O que estamos a jogar - 27 novembro

E tu, a que jogos tens dedicado o teu tempo?

27 novembro de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento. Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

2

Street Fighter IV

Na semana em que ficamos a saber que a Capcom irá revelar a continuação de Street Fighter V, regressei à quarta versão, anunciada no já distante ano de 2008. 13 anos depois ainda permanece um título muito válido, com destaque para a manutenção de muitas das qualidades que então foram enaltecidas. Street Fighter IV operou uma revolução no género, depois de alguns anos voltado ao ostracismo. Yoshinori Ono foi o mestre que acreditou em primeira linha no trabalho da arte produzida por Ikeno. Com uma equipa repleta de membros que trabalharam nas versões 2D de jogos anteriores da série, o passo em direcção ao 3D revelou-se certo e seguro. O carisma das personagens saiu reforçado, os golpes ganharam mais impacto e o equilíbrio dos combates foi uma garantia, aperfeiçoada em sucessivas versões. Da música, aos cenários, arte e animações das personagens, há toda uma coreografia vertida em 3D, dos melhores momentos em 2D, com um rumo de futuro. Por isso é que ainda é um dos meus favoritos de sempre.

Vítor

Halo Infinite (Multijogador)

Mais uma semana em que dediquei o pouco tempo disponível ao multijogador de Halo Infinite. Quando se gosta não damos pelas horas a passar, partida a partida tenta-se melhorar o desempenho e desvendar os segredos para uma melhor prestação. Para além da mecânica de cada modo de jogo, tento sempre procurar o que melhor resulta, seja pessoalmente ou através do que os outros jogadores partilham, em vídeos ou em conteúdo de texto. Temos de estar a par do que é eficaz, queremos utilizar tudo o que é a meta do momento. A inerente peripécia da competitividade tem o condão de elevar a nossa estadia, mas por outro retira aquele prazer genuíno, chegando até a ser um tanto doentio, ao ponto de levarmos para a nossa almofada pensamentos de como deveríamos ter reagido em determinada situação.

Adolfo

FIFA 22

Tendo em conta que a EA Sports está a apostar em cartas especiais para FUT 22 baseadas na liga portuguesa, passei os últimos dias a completar os desafios de construção de plantel e objetivos offline para adquirir estes atletas. Pedro Teixeira do Marítimo, Gonçalo Inácio do Sporting, Rafa Soares do Vitória de Guimarães, Banza do Famalicão e Rafa do SLB estão disponíveis em versões melhoradas e especiais que podes ganhar através do gameplay. Além destes futebolistas, Uribe do FC Porto também pode ser obtido numa versão especial melhorada, mas em desafios amigáveis online. Tentar obter estas cartas e descobrir a experiência Black Friday em FUT tem sido o meu escape ao longo destes dias.

Bruno

Skate 3

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Graças à retrocompatibilidade da Xbox Series X e do Xbox Game Pass, voltei ao um jogo muito querido: Skate 3. Enquanto a EA não se despacha com o próximo jogo da série, é melhor que há para quem gosta realmente de skateboarding. Já tinha experimentado o mais recente Skater XL, e ainda que seja melhor em algumas coisas, também é pior que Skate 3 em outras. Dito isto, regressar ao jogo desenvolvido pela falecida Black Box prova que temos tendência a olhar para os jogos com olhos de nostalgia. Tinha em mente que o jogo era quase perfeito, mas agora, passando tantos anos, consigo ver que há muitos ajustes que podem ser feitos.

Jorge

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Sobre o Autor

Adolfo Soares

Adolfo Soares

Director

É o nosso homem do PC, por isso qualquer coisa é com ele. É também responsável pelo Eurogamer, bem como dá uma perna nas notícias.

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