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Richard Leadbetter

Technology Editor, Digital Foundry

Rich has been a games journalist since the days of 16-bit and specialises in technical analysis. He's commonly known around Eurogamer as the Blacksmith of the Future.

Featured articles

Digital FoundryApex Legends: o motor de Titanfall 2 evoluído?

As versões PC e consolas analisadas ao pormenor.

Há pouco mais de 11 anos, a Infinity Ward revolucionou os jogos multiplayer online com o lançamento de Call of Duty: Modern Warfare. Na semana passada, a Respawn Entertainment, com muitos dos membros da equipa principal responsável pelo título revolucionário de 2007, lançou a sua versão do popular género Battle Royale, chamado Apex Legends. Situado no mesmo mundo de Titanfall 2, o jogo não possui a vantagem tecnológica que Modern Warfare teve na sua época, mas a qualidade da acção brilha de formas que os seus concorrentes lutam para igualar.

Anthem foi revelado pela primeira vez durante a conferência da E3 de 2017 da Microsoft, uma mostra climática que mostrou o motor Frostbite da EA num novo nível, com fidelidade visual e densidade nunca antes vistos nesta geração de consolas. Foi-nos dito que estava a correr em tempo real, que estava a correr numa Xbox One X e tudo isto tornou os últimos fins de semana em que jogamos o demo verdadeiramente fascinantes. Para ir directo ao ponto: a demo era uma representação precisa das credenciais visuais do produto real? Não. É um lindo jogo da actual geração? Sim, mas há um preço a pagar.

Digital FoundryPUBG na PlayStation 4: um port básico com arestas por limar

Uma conversão sem inspiração de um jogo Xbox One.

Playerunknown's Battlegrounds está de volta com um novo port para consola, chegando finalmente à PlayStation 4 12 meses após a sua estreia como um exclusivo temporário da Xbox One (onde o título foi transferido para o serviço de assinatura Game Pass da Microsoft). Disponível por cerca de 30 euros, iniciamos este título questionando-nos se a PUBG Corporation conseguiu resolver os problemas remanescentes com o código da Xbox One, e até que ponto o port pode ter sido alterado ou melhorado em relação ao jogo existente.

Digital FoundryJust Cause 4 - Análise à performance - Todas as consolas testadas

O jogo é bem mais ambicioso que JC3 - mas como está a framerate?

Será que a Avalanche consegue colocar a franquia Just Cause de volta no bom caminho? A chegada da última entrada da série nesta semana mostra a produtora a ampliar as suas ambições para o jogo: física ainda mais insana, tarefas mais diversas, missões mais repletas de acção e a chegada de condições climáticas adversas espalhadas por quatro biomas diferentes. Tendo em mente os problemas que o último jogo tinha nas consolas, será que a produtora deu um passo maior que a perna? Parece ir contra as probabilidades mas a verdade é que Just Cause 4 consegue comportar-se devidamente - o jogo é muito mais desafiador no hardware das consolas e, no entanto, o desempenho apresentado é uma melhoria abismal em relação ao seu antecessor.

Algo de estranho passa-se com a PlayStation Classic da Sony - o que devia ser uma celebração de uma consola verdadeiramente icónica, foi comprometido por uma selecção desigual de jogos, emulação abaixo do esperado e a escolha bizarra de usar uma mistura de jogos NTSC e PAL numa máquina com um saída de alta definição bloqueada a 60Hz.

A Nvidia demorou dez anos para finalizar a tecnologia de ray-tracing em tempo real encontrada nas novas placas GeForce RTX mas, finalmente, a imprensa recebeu cinco dias para analisar aquilo que está a ser apelidado de hardware gráfico de próxima geração. Iremos actualizar esta análise em breve com dados adicionais, mas aquilo que podemos partilhar contigo hoje é o quão poderosas são as novas ofertas em relação aos seus antecessores e dar-te uma ideia do que a nova arquitectura de Turing pode oferecer em termos de novos recursos. E isto é apenas uma parte - Turing oferece tecnologia de ray-tracing em tempo real e técnicas de reconstrução de imagem que potencializam uma mudança no panorama dos videojogos juntamente com uma melhoria do desempenho - mas, de momento, não há jogos disponíveis no mercado que utilizem estes recursos.

