The Division Destaques

ArtigoThe Division: A segunda Incursion é melhor do que a primeira?

As nossas impressões da actualização Conflict.

Foi na passada Terça-Feira que The Division foi actualizado com diversas novidades. Depois de uma primeira actualização e de uma Incursion que deixaram a maioria dos fãs desiludidos, a Massive Entertainment tinha muito a provar nesta segunda entrega. Após uma paragem de algumas semanas, para testar novos jogos ou para voltar a outros, regressamos à Manhattan destruída de The Division para conferir as novidades que tem para oferecer. Mais uma vez, um dos destaques da nova actualização é uma nova Incursion, chamada Clear Sky.

ArtigoThe Division: A primeira Incursion é uma desilusão

A Massive ainda tem muito para aprender.

Depois de mais de um mês de espera, The Division recebeu finalmente na passada Terça-Feira a primeira Incursion, uma nova missão para o end-game muitas vezes comparada a uma Raid, as actividades mais difíceis e recompensadoras nos jogos deste género. Com um end-game inicialmente limitado às missões diárias e à Dark Zone, a chegada da primeira Incursion era essencial para manter o jogo vivo entre a comunidade, dando razões aos fãs para continuarem a jogar e a melhorar o equipamento da sua personagem. Depois de alguns tentativas falhadas com o sistema de matchmaking da Incursion, este fim-de-semana finalmente conseguimos reunir uma equipa de conhecidos e chegar ao fim desta actividade. Será que cumpre as expectativas?

ArtigoThe Division - a minha irritante e apaixonante obsessão

O que fazer quando não se tem que fazer!

Perto das 90 horas de jogo, The Division começa a revelar-se como uma paixão fulminante que brincou com o meu entusiasmo durante aquele breve período de 'flirt' e depois me abandonou de um momento para o outro, deixando-me sem saber o que fazer. A mais recente propriedade intelectual da Ubisoft é um declarado sucesso pela companhia, um jogo que procurou capitalizar com valores que se tornaram mainstream em grande parte muito devido ao excelente Destiny da Bungie. Não é de admirar que uma espécie de pseudo-Halo MMO tenha tido o sucesso que teve, afinal de contas um estúdio que desenvolve jogos que vendem milhões e que eleva a níveis singulares a dedicação dos seus fãs, não poderá ver o seu sucesso remetido a uma obra do acaso e este nem desaparece de um dia para o outro, ou quando muda de nome.

ArtigoThe Division - A Dark Zone precisa de melhores recompensas

Neste momento é uma festa fútil de grinding.

Se estão a jogar The Division e já tiveram a oportunidade de visitar a Dark Zone, então já devem ter percebido que as recompensas deste modo são na sua grande maioria uma desilusão. Não estamos a falar de quantidade, mas sim da qualidade das recompensas. Ao eliminarmos os inimigos e Bosses da Dark Zone, recebemos recompensas constantemente, mas a grande maioria delas não melhoram as estatísticas da nossa personagem.

Depois de dois testes beta, The Division abre finalmente a sua recriação de Nova Iorque às massas. Fora alguns problemas, o jogo parece estar a aguentar-se. As ligações online têm sido estáveis e em termos de performance nas consolas, pouco separa o jogo final do código beta. Mais uma vez, a Ubisoft entrega um bom título nas consolas, ambas oferece gameplay suave e visuais impressionantes que te transportam para as ruas desertas de Manhattan.

ArtigoDepois de 16 horas, estamos a ficar aborrecidos com The Divison

Aqui estão algumas das nossas impressões até agora.

Desde que The Division foi lançado que basicamente tudo o que fizemos foi jogar. Embora a maioria só tenha começado a jogar às 00h01 de 8 de Março, a nossa versão permitiu-nos começar a jogar algumas horas antes e neste momento já vamos com mais de 16 horas investidas. Ainda é cedo para avançar com uma análise, no entanto, ao longo deste período já ficamos com algumas impressões do jogo, que poderão ser valiosas para aqueles que estão indecisos entre comprar ou não.

Pela nossa análise, a versão Xbox One da beta de The Division corria a 1080p, tal como na PlayStation 4, mas muitos repararam que a qualidade de imagem parecia mais suave, mesmo com a opção de nitidez em valores iguais. A decisão da Ubisoft em prolongar a beta deu-nos uma oportunidade para nova análise e parece que está presente um conversor dinâmico de resolução na consola Microsoft.

The Division - As Impressões da Beta

ArtigoThe Division - As Impressões da Beta

Será que a espera valeu a pena?

