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John Linneman

Staff Writer, Digital Foundry

An American living in Germany, John has been gaming and collecting games since the late 80s. His keen eye for and obsession with high frame-rates have earned him the nickname "The Human FRAPS" in some circles. He’s also responsible for the creation of DF Retro.

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Digital FoundryDonkey Kong Country: Tropical Freeze está melhor na Switch

Melhor resolução na dock e tempos de carregamento mais rápidos.

Digital FoundryGod of War é mais um feito técnico para a PS4

Trabalho fenomenal da Santa Monica Studio.

Digital FoundryO novo patch 4K para Doom analisado na Xbox One X e PS4 Pro

A qualidade da imagem foi melhorada. E a performance?

A tecnologia de Sea of Thieves cria uma experiência única

O Digital Foundry fala do feito tecnológico da Rare.

Digital FoundryFortnite: iPhone X versus Xbox One X

X vs X: o smartphone mais poderoso do mundo compete contra os seis teraflop do monstro da Microsoft.

Será que a tecnologia móvel consegue correr um jogo construído para PC, Xbox One e PlayStation 4? Alguns poderão dizer que a Nintendo Switch já o fez no passado mas a versão iOS de Fornite é um dos exemplos mais convincentes que vimos até agora no que diz respeito à convergências das tecnologias mobiles e das consola - neste confronto, é fascinante perceber como Fornite em iOS se compara com a versão Xbox One. Tens um iPhone mais velho? Bem, terás uma experiência que irás reconhecer, se bem que se encontra num patamar abaixo.

Digital FoundryGod of War é a próxima grande amostra da PS4

O Digital Foundry analisa o jogo na PS4 Pro.

Um estúdio com um herança notável na excelência técnica, a Sony Santa Monica está prestes a concluir o seu mais recente título, God of War, e na semana que passou tivemos a oportunidade de ver o jogo em acção nos gloriosos 4K da Playstation 4 Pro. Logo à partida, é claro que aquilo que vemos promete revolucionar. God of War poderá ser posicionado de forma confortável junto a Uncharted 4 e Horizon Zero Dawn no que diz respeito à qualidade da sua tecnologia.

Sempre existiu a sensação que não tivemos a versão definitiva de Final Fantasy 15 e que as consolas não têm poder para entregar a visão original dos criadores. A PlayStation 4 Pro e a Xbox One X melhoraram a resolução e fidelidade sobre as originais, mas ficou a sensação que o jogo tinha mais para oferecer. Com a chegada da versão PC, vemos o motor Luminous Studio no seu melhor. As exigências podem ser complicadas - inacreditáveis até - se quiseres ver tudo, mas a recompensa visual é espantosa.

Digital FoundryDigital Foundry - Metal Gear Survive: testado em todas as consolas

Bom o suficiente na PS4, Pro e X - mas a Xbox One passa por dificuldades.

Metal Gear Survive é um enigma - um spin-off do seu ilustre predecessor, que leva a série para uma nova direcção. Os créditos revelam uma mistura de funcionários da Konami que trabalharam em MGS5 e outros que trabalham na série pela primeira vez. É uma equipa que não tem o mesmo talento para trabalhar com o Fox Engine - o que resulta num downgrade técnico sobre MGS5.

Digital FoundryBayonetta na Switch é a versão definitiva para consolas?

Melhor performance do que na Wii U e Xbox 360 - mas e a Xbox One X?

Já jogamos Bayonetta 2 na Nintendo Switch e chegamos à conclusão que apesar das pequenas melhorias visuais serem bem-vindas, foi a performance que mais nos impressionou, mais perto dos 60fps. Com isso em mente, não surpreende ver o mesmo no primeiro jogo, mas o original está disponível no PC e Xbox 360 (é melhor esquecer a versão PS3), o que nos deixa a pensar em como se porta a versão Switch comparada com estas?

Digital Foundry - Monster Hunter World testado em 4 consolas, 8 modos - qual o melhor?

As consolas mais poderosas oferecem melhor performance e gráficos.

Monster Hunter World promete mudanças ambiciosas numa fórmula que passou por várias gerações, suportadas por nova tecnologia - mas o resultado final foi bem sucedido? Monster Hunter World usa o motor MT Frameworkd da Capcom, que permite cenários de grande tamanho e criaturas detalhadas, tal como visto em Lost Planet 2 e Dragon's Dogma. Monster Hunter World já não está divido em zonas mais pequenas, permitindo exploração ininterrupta. Os monstros já não correm entre pontos de carregamento e a caçada é mais aberta. O mais interessante é que podes viajar instantaneamente para o acampamento.

Shadow of the Colossus da Team Ico é tão respeitado e acarinhado pela audiência PlayStation pois é um jogo que levou a PS2 até onde nunca tinha ido, mas também graças ao seu estilo e atmosfera especiais, que o distinguem de tudo o resto. É o tipo de jogo que chega muito raramente - uma experiência que fortalece o teu gosto pelos videojogos.

2017 podia ter sido o Ano do Ouriço graças à chegada de dois jogos Sonic de alto perfil. Sonic Mania é algo muito especial, um regresso brilhante do clássico 2D - mas no lado 3D, a SEGA deixou a desejar. Sonic Forces foi uma desilusão, uma pena tendo em conta o quão bom Sonic Generations foi - especialmente no PC. O jogo envelheceu muito bem e o suporte dos mods é excepcional e corre lindamente a 4K nativa numa gráfica da gama da GTX 970.

Digital FoundryDigital Foundry: Valeu a pena esperar por Ethan Carter na Xbox One

Sólido na consola base e com grandes melhorias na X.

O mistério escondido em The Vanishing of Ethan Carter é intrigante, mas para nós é a jornada do estúdio que mais fascina. Lançado em 2014 no PC, Ethan Carter passou por várias cirurgias até chegar à Xbox One. Ao converter o jogo para a PS4, a The Astronauts, de Varsóvia na Polónia, transformou por completo o jogo ao passá-lo do Unreal Engine 3 para o Unreal Engine 4.

Yooka-Laylee chegou finalmente à Switch e encaixa na perfeição. O primeiro jogo da Playtonic é um jogo de plataformas focado na exploração e o salto para hardware moderno permitiu aos designers criar mundos muito maiores e complexos do que os jogos nos quais se inspiraram. É por isso que existiram dúvidas sobre a versão Switch. Yooka-Laylee é um jogo Unity de larga escala na Switch e apesar de já existirem muitos jogos Unity nela, o nível de performance nem sempre foi bom, mesmo em jogos simples.

A Capcom lançou a Resident Evil Revelations Collection na Nintendo Switch, uma interessante escolha para uma conversão onde encontras uma versão melhorada de Revelations 1 - que estreou na 3DS - e a sequela, desenhada com as novas consolas em mente. A questão é se temos uma versão definitiva do original e como se compara a sequela com as versões existentes?

Este está a ser um ano espantoso para a Nintendo Switch e a Monolith Soft assegura um final forte com Xenoblade Chronicles 2. Construído com a tecnologia que nos trouxe Xenoblade Chronicles X na Wii U, este novo jogo melhora o motor de várias formas e permite novos efeitos visuais fixes, mas esta ambição deparou-se com inesperadas contra-partidas que afectam a apresentação, incluindo uma das resoluções mais baixas que já vimos. Os programadores tiveram um trabalho complicado no equilíbrio entre novas funcionalidades e os limites da híbrida da Nintendo e não temos a certeza se recompensou.

Digital FoundryDigital Foundry - Star Ocean 4 é um jogo de consola com um menu de definições de PC

Os jogadores PS4 e Pro têm todo o conjunto de definições à escolha - mas isso é bom?

Os videojogos nas consolas dedicam-se a entregar uma experiência específica para cada plataforma, ajustada pelo estúdio. Já vimos opções para rácios de fotogramas superiores mas nada como o conjunto completo de opções presentes no PC...até agora. É isso mesmo que a Tri-Ace apresenta no remaster PlayStation 4 de Star Ocean: The Last Hope. Todos os aspectos que podes ajudar no PC estão disponíveis na PS4, será uma coisa boa?

Digital FoundryDigital Foundry - Visuais com bugs afectam a impressionante actualização Xbox One X de Quantum Break

Grande aumento na resolução e melhor performance - mas os problemas visuais incomodam.

De todas as actualizações Xbox One X que testamos na fase de antevisão, Quantum Break foi uma das mais intrigantes. Permitia escolher 1080p ou 4K - ambas muito superiores à 720p da Xbox One base - com detalhes adicionais. Visualmente, oferecia uma diferença incrível sobre a versão existente, ficando mais perto da versão PC em equipamento de média a alta gama. Mas havia um problema - a performance. Na versão final, esses problemas no rácio de fotogramas não incomodam, mas agora existem bugs visuais que te distraem.

Digital FoundryHorizon: The Frozen Wilds é uma amostra tecnológica imperdível

O Digital Foundry fala de uma das experiências 4K HDR mais impressionantes que podes jogar.

Horizon Zero Dawn: The Frozen Wilds é a expansão de um dos melhores jogos do ano em todos os sentidos da palavra. Não é apenas mais do mesmo - em termos da tecnologia, é um esforço genuíno para a levar mais além e uma impressionante evolução do Decima Engine da Guerrilla Games. The Frozen Wilds vai além das florestas e planícies do original, convida-te a entrar na região mais a norte para explorar campos e montanhas cobertos de neve. Foram adicionadas novas funcionalidades ao motor para dar ênfase aos cenários e sistemas climatéricos, mas os aspectos centrais da tecnologia permanecem fortes: desde a deslumbrante iluminação à implementação HDR de topo e a performance suave, não há dúvida que Horizon é um jogo lindo.

Digital FoundryDigital Foundry - Hitman na Xbox One X fica ainda melhor

4K nativa com visuais melhorados ou 1440p a 60fps - tu escolhes.

