MAG (Massive Action Game)

256 ao molho.

Em 2006 a Sony adquire a Zipper Interactive, responsável pela saga SOCOM, dois anos depois esta cria um novo projecto que foi apresentado na E3, intitulado por MAG (Massive Action Game). Com o objectivo de proporcionar uma experiência única online, a aposta foi criar um FPS que juntasse 256 jogadores em simultâneo num só mapa. Embora houvesse a dúvida se era ou não possível ter tantos jogadores juntos online, na E3 2009 verificamos que para além de conseguirem, apresentaram também um jogo graficamente evoluído.

Sendo assim, a Zipper Interactive concebeu um FPS que não foge muito do género, ou seja, um jogo baseado em estratégias de guerra, jogo de equipa, melhoramentos e experiência adquirida, deixando de lado o singleplayer, apostando unicamente na vertente multiplayer. Mas os amantes de FPS sabem muito bem que nem sempre o elevado número de jogadores favorece a experiência de jogo. Por isso, será que MAG consegue juntar 256 jogares num só mapa e mesmo assim oferecer uma jogabilidade atractiva?

A história começa em 2025, onde o mundo aparenta estar em paz, com as nações a desistirem das guerras abertas. Como o mundo não vive sem guerra, constituíram-se três companhias militares privadas que se diferenciam dos exércitos, não combatendo pela pátria mas sim pelo dinheiro, vendendo os seus serviços militares.

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256 Online, é obra.

Uma das três CMPs (Companhias Militares Privadas) é a VALOR, que é um grupo de ex-oficiais de guerra e veteranos de combate de três países diferentes, americanos, mexicanos e britânicos. Depois temos a S.V.E.R., composta por rebeldes disfarçados, entre eles existem os soldados e cidadãos com passado criminoso. Por fim temos a RAVEN, grupo em que a maioria são cidadãos alemães, franceses e italianos, geridos pelos gigantes da indústria e dispondo da alta tecnologia.

O jogador pode escolher uma das três CMPs, cada uma delas com os seus pontos fortes e fracos, tanto na tecnologia como em armas. No caso de RAVEN, é uma companhia bem treinada, distingue-se das outras companhias devido ao seu armamento de alta tecnologia, pela confiança no seu valor e usa técnicas de coordenação avançadas. A única intenção da companhia S.V.E.R. é ganhar respeito através do medo, suas armas são obtidas no mercado negro e o seu visual é muito ao género médio oriente, adaptam-se a qualquer terreno e são incentivados a ser ferozes ou cruéis. A VALOR adopta os valores que são usados pelos militares dos Estados Unidos da América, a coragem, audácia e a capacidade de sacrifício. Conseguem ultrapassar sérias dificuldades, improvisar e adaptar-se bem a qualquer situação, para além disso são disciplinados e habilidosos.

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A vista aqui de cima é bem agradável.

Existem diferenças no tipo de armamento de cada fracção, cada uma conta com armas e equipamentos únicos, sendo estes muito importantes para a diversificação de tiroteios e sons durante os combates. Dá a sensação que a companhia S.V.E.R. é superior no armamento em comparação com as outras companhias, mas o que importa no local de combate é a habilidade do jogador. Antes de entrar para o combate, temos a possibilidade de criar uma personagem, infelizmente a personalização é algo limitada e simples. Depois temos de escolher uma das três facções, sendo esta escolha irreversível, a não ser que concebamos um novo combatente.

Em termos de modos de jogo, MAG não conseguiu alargar o horizonte, a quantidade de jogadores no campo de batalha poderia fazer prever o contrário. Não sendo obrigatório, o modo treino irá explicar o essencial sobre a movimentação, armas, objectivos e dá-nos alguns pontos de experiências. O modo Supressão é o ideal para quem quer entrar em combates sem nenhum tipo de preocupação de captura de locais estratégicos ou veículos, como se fosse um modo treino, onde a mesma CMP combate entre si, em formato Team Deathmatch até 64 jogadores.

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