O que estamos a jogar - 7 Agosto

É tu, a que jogos tens dedicado o teu tempo?

7 de Agosto de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento. Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Hanafuda (51 Worldwide Games) - Switch

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Baralhos de cartas, jogos de tabuleiro, caixas de madeira com as peças de dominó, dardos, badminton, entre outros, fazem parte das minhas memórias de verão da infância e adolescência, especialmente no mês de Agosto. Essa conjugação de memórias, ao mesmo tempo que acontece o maior evento desportivo do mundo, os Jogos Olímpicos de Tokyo - para mim a consagração máxima do desporto e de qualquer atleta -, levou-me a pegar novamente no 51 Worldwide Games. Como muitos de vós saberão, este título reúne mais de 50 jogos oriundos de diferentes pontos do planeta, muitos deles do Japão, como acontece com o jogo de cartas Hanafuda, que estão na origem do aparecimento da Nintendo (a empresa começou por produzir estes baralhos antes de passar à produção de brinquedos e depois aos videojogos). Tenho investido algum tempo a aprender a jogar este título tão nipónico. Os baralhos de cartas foram introduzidos no Japão pelos portugueses, no seguimento dos descobrimentos e da chegada à Àsia, mas os japoneses acabaram por desenvolver os seus baralhos, com novos jogos e regras. Hanafuda é belíssimo porque as cartas dividem-se por estações e cada uma representa um desenho exclusivo de uma estação. Além disso, há cartas mais valiosas. O objectivo é fazer mãos de cartas da mesma estação e sobretudo as melhores combinações, que garantem maior pontuação. Simples. Há lirismo em Hanafuda mas também muito simbolismo e antecipação ao adversário a fim de fazer o máximo de pontos, quando aparecem as melhores cartas. Saber jogar Hanafuda é conhecer também um pouco da cultura e tradição secular nipónica.

Vítor

Back 4 Blood beta

Pensava que já me tinha fartado do género dos zombies há alguns anos depois de uma grande saturação do mercado, mas Back 4 Blood veio provar-me errado. A beta fechada que começou na Quinta-Feira à noite está a ser uma surpreendente dose de diversão. Em grande parte, a experiência é semelhante à de Left 4 Dead (afinal, o estúdio até é o mesmo), mas há novidades interessantes como a adição de cartas com diferentes bónus e modificadores para as partidas. Ainda há coisas a limar - não esquecer que é uma beta e não a versão final - mas passou directamente para a minha lista de títulos mais aguardados. Para além de ser um jogo com grande diversão em modo cooperativo, o multiplayer também está apelativo.

Jorge

Back 4 Blood beta

Back_4_Blood

Nesta semana não arranjei muito tempo para jogar um daqueles jogos que tenho na minha lista da nostalgia. Venho aqui copiar um pouco o meu colega Jorge Loureiro, pois foi a beta de Back 4 Blood que me libertou um pouco dos compromissos semanais. De certo modo é um regresso a um passado longínquo, aos tempos de pura diversão com Left 4 Dead, que esteve largos anos adormecido até que surgisse um sucessor espiritual. É devo dizer que Back 4 Blood é diversão garantida, principalmente quando jogado com amigos, onde nem se tem a noção do tempo a passar. Este promete ser um regresso em grande, duma fórmula simples, mas que resulta por esse mesmo motivo, não há complexidades exageradas e a diversão está em primeiro lugar. Não se esqueçam de que está próxima a beta pública, que irá decorrer entre 12 a 16 de agosto.

Adolfo

Final Fantasy Pixel Remaster

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Assim que a Square Enix anunciou Final Fantasy Pixel Remaster fiquei rendido e convencido. Apesar de não ser perfeito, a possibilidade de jogar os primeiros jogos da série Final Fantasy com uma nova qualidade visual que me cativou, com grande facilidade, foi irresistível. Além da qualidade visual, esta versão do primeiro Final Fantasy inclui alguns ajustes e chega acompanhada por uma banda sonora remasterizada por Nobuo Uematsu que se torna numa verdadeira delícia. Se não te importas de jogar no telemóvel e tens curiosidade sobre estes clássicos, diria que os méritos e pontos positivos ultrapassam facilmente as pequenas falhas.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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