Chegou a versão Android de Fortnite e agora podemos comparar o jogo da Epic Games em vários dispositivos mobile - desde telemóveis até à Nintendo Switch em modo portátil. É fascinante incluir a híbrida da Nintendo, que revela como APIs gráficas de baixo nível e um foco dedicado aos jogos permitem que equipamento mobile mais antigo se compare com - e por vezes ultrapassa - telemóveis de topo actuais.

Foi revelado que o firmware lançado recentemente para a Nintendo Switch que permite pirataria contém um "brick code", algo que pode tornar o dispositivo inutilizável e projectado de maneira a impedir que o mesmo seja copiado - uma situação ligeiramente irónica. O investigador de segurança Mike Heskin usou o Twitter para revelar as descobertas da sua análise do firmware personalizado da Team Xecutor, 'SX OS'. É um patch do software para o sistema operacional da Switch, lançado em conjunto com uma falha do hardware que abre a porta para a execução de códigos não autorizados - ou seja, homebrew - mas também permite a execução de jogos copiados.

Digital FoundryFar Cry Classic Edition é um port PC básico

É na mesma uma grande melhoria sobre a anterior geração.

Far Cry 3 Classic Edition já se encontra disponível para quem comprou o passe de temporada de Far Cry 5 e a recepção tem sido mista. Por um lado, oferece uma melhoria incrível sobre o original na Xbox 360 e PlayStation 3, mas pelo outro, é basicamente um port directo da versão PC. Talvez seja por isso que se chama Classic Edition e não Far Cry 3 Remaster - pois segundo os nossos testes, a única mudança parece estar na adição de Classic ao logo.

Digital FoundryH1Z1 na PS4 Pro oferece uma vantagem no gameplay

A consola mais poderosa oferece um rácio de fotogramas superior.

O domínio de Fortnite no espaço das consolas não mostra sinais de abrandamento e, no espaço de alguns meses, irão chegar mais jogos do género ao mercado - e o dilúvio começa na PlayStation 4 com o lançamento do H1Z1, um port de um dos primeiros exemplos do género. É fascinante compará-lo contra a concorrência: as semelhanças com o PUBG são lendárias (devido ao facto de Playerunknown ter trabalhado em ambos os títulos), mas a execução é muito, muito diferente. Para começar, a produtora Daybreak Games tem como objectivo os 60 fotogramas por segundo na consola, semelhante a Fortnite da Epic e chegando ao dobro do desempenho de PUBG na Xbox One.

Digital FoundrySony está a trabalhar com tecnologia Ryzen CPU da AMD - a PS5 é o alvo mais provável

Programador PlayStation está a melhorar o suporte Ryzen numa principal ferramenta de desenvolvimento.

Um dos principais programadores na Sony, associado com o Advanced Technology Group da companhia está a trabalhar com a tecnologia Ryzen da AMD, para melhorar o suporte à micro-arquitectura Zen dentro do compilador LLVM - um componente principal de uma ferramenta usada no desenvolvimento PlayStation 4. Não existe nenhum produto PS4 que usa o processador Ryzen, criando a especulação que isto está relacionado com uma possível PlayStation 5 que está actualmente em desenvolvimento.

Digital FoundryDF Retro: Revisitámos a E3 2004 - PlayStation Portable vs Nintendo DS

As máquinas que definiram os videojogos portáteis, desde os smartphones à Switch.

Vamos regressar à E3 2004 e reexaminar aquela que parecia uma das guerras de consola mais unilaterais da história. A Sony apresentou a sua PlayStation Portable, tecnologicamente avançada, nessa E3 onde também foi revelada a Nintendo DS. O aparelho de baixas especificações da criadora de Mario parecia descartada após uma revelação morna, mas em termos de sucesso de vendas, foi a portátil da sua geração, a PSP eventualmente terminou num bom segundo lugar. Ambas foram importantes e o seu legado persiste na constituição dos dispositivos mobile da actualidade, os conceitos pioneiros da Nintendo e Sony foram cruciais para a constituição do smartphone actual - sem falar na Nintendo Switch.

