apresentação deste jogo exclusivo para a plataforma PS3. A manobrar o Sixaxis estava o japonês Hiroshi Matsuyama, produtor da Cyberconnect 2, acompanhado por um tradutor.

Ainda a tentar encontrar a página em branco do bloco de notas era impossível deixar de tirar os olhos do generoso ecrã Samsung que exibia um permanente colorido notável, sob um grafismo cell-shade e com personagens em acção da série Naruto, uma das mais populares no Japão e até mesmo no Ocidente, que apenas encontra rival nos episódios da outra série animada Dragon Ball. Naruto é um fenómeno mundial. São mais de duzentos episódios que ocupam o prime time dos fãs e desta vez, na versão jogável de Naruto, denominada Ultimate Ninja Storm, pode-se dizer que a animação encontra em definitivo os videojogos. Matsuyama explica que “o conceito básico é a aproximação entre jogos e animação. Os jogos exibem uma composição cinematográfica, muito semelhante à série e com isso os jogadores podem participar na acção dinâmica.” Na verdade, e depois de findo o trailer, a sensação que ficou foi a inexistência de barreira entre a animação e o jogo.

Desde já alertamos para o hands-on que o nosso colega Bruno Galvão redigiu no pretérito mês de Julho, aquando do lançamento da demonstração na Playstation Store. Por isso, e para vos ajudar a aprofundar o vosso conhecimento sobre esta edição de Naruto, fica uma leitura recomendada.

Um rebuçado para quem souber quem é ele!

Um dos modos de jogo que Matsuyama começou por destacar foi o Free Battle Mode, a grande arena de combates, centro de atenção para as 25 personagens que vão preencher o colorido, todas elas extraídas da série animada. No decurso de uma luta a nossa personagem pode usar vários objectos, como os shuriken, e mudá-los durante o combate, recorrendo ao botão direccional, o d-pad. A estratégia também pode ser objecto de alteração durante o confronto e a ajudar-nos, com cartão verde para dar uma perninha a meio da luta, vão estar duas personagens, preparadas para auxílio nos momentos críticos.

É impossível não resgatar o forte apelo dos gráficos, exibidos sempre com o colorido das séries animadas. Uso estimulante das cores. Azul, verde, branco castanho, laranja, cinzento, preto misturam-se permanentemente e formam deliciosas paletas de cores. A isto há a apresentação de cenários e personagens totalmente tridimensionais, concebidos com recurso à técnica de cel-shading ideal para promover os vastos efeitos especiais que os seguidores da série animada vão identificar num ápice.

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Vítor Alexandre

Redator

Adepto de automóveis é assim por direito o nosso piloto de serviço. Mas o Vítor é outro que não falha um bom old school e é adepto ferrenho das novas produções criativas. Para além de que é corredor de Maratona. Mas não esquece os pastéis de Fão.

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