O momento finalmente chegou. Após uma demonstração estonteante na E3 2013 e de vários adiamentos, a Ubisoft comprometeu-se a definir uma data de lançamento para The Division. Mais do que isso, permitiu que os jogadores experimentassem o jogo numa beta fechada que decorreu no PC, PlayStation 4 e Xbox One. Com várias horas em cima e com tudo o que a beta tinha para oferecer escrutinado, estamos aptos para partilhar com os nossos leitores as nossas impressões daquele que é um dos jogos mais aguardados de 2016. Estamos cientes que a beta não é representativa da versão final, mas foi o suficiente para termos algumas ideias do que esperar na versão final que chegará a 8 de Março às três plataformas.

The Division é basicamente o Destiny da Ubisoft. Não estamos a tentar traçar uma comparação directa entre ambos, até porque existem várias diferenças, no entanto, os dois jogos possuem a mesma ambição: oferecer uma experiência com elementos RPG / MMO em que todos os jogadores estão sempre ligados à rede. Isto significa que, mesmo que não tenham ninguém no vosso grupo, nunca estarão sozinhos. Ao explorar a devastada cidade de Nova Iorque vão encontrar sempre outros jogadores. Podem juntar-se a eles ou simplesmente ignorá-los, mas tal como Destiny, parece que a maior diversão vem de jogar acompanhado. Embora seja possível completar as missões da história sozinho, a forma como a Dark Zone está idealizada penaliza quem esteja sozinho e favorece os grupos de vários jogadores.

Esqueçam o Stealth

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Análise à performance: The Division beta

Digital FoundryAnálise à performance: The Division beta

Ubisoft Massive procura paridade entre consolas.

A beta deste The Division pode não estar à altura da espectacular demo E3 2013 - na altura uma mascote do potencial da PlayStation 4 e Xbox One - mas o que temos hoje ofusca a maioria dos jogos de actual geração em termos técnicos. Uma Nova Iorque pós-epidemia é o palco para alguma da melhor iluminação presente nas consolas, desde colunas de nevoeiro volumétrico, reflexos de alta qualidade, e partículas afectadas pelo vento. A atmosfera reina e as ruas cobertas de neve são uma demonstração do poder do novo motor Snowdrop.

Investigámos a beta na PS4 e One para descobrir que a força está na performance e não nos visuais. Fixas a 30fps, aguentam-se bem neste número na maioria das zonas perigosas de Manhattan. As missões de história correm sem soluços na PS4, enquanto missões secundárias estilo "vai a X e derrota Y" correm igualmente bem - na consola Sony não vimos picos no alvo de 33.3ms necessário para chegar a este rácio de fotogramas.

A Xbox One é quase tão sólida. Tens 30fps quase fixos mas ao entrar pelas portas da missão no Madison Field Hospital desce para 28fps, não acontece na PS4. V-sync adaptável é revelada e o screen-tear surge por uns fotogramas. É um momento único e todas as outras missões correm a perfeitos 30fps, somente um tiroteio num restaurante, nesta mesma missão, despoleta outra queda.

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A E3 é sempre o maior evento de videojogos do ano e as expectativas estão sempre em alta para o que as editoras e fabricantes de consolas estão a reservar para o evento que se realiza todos os anos no início de junho na cidade de Los Angeles. Como em anos anteriores, o Eurogamer Portugal marcará presença no evento e já estamos a ficar ansiosos para a quantidade incrível de jogos que vamos poder jogar no Convention Center de 10 a 12 de junho (amanhã começamos já a nossa viagem para o outro lado do mundo).

Jogado em direto na PlayStation 4 como o ponto alto da conferência repleta de trailers da Ubisoft, The Division dá novo vigor às nossas expetativas sobre os jogos na próxima geração. Com a sua abordagem sempre online, pós-pandemia na cidade de Nova Iorque, tem um conjunto de avançado trabalho de efeitos e físicas que é difícil acreditar ser possível na tecnologia das atuais consolas. É o favorito técnico do momento, pegando no manto que anteriormente pertencia a Watch Dogs da própria Ubisoft (e do agora, infelizmente, defunto projeto Star Wars 1313) como indicadores do que poderia ser alcançado com desenvolvimento exclusivo na PS4 e Xbox One.

ArtigoTom Clancy's The Division - antevisão E3 2013

Quando as fundações da sociedade colapsam.

Pelo segundo ano consecutivo, a Ubisoft voltou a surpreender na ponta final da sua conferência para a E3. No ano passado, houve até muita gente que a considerou como a melhor de todas, com a cereja no topo do bolo a ser Watch Dogs, um jogo que ganhou imediata atenção. Este ano não foi diferente. A editora francesa preparou uma boa conferência, muito focada nos jogos, sem quebras ou interrupções desinteressantes, de olhos postos na próxima geração e com algumas "franquias que pretendem inovar e transformar certos géneros", palavras de Yves Guillemot, o CEO da companhia. No final, novamente uma grande surpresa, com Tom Clancy's The Division, um jogo que arrancou genuínos aplausos da plateia instalada no Los Angeles Theatre.