Horizon: Zero Dawn Destaques

Digital FoundryHorizon: The Frozen Wilds é uma amostra tecnológica imperdível

O Digital Foundry fala de uma das experiências 4K HDR mais impressionantes que podes jogar.

Horizon Zero Dawn: The Frozen Wilds é a expansão de um dos melhores jogos do ano em todos os sentidos da palavra. Não é apenas mais do mesmo - em termos da tecnologia, é um esforço genuíno para a levar mais além e uma impressionante evolução do Decima Engine da Guerrilla Games. The Frozen Wilds vai além das florestas e planícies do original, convida-te a entrar na região mais a norte para explorar campos e montanhas cobertos de neve. Foram adicionadas novas funcionalidades ao motor para dar ênfase aos cenários e sistemas climatéricos, mas os aspectos centrais da tecnologia permanecem fortes: desde a deslumbrante iluminação à implementação HDR de topo e a performance suave, não há dúvida que Horizon é um jogo lindo.

Digital FoundryMundo em movimento: time-lapse 4K em Horizon Zero Dawn

O Digital Foundry demonstra a escala e profundidade do mundo aberto da Guerrilla.

Em Horizon Zero Dawn, a Guerrilla capitalizou o seu conhecimento técnico para entregar um dos mais belos jogos em mundo aberto de todos os tempos. O mundo é impressionante tanto em escala como em profundidade, apresentando vastos desertos, florestas densas a montanhas cobertas de neve e arranha-céus abandonados. Neste time-lapse do Digital Foundry visitamos diversos locais em todo o mundo de Horizon, demonstrando a atenção ao detalhe. Desde folhas individuais a gigantes montanhas, o detalhe é arrebatador. Ao criar este vídeo, visitamos quatro cantos distintos do mundo para demonstrar a sua variedade.

Digital FoundryHorizon é uma grande obra tecnológica na PS4 e Pro

Actualização: Como está o novo modo de desempenho?

Actualização (27/02/2017): A actualização 1.02 já está disponível para Horizon Zero Dawn, entregando algumas pequenas melhorias e mudanças. Contudo, para os utilizadores da PS4 Pro, é possível escolher entre dois modos de renderização, nomeadamente um que favorece o desempenho e outro a resolução. As implementações anteriores de modos de desempenho em jogos como Knack, Rise of the Tomb Raider e inFamous vieram como um rácio de fotogramas desbloqueado, conduzindo a uma experiência mais rápida mas inconsistente. Tal não acontece em Horizon Zero Dawm, que opta por um desempenho mais suave.

É impossível não ficar impressionado com Horizon: Zero Dawn. Depois de termos experimentando extensivamente este jogo durante cerca de quatro horas, a propósito de uma viagem a Amesterdão para visitar a Guerrilla Games, podemos dizer com segurança que merece sem dúvida uma posição entre os títulos mais aguardados de 2017. Até agora o nome da Guerrilla Games estava associado a Killzone, a série pela qual este estúdio era responsável já desde a PlayStation 2, mas com sede de algo novo, a Guerrilla Games criou Horizon Zero: Dawn, que é completamente diferente de tudo o que fez até hoje. Passar de um uma série de jogos de tiro para um jogo em mundo aberto não é fácil, mas diria que a Guerrilla cumpriu com mérito a tarefa.

ArtigoHorizon: Zero Dawn e a Guerrilla na Lisboa Games Week

Jogámos com Aloy e descobrimos mais dos robôs.

O segundo dia da Lisboa Games Week ficou marcado pela apresentação de David Ford, Lead Quest Designer do estúdio Guerrilla Games, que se deslocou até à capital Portuguesa para falar de Horizon Zero Dawn, um dos mais aguardados jogos para a PlayStation 4 em 2017. Talvez Horizon seja mais do que isso, talvez tenha um peso em cima dos seus ombros que não tenha pedido, o novo trabalho dos Holandeses da Guerrilla parece ter-se tornado numa espécie de "panfleto" para as capacidades de PlayStation 4 Pro, que não se tem mostrado totalmente afinada, e o jogo que muitos acreditam estabelecer uma linha em que finalmente os jogos vão tirar verdadeiro proveito da máquina. Para muitos, é o mergulhar numa nova realidade em que ouvem termos como "60fps ou "upscale", o que força a Guerrilla e a Sony a dedicar tempo a temas que vão além do seu jogo, especificamente.

