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MLB The Show 22 - Época de continuidade

Pequenas melhorias bem-vindas não transformam radicalmente a experiência.

MLB: The Show 22 é o que se pode esperar de uma série anual de desporto. É um jogo altamente similar ao anterior e o panorama geral poderá nem permitir reparar nas pequenas melhorias que aprimoram a experiênvia. É um jogo que chega num momento em que a MLB continua com os seus planos para expandir o alcance do basebol dos Estados Unidos e, entre os seus esforços para popularizar a Major League, está a crescente expansão dos videojogos desenvolvidos pela Sony San Diego, agora disponíveis na Nintendo Switch, após a estreia na Xbox na edição anterior.

Desde os menus, estética visual dos ecrãs pelos quais passas antes de entrar no diamante, e até a qualidade gráfica quando começam as partidas, tudo é altamente familiar ao que já viste em The Show 21. No entanto, foram feitos esforços para melhorar a experiência que tens aos jogar estas partidas de basebol. Até os gráficos estão melhores... não muito, mas estão; talvez sejam uma boa analogia para olhar para o trabalho apresentado este ano. Está melhor, mas tão próximo do anterior que se poderá tornar difícil perceber o que a Sony San Diego melhorou.

Os modos Road to the Show (onde crias o teu personagem e tentas ir da Minor para a Major), March to October (onde jogas os momento decisivos de uma temporada e com diversos objetivos para ajudar na moral da equipa), Franchise (onde geres a tua equipa), Moments (desafios diários, semanais e mensais), Home Run Derby, Exhibition e Diamond Dynasty (o Ultimate Team de The Show), estão todos de volta para mais uma temporada de grandes emoções dentro do diamante no qual tentarás conquistar as 3 bases e voltar à inicial.

Em quase todos estes modos existem melhorias pensadas para tornar a experiência mais dinâmica. Se Moments, March to October e outros modos regressam sem grandes diferenças, Road to the Show é um dos modos que melhor esforço revela. Existe um maior nível de personalização na criação da personagem, podes escolher os principais atributos, áreas de especialidade, e até podes definir de imediato a posição. No geral, The Show 22 revela-se como uma camada extra de polimento sobre a experiência anterior e não propriamente um avanço significativo.

Dentro do estádio, seja como Pitcher ou Hitter, podes verificar de imediato as novidade e otimizações pensadas para tornar a experiência mais dinâmica. No caso dos Pitchers, existem várias formas de mandar a bola, podes, por exemplo, optar por uma que exige pressionar duas vezes o botão para definir a força e ângulo do movimento ou por outra que exige efetuar o movimento demonstrado com o analógico. O gameplay fica mais dinâmico do que no ano passado e também acrescenta alguma dificuldade que acaba por enriquecer a experiência.

No lado dos Hitters, as coisas também estão altamente idênticas ao que vimos em The Show 21, mas tal como nos Pitchers, existem mais opções de personalizção. A PCI é basicamente a mira que surge na Strike Zone (o rectângulo para onde o Pitcher tem de enviar a bola para não ser considera falta) e agora existe uma âncora que te "amarra" a mira a um de seis pontos da Strike Zone. Podes personalizar de diversas formas a PCI e isto ajuda imenso naquela fase inicial de descobrir qual que preferes.

MLB: The Show 22 está muito próximo do anterior, sendo uma atualização modesta que mais parece focar-se no polimento e otimização do que veio antes. No entanto, os pequenos ajustes, correções e melhorias acabam por se juntar para formar um pacote geral mais divertido e apelativo. The Show continua divertido e foi enriquecido com novas animações, maior atenção ao comportamento da IA. Para os apaixonados por basebol continua a ser a melhor opção para quem deseja conjugar isso com os videojogos.

Prós: Contras:
  • Pequenas melhorias que otimizam a experiência
  • Modos como Road to the Show, Moments e March to October continuam altamente divertidos
  • Jogabilidade que exige disciplina reforçado com mais opções de personalização
  • Novas mecânicas que tornam mais divertido o gameplay com os Pitchers
  • O modo Diamond Dynasty está repleto de objetivos e recompensas
  • Graficamente não existe uma grande evolução
  • Continuam os ocasionais erros na deteção do timing das bolas na Strike Zone

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Sobre o Autor

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Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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