A IO Interactive adquiriu os seus próprios direitos à Square Enix e recuperou os direitos sobre a série Hitman que criou. Uma nova edição GOTY está disponível, com todos os conteúdos e uma nova campanha Paciente Zero. O estúdio melhorou o aspecto de Hitman e apresentou uma actualização Xbox One X altamente impressionante.

Digital FoundryFinal Fantasy 15 na Xbox One X: melhor que na Pro mas ainda existem problemas

A melhor versão nas consolas - mas ainda precisa de polimento.

Final Fantasy 15 mudou muito desde o lançamento em 2016 e a Square Enix continuou a apoiar o jogo com actualizações e mudanças para melhorar a experiência do jogador - mas nem sempre correu pelo melhor. A PlayStation 4 Pro recebeu suporte no lançamento, mas a implementação sempre foi inconsistente. Algumas funcionalidades vieram e foram e nunca correu como esperado. Será que a Xbox One X entrega a experiência que desejamos?

Digital FoundryDigital Foundry - Análise à versão 'impossível' de DOOM na Switch

Um espantoso feito tecnológico, mas não serão demasiados cortes?

Mais de 20 anos depois, um dos gigantes dos FPS está de volta à Casa de Mario. Doom para a Super NES, apesar da sua lentidão, foi uma demonstração da tecnologia na máquina, enquanto com a conversão Game Boy Advance parecia que tinhas o futuro nas mãos. Existem ecos disto na versão Switch de DOOM 2016. É tecnologia mobile levada aos seus limites.

Em 2015, a 343 Industries lançou Halo 5: Guardians, um que apesar de algumas críticas foi bem recebido e é um bom shooter com gameplay sólido e uma direcção artística linda - tudo a 60fps. No entanto, a performance suave teve um preço: a qualidade de imagem. A Xbox One não era poderosa o suficiente para aguentar com tudo o que o jogo tinha para dar, mas com a chegada da Xbox One X, a visão da 343i é alcançada em pleno.

Digital FoundryDigital Foundry - Sonic Forces foca-se na PS4 e tem claros problemas nos outros sistemas

A Xbox One e Switch apresentam grandes inferiorizações, a Pro e Xbox One X apresentam poucas melhorias.

Sonic Mania trouxe a mascote da SEGA de volta às luzes da ribalta com um jogo tão bom quanto os títulos da Mega Drive. Respondeu à questão se o gameplay 2D de Sonic aguenta o teste do tempo com um estrondoso 'sim'! e foi algo refrescante. Jogos como Generations foram bons, mas a grande maioria dos jogos Sonic 3D desiludiram. Sonic Forces deixou grandes esperanças.

A espera por Super Mario Odyssey foi longa, mas para quem esperou pelo regresso da série à exploração 3D desde Sunshine, Odyssey é uma boa sequela. Está repleto de conceitos interessantes, gameplay firme e personalidade - é a Nintendo no seu melhor, uma combinação brilhante de ideias frescas e tecnologia excepcional.

Forza Motorsport e Gran Turismo: duas incríveis séries que puxam os limites das suas plataformas. Como simuladores de condução para consolas, partilham muito em comum - ambos entregam visuais de topo, um nível incrível de fidelidade e ambos têm os 60fps como objectivo. Ambos apresentam muitas pistas e carros em comum, permitindo a comparação e análise das suas tecnologias. Mas apesar de Forza Motorsport 7 e Gran Turismo Sport partilharem muitos objectivos, os resultados finais são diferentes, revelando uma profunda diferença na execução e filosofia.

O The Evil Within original apresentou vários problemas técnicos. Um rácio de fotogramas inconsistente nas consolas e uma pobre conversão PC que não queria de forma alguma correr em rácios de fotogramas elevados, era preciso melhorar muito para a inevitável sequela. Essa sequela chegou na semana passada, liderada por um novo directo e com promessas de um motor muito melhorado.

Ao longo dos anos, Gran Turismo ganhou a merecida reputação de puxar pela tecnologia das consolas e depois de uma primeiras betas nada convincentes, Gran Turismo Sport parece mais uma lição tecnológica fenomenal. No início da semana, a Sony apresentou uma demo que permitiu experimentar alguns eventos e funcionalidades. É uma oportunidade para ver o jogo e é especialmente impressionante para quem tem ecrãs HDR. Muitos jogos beneficiam com HDR, mas GT Sport representa uma melhoria tão pronunciada que sem ela não temos a experiência completa.

Digital Foundry - Analisámos a tecnologia em Red Dead Redemption 2

O motor RAGE da Rockstar brilha nas novas consolas.

Red Dead Redemption 2 é um jogo muito importante - não só para a Rockstar, mas para toda a geração de consolas. É o primeiro jogo desenhado de raiz para a PS4 e Xbox One. GTA5 recebeu uma grande melhoria quando chegou a estas consolas, mas ainda estava muito enraizado em tecnologia da anterior geração. RDR2 leva as coisas mais além, demonstrando grandes melhorias no motor RAGE da Rockstar.

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