Battlefield: Bad Company

Shoot, Shoot! Bang, Bang!

Battlefield: Bad Company ainda nem foi lançado no mercado e já lhe foi imposta uma árdua tarefa: superar, ou no mínimo igualar, Call of Duty 4. Aquele que é apontado por muitos como o todo poderoso do Online actual.

Para isso a equipa de produção do jogo, a DICE, apostou forte nas novidades, e ao que parece, conseguíram implementar uma bela dose de novas funcionalidades que parecem servir de complemento a tudo aquilo que já vimos em jogos do género.

Seria impossível falarmos desta nova pérola da corte da Electronic Arts sem metermos o belo CoD 4 ao barulho. É sabido que para muitos o grande calcanhar de Aquiles do último jogo da série Call of Duty foi a impossibilidade de utilizar veículos durante os jogos Online, e ainda que para muitos esta funcionalidade não tenha feito muita falta, a verdade é que variedade é sinónimo de qualidade, e por isso mesmo não dispensamos uma boa dose de veículos para uma ainda melhor experiência Online. Em Battlefield podemos optar por correr o cenário num belo Jipe Safari ou até mesmo sobrevoa-lo de helicóptero, aproveitando a calmaria das belas paisagens aéreas para matar alguns Serkozacheanos(naturais de Serkozache, país onde se situam alguns dos mapas presentes no modo Online). Também é possível andar de barco, mas os mais aventureiros poderão sempre pegar num tanque e destruir tudo o que aparece à frente. E quando dizemos “destruir tudo o que aparece à frente”, estamos mesmo a invocar o verdadeiro sentido da expressão, pois um ponto forte de Bad Company é mesmo a destruição.

Andando a pé é possível destruir casas, muros ou árvores, utilizando o lança granadas da arma em questão. De outra maneira podem ainda derrubar árvores utilizando a faca, bastando algumas talhadas para que a árvore caia e possam então criar o melhor esconderijo possível para umas belas sessões de Sniper. Quem preferir destruir completamente o cenário será melhor a segunda opção, andar de tanque. Uma coisa é certa, a destruição não foi implementada no jogo ao acaso, e para vencer é necessário aliar este factor a uma boa performance em equipa. Voltando às origens, em Bad Company cada jogador terá uma função na equipa, e para que tudo corra pelo melhor cada um deverá desempenhar a sua função correctamente para que a equipa vença. Aqui reside a componente estratégica e cooperativa que acabou por faltar em Call of Duty 4, onde era quase cada um por si e fé em Deus.

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Vais ser naifado, ai vais vais...

Em destaque está também a evolução na jogabilidade. Esperamos uma jogabilidade muito rápida e fluída, mas acima de tudo divertida. Será possível andar, correr ou nadar. Com estas opções adivinha-se, portanto, a existência de cenários enormes, onde tudo o que é visível é também palpável, num misto entre grandiosidade e interactividade. Mesmo a personagem que envergamos parece ter um comportamento muito realista, movendo a arma e corpo de diferentes formas, consoante a situação com a qual nos deparamos.

Jogos de guerra não mais serão sinónimo de monotonia. Agora já não se ouvem as moscas da sala enquanto enchemos o corpo dos inimigos de chumbinhos. O ambiente neste tipo de jogos conta muito, e o ambiente em jogos de guerra é do mais intenso que há. O som foi por isso mesmo um factor a ter em conta. Tudo o que vive faz barulho e tudo o que se mexe também. Granadas pelo ar, gemidos e instruções dos colegas, explosões e ruídos vindos do meio natura envolvente serão só alguns dos ingredientes a fazer parte desta receita para um extraordinário ambiente sonoro. Para além disso o campo visual parece também muito bem cuidado. Espera-se um grafismo soberbo e com pormenores excelentes, no qual certamente não irão faltar explosões para ajudar a recriar este importante cenário de guerra, onde tudo tem que acontecer por todos os lados.

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Sobre o Autor

Ricardo Madeira

Ricardo Madeira

Colaborador

É redator e dá voz à Eurogamer Portugal. É um dos mais antigos membros da equipa, e ao mesmo tempo um dos mais novos. Confusos? É simples.

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