O que estamos a jogar - 10 de Julho

GTi Club, DBZ: Dokkan Battle, Prey, e A Plague Tale: Innocence.

10 de Julho de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às "escondidas".

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

GTi Club +: Rally Côte d'Azur - PlayStation 3

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Este arcade racer da Konami, editado pela mesma em 2008, por ocasião da Gamescom, é uma versão HD criada pela Sumo Digital, do original de 1996. É um dos tesourinhos que guardo na minha PlayStation 3 e ao qual acabo por recorrer sempre que ligo a consola da Sony de terceira geração. Curiosamente o jogo foi desactivado das plataformas online no ano 2012, quando expirou a licença. O que mais me agrada neste jogo é a emulação de um ambiente do tipo gymkhana, embora em disputadas corridas. Os carros são pequenos mas potentes GTi's, com particular aceleração e travagem. É o típico arcade racer, para jogar e desfrutar, sem grandes progressões ou delongas. Há zonas elevadas, curvas estreitas, atalhos e obstáculos, inspirados no principado do Mónaco e sua marina. Incrível olhar para o espólio da Konami, de outrora, e encontrar um racer entre Silent Hill's e Castlevanias. Ver uma editora tão grande apostar hoje quase só em pachinko é como uma dor de alma, talvez um sinal dos tempos, mas quem sabe se num futuro breve os seus máximos responsáveis não mudam de ideias.

Vítor

DBZ: Dokkan Battle

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Esta semana voltei ao meu duradouro guilty pleasure. Tinha praticamente deixado de jogar por finalmente me ter fartado do jogo, mas esta semana, com o início do 6° aniversário, foi difícil resistir. O aniversário é um período com muitas e aliciantes recompensas, além de ser a celebração com mais novidades em termos de conteúdo. Apesar de ter regressado com entusiasmo, já levei um valente shaft (azar). Gastei todas as Dragon Stones que tinