Age of Conan - Hyborian Adventures

Veste o casaco de peles, e viaja connosco pela Era de Conan.

Durante estas últimas semanas, tivemos a oportunidade de experimentar o mais recente MMORPG (Massively Multiplayer Online Role-Playing Game), Age of Conan: Hyborian Adventures.

Sem dúvida que é um jogo com imenso potencial, dada a sua história antiga, o acesso a novas tecnologias que poderiam tornar o jogo ainda mais interessante, como também vários pontos de referência, sendo eles os variados MMO's já existentes. Mas será que souberam aproveitar bem os recursos existentes da melhor forma? É exactamente sobre isso que vamos falar neste nosso artigo.

O estilo de jogo é, sem dúvida, direccionado para pessoas experientes em MMORPG’s, visto ser um jogo com menus muito completos e complexos ao mesmo tempo, o que é tanto uma virtude como um defeito. É um jogo que prima pelo detalhe, inovação e complexidade, ao contrário de outros que colocam a simplicidade e a facilidade de aprendizagem em primeiro lugar. Isto tanto pode ser considerado bom, como mau, tudo depende do ponto de vista e dos gostos de cada pessoa.

Geralmente, um MMORPG quer-se simples, rápido e eficaz de forma a abranger o maior número de pessoas possível, tendo em conta que nem todas as pessoas têm o mesmo nível de experiência informática, especialmente neste tipo de jogos. É um jogo difícil de interagir, com muitos pormenores e funcionalidades novas e um pouco desnecessárias ao mesmo tempo.

descanso
O descanso dos guerreiros

Por exemplo, os gráficos, tendo em conta o género, são muito bons e bastante detalhados nos feitiços e nas habilidades variadas dos personagens. Isso é bom no aspecto em que fica bonito de se ver, mas tendo em conta o estilo de jogo que é, fica muito a perder porque o objectivo principal e original de um MMORPG, não é o ser bonito nem a complexidade, mas sim a interacção humana, o espírito de equipa e a competitividade entre pessoas reais.

Daí, a Funcom ter tomado uma decisão muito boa quanto a esse aspecto, ao anular parcialmente o conceito original do jogo, que seria FFA-PvP (Free for All – Player vs Player), por introduzir a regra “Culture PvP”, que significa que o jogo se irá centralizar mais na guerra entre as 3 raças diferentes, do que no “cada um por si”. Pensando bem no conceito de um MMO, não é assim que deveria ser desde sempre?

Publicidade

Salta para os comentários (4)

Sobre o Autor

Jorge Soares

Jorge Soares

EG.pt Master of Puppets

Sempre ocupado e cheio de trabalho, é ele quem comanda e gere a Eurogamer Portugal. Queixa-se que raramente arranja tempo para jogar, mas quando está mesmo interessado num jogo, lá consegue arranjar uns minutos. Tem mau perder e arranja sempre alguma desculpa para a sua derrota, mas no fundo, é o que todos fazemos.

Conteúdos relacionados

Também no site...

Comentários (4)

Os comentários estão agora fechados. Obrigado pela tua contribuição!

Ignora piores comentários
Ordenar
Comentários