Acreditas que o remaster PlayStation 4 de Parappa the Rapper é na verdade a versão PSP a correr por emulação? É uma afirmação espantosa apresentada por hackers que usaram consolas PlayStation 4 comprometidas para examinar o código do jogo, revelado por 'KiiWii' no fórum GBATemp (merecendo ainda menções para o Ars Technica pela apresentação da história). A remasterização parece surgir na forma de um pacote de texturas em alta resolução que troca os assets PSP originais por versões melhor enquadradas para um sistema de actual geração.

É potencialmente uma revolução no que diz respeito ao mercado das consolas - assim como tem sido para os jogadores de PC. A tecnologia de actualização variável (variable refresh technology) é um grande passo na melhoria da experiência do jogo, diminuindo a trepidação e removendo o screen-tearing. Na verdade, trata-se de um conceito bastante simples, nivelando o desempenho ao colocar o GPU no comando sobre o momento em que o monitor deve apresentar um novo fotograma. Isto é revolucionário. As taxas de fotogramas desbloqueadas já não são um problema - na verdade, a jogabilidade de 40-50fps pode parecer quase tão suave como 60fps. É um truque notável mas, em suma, funciona. O G-Sync da Nvidia liderou o caminho, mas é a alternativa da AMD - FreeSync - que foi incorporada na Xbox One, e tivemos finalmente a oportunidade de testar a tecnologia. Ainda é claramente muito cedo mas, no seu melhor, os resultados são bastante notáveis.

Os rumores e murmúrios estão a evoluir para reportagens em grandes websites, o website Semiaccurate está a oferecer acesso aos subscritores de alto nível àquilo que afirma ser as especificações iniciais, enquanto fugas não-verificadas e as falsificações elaboradas estão a começar a aparecer no forum ResetEra. A PlayStation 5 está de facto em desenvolvimento, mas os detalhes concretos sobre o hardware são obviamente limitados - ainda estamos distantes do lançamento, afinal de contas. Mas a Sony, e também a Microsoft, estão a operar num mundo de tecnologias existentes disponíveis para vários compradores e podemos oferecer uma boa ideia dos desafios e possibilidades dos fabricantes de plataformas - para não falar de quando é que uma nova máquina pode tornar-se viável. Existe também uma grande questão que talvez consigamos abordar - até que ponto um salto geracional é possível.

Digital FoundryWipEout Omega Collection na Realidade Virtual

O Digital Foundry jogou-o na PS4 Pro.

Já a consideramos uma compra altamente recomendada para os utilizadores da PlayStation 4 e Pro, mas WipEout Omega Collection da Sony sobe hoje um patamar devido às melhorias gratuitas que introduzem suporte para Playstation VR. Tivemos acesso à versão PS4 Pro e jogámo-la extensivamente - e podemos garantir que se trata de algo especial.

Passaram três meses desde que Playerunknown's Battlegrounds chegou à Xbox One e Xbox One X. Lançado em formato de Acesso Antecipado, ficou desde logo aparente que a versão de consola tinha sérios problemas: a apresentação deixava a desejar, as texturas sofriam graves problemas de streaming e o rácio de fotogramas estava abaixo do aceitável, para sermos generosos. Três meses depois e chegaram melhorias, mas a performance, vital para PUBG, ainda deseja a desejar - algo com o qual os responsáveis concordam.

Digital FoundryEm teoria: Poderá uma revisão de hardware à Switch prolongar a sua vida?

A Nintendo quer que a Switch dure além de 2021 - a tecnologia melhorada é a solução natural.

Na semana passada, emergiram notícias dos planos imediatos e a longo prazo da Nintendo para a Switch, publicados no Wall Street Journal. O título tornou claro que não haveria revisão de hardware este ano, com a Nintendo a destacar os periféricos USB-C e a sua fascinante iniciativa Labo. Contudo, escondido no relatório de Fevereiro para os investidores, o CEO da Nintendo, Tatsumi Kimishima, falou sobre os seus planos para prolongar o ciclo de vida da Switch para além da média de cinco a seis anos, levando o ciclo da consola híbrida até 2021, pelo menos. Para que isto funcione, as revisões de hardware são inevitáveis.

