5 coisas que nos deixam entusiasmados com Horizon: Forbidden West

O próximo grande título da PlayStation.

A sequela da Guerrilla Games para a PlayStation 4 e PlayStation 5 já se encontra no horizonte próximo. Inicialmente previsto para a recta final de 2021, Horizon Forbidden West tem agora data de lançamento garantida para 18 de Fevereiro do próximo ano. O primeiro capítulo tornou-se num dos jogos mais aclamados e adorados da geração anterior por várias razões. Este estúdio holandês pegou num conceito de ficção científica, retratando máquinas altamente articuladas reminiscentes de vários animais, e mesclou-o com a pré-história ao retratar uma realidade em que os humanos voltaram a estar organizados em tribos e a ter necessidade de caçar para amealhar recursos. No centro da história está Aloy, uma criança renegada desde a nascença que acaba por desvendar alguns mistérios deste novo mundo habitado por máquinas.

Do pouco que vimos de Horizon Forbidden West, conseguimos enumerar múltiplos factores para estar entusiasmado. Embora exista uma versão PS4, estamos curiosos para ver de que formas é que a Guerrilla Games aproveitou o poder da nova geração para elevar a fasquia. Ainda mais importante, ainda que o primeiro jogo tenha sido muito bem recebido, não era perfeito e havia espaço para melhorar. Uma sequela não deve ser apenas maior e ter mais conteúdo, idealmente tem que haver uma afinação da gameplay e injecção de novidades para renovar o entusiasmo. Daquilo que foi revelado até agora, estas são as novidades que mais nos empolgam:

Subir à Ponte Golden Gate e explorar São Francisco

Trepar até sítios altos (e depois saltar cá para baixo para obter uns segundos de adrenalina) tornou-se quase no epítome dos jogos em mundo aberto. Está confirmado que o mapa de Horizon Forbidden West abrange a área de São Francisco e a inconfundível ponte de Golden Gate figura nos materiais oficiais. Subir os enormes garfos que servem de suporte para depois apreciar o horizonte será, provavelmente, uma das possibilidades da sequela. Explorar a cidade de São Francisco, e perceber como é que a Guerrilla Games transformou a cidade e os seus pontos icónicos, também promete ser uma das actividades interessantes da sequela.

Novas máquinas para montar - haverá alguma voadora?

Se há coisa que ficou a faltar no primeiro jogo, foi a possibilidade de montar uma máquina voadora e navegar pelos céus. Ainda não sabemos se isto será realidade, mas a Guerrilla Games mencionou que vamos poder converter e montar novas máquinas. No primeiro Horizon existiam várias máquinas com capacidade de voar, mas infelizmente nenhuma delas podia ser convertida e montada. Cruzem os dedos para que seja uma das novidades em Forbidden West. Navegar pelo mapa a partir dos céus seria uma sensação incrível.

Segredos sub-aquáticos

Uma das novas ferramentas de Aloy é uma máscara que lhe permite respirar debaixo de água, o que permitiu à Guerrilla Games criar zonas em que podes mergulhar e explorar. Em termos de localização, faz sentido. São Francisco tem uma baía enorme e está à beira do mar. Não aproveitar esta potencialidade geográfica seria um desperdício. Se subir a um sítio alto é a melhor sensação de um jogo em mundo aberto, mergulhar e descobrir um tesouro escondido é provavelmente a segunda melhor sensação que podes ter.

Escala tudo o que quiseres, quando quiseres

Horizon: Zero Dawn foi lançado quase simultaneamente com The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Inevitavelmente, houve comparações e uma das maiores diferenças entre os dois jogos era a liberdade total do jogo da Nintendo para subires qualquer coisa. Nesse aspecto, Horizon: Zero Dawn era bastante limitado. Com a sequela, a Guerrilla Games quer melhorar esse aspecto e já introduziu um sistema de escalada livre para deixar que os jogadores trepem qualquer objecto do cenário. Esta novidade também vai, quase de certeza, tornar a exploração muito mais apelativa e linear.

O que é a praga vermelha?

Todos os jogos em mundo aberto precisam de uma boa história para se tornarem mais envolventes e Horizon Forbidden West não é excepção. O gatilho para a continuação da história é uma praga vermelha que está a matar tudo em que toca: pessoas, animais e máquinas. Ao mesmo tempo, esta estranha praga parece estar a provocar brutais alterações climáticas e é por isso que Aloy parte para o proibido oeste, em busca de respostas e, esperançosamente, uma solução. Se já não te recordas bem da história do primeiro, agora é uma boa altura para revisitar. Os donos de uma PS5 podem agora jogá-lo em 60 FPS graças a uma recente actualização.

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Sobre o Autor

Jorge Loureiro

Jorge Loureiro

Editor

É o editor do Eurogamer Portugal e supervisiona todos os conteúdos publicados diariamente, mas faz um pouco de tudo, desde notícias, análises a vídeos para o nosso canal do Youtube. Gosta de experimentar todo o tipo de jogos, mas prefere acção, mundos abertos e jogos online com longa longevidade.

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