ArtigoImpressionante RPG de acção no horizonte - Horizon: Zero Dawn

Impressões a partir da Barcelona Games World.

Na passada semana decorreu na capital catalã o evento Barcelona Games World. Depois de duas edições em Madrid, o evento mudou de localização e parece ter surtido o efeito desejado entre os organizadores já que nos 3 dias de abertura ao público juntou mais de 120 mil visitantes, um número que vai de encontro às melhores expectativas.

Digital FoundryPS4 Pro - Análise à Performance: Horizon Zero Dawn

O Digital Foundry investiga os rácios de fotogramas e o inovador upscaler 4K.

De momento, a media PlayStation 4K Pro é escassa e queremos tirar proveito do que temos. Horizon: Zero Dawn é um dos jogos mais impressionantes que vimos na PlayStation Meeting e um exemplo fascinante do quão bem funcionam os algoritmos da conversão de resolução, para criar uma melhoria substancia para os donos de ecrãs 4K comparado com a 1080p nativa presente na PS4 normal.

ArtigoHorizon: Zero Dawn - O domínio das máquinas

Guerrilla Games sai da zona de conforto.

Pela primeira vez a Guerrilla Games não vai fazer um jogo de guerra. E não fosse o longínquo Shellshock: Nam '67, seria também a primeira aventura fora do universo Killzone. É, portanto, um momento importante para o estúdio. O momento para mostrar que é capaz de criar algo novo e refrescante. Uma lufada de ar fresco para uma equipa que passou mais de 10 anos agarrada à mesma franquia.

Horizon: Zero Dawn - Data de lançamento, trailer, edição de coleccionador

Estúdio de Killzone aposta numa nova ideia

Depois de Killzone 2 e Killzone 3 na PlayStation 3, o estúdio Guerrilla Games de Amesterdão, na Holanda, decidiu entrar na nova geração com Killzone: Shadowfall mas tal parece ter sido apenas um título pensado para dar ao lançamento da PlayStation 4 um nome familiar. Isto porque antes desse jogo começar a ser pensado, já Horizon: Zero Dawn estava a ser preparado. No entanto, devido à escala e ambição do projecto, e por ser um estilo de jogo inédito para este grupo de trabalho, preciso de mais tempo em desenvolvimento e demorou mais tempo a ser revelado.

Na E3 2015, a electrizante conferência da Sony comprovou o que havia sido sugerido meses antes em alguns rumores, um nova propriedade intelectual do Guerrilla Games em exclusivo na PlayStation 4. Nesta tentativa e escapar a Killzone, o estúdio enveredou por um RPG futurista pós-apocalíptico cuja capacidade visual continuou a ser um dos mais importantes focos. Combate intenso contra gigantescas criaturas mecanizadas, tribos para conhecer e imensas planícies selvagens para explorar, são alguns dos conceitos base nos quais Horizon: Zero Dawn está sustentado.

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ArtigoHorizon tinha o direito a ser o grande anúncio da Sony na E3

A Guerrilla Games tem em mãos algo fascinante.

Aloy permanece de pé num ponto elevado observando o mundo em seu redor. A guerreira destemida está sozinha e sem o apoio da sua tribo acreditando que este é um local mais proveitoso para as suas intenções. À sua frente estende-se uma enorme planície que facilmente relembra os mais belos parques naturais norte-americanos. Ao fundo, a delinear o limite do que consegue ver temos montanhas banhadas de neve enquanto mais perto de si um rio dança pelo meio das árvores de folha castanha numa imensa planície verdejante.