Digital FoundryDigital Foundry - Witcher 2 a 4K na Xbox One X comparado com a versão PC

Os visuais do jogo de 2011 da CD Projekt ainda estão bons - mesmo em ecrãs UHD.

The Witcher 2: Assassin of Kings é uma novidade especial nos clássicos Xbox 360 com melhorias na Xbox One X, que nos deixou altamente entusiasmados para o experimentar na consola. A versão 360 não foi uma mera conversão, mas sim uma remodelação do original PC, construído para tirar proveito de uma plataforma mais poderosa. A conversão sofreu vários cortes, mas até apresentou algumas melhorias. A questão agora é como fica num ecrã 4K e como está o original PC a correr na mesma resolução?

Ainda é brilhante. É mesmo. Na Xbox One X, Crackdown é ainda melhor do que aquilo que te lembras. O clássico de 2007 é convertido lindamente para uma resolução 4K mas o facto mais estonteante é que o gameplay ainda é válido - puramente soberbo. Peguei no jogo exactamente no ponto em que o deixei - com um Agente repleto de ferramentas, no seu nível máximo, próximo a enfrentar o último gang do jogo, o vilão Shai-Gen. O que aconteceu a seguir é Crackdown no seu melhor: carnificina absoluta nas estradas de Pacific City, guerra urbana numa escala simplesmente espectacular. É - provavelmente - o melhor euro que alguma vez gastei num jogo.

Digital FoundryDF Retro: O que era real na revelação da PS3 na E3 2005?

Além dos alvos, uma visão para o futuro da tecnologia da indústria.

O ano de 2005 daria início a uma geração de consolas que iria oferecer um salto estratosférico no poder de processamento e capacidades dos jogos, comparado com a PlayStation 2, Xbox e GameCube. Antes da E3 2005, a Microsoft já tinha anunciado a Xbox 360 - estranhamente, através de um programa especial na MTV - mas os jogadores não ficaram espantados com o equipamento de pré-produção revelado. Os olhos estavam todos postos na Sony para revelar a PlayStation 3 na E3 2005 e quando o momento chegou, os jogadores assistiram uma inacreditável demonstração de tecnologia de topo. Inacreditável, literalmente.

Digital FoundryDigital Foundry - Forza Horizon fica espantoso a 4K na Xbox One X

Não precisa de remaster: é outra bela amostra da retro-compatibilidade.

A Microsoft apresentou novos jogos Xbox 360 retro-compatíveis com melhorias na Xbox One X - Forza Horizon, The Witcher 2, Crackdown 2 e Fable Anniversary Edition. Temos um aumento de 9x na resolução em todos, juntamente com melhor performance onde necessário, mas o nosso foco hoje é Forza Horizon. A qualidade de imagem é incrível nesta transição para Ultra HD e até existem mais melhorias.

Digital FoundryRyzen 3 2200G/ Ryzen 5 2400G análise: jogar jogos AAA sem placa gráfica?

O processador de entrada da AMD é um verdadeiro vencedor.

A AMD gosta de providenciar aos usuários de PC um óptimo CPU a rondar os 80 euros e, com o Ryzen 3 2200G, podes contar com um verdadeiro clássico. A sabedoria tradicional sugere que, ao construíres um PC para gaming, precisas de comprar tanto um CPU como GPU, mas a última oferta da Red Team oferece um pacote tudo-em-um - um CPU Ryzen quad-core, emparelhado com gráficos Radeon RX Vega. Terás, todavia, de ser realista com as configurações e resoluções de qualidade - não te esqueças que tens apenas pouco mais que 1,1 teraflops de computação para jogares - algo que será suficiente para executares a maioria dos títulos AAA para PC, testes estes que nos garantiram imensa diversão.

Digital FoundryBayonetta 2 na Switch é um port da Wii U turbinado

Pequenas melhoras visuais e no desempenho tanto em dock como em modo portátil.

No ano passado argumentamos que os ports da Wii U para a Switch são positivos. São uma oportunidade de fortificar o catálogo da nova consola híbrida da Nintendo com um leque de jogos de qualidade que nunca receberam a exposição merecida. Escrevemos essa peça com base nos ports de Bayonetta sugeridos pela Platinum Games e, seis meses depois, esses jogos estão nas nossas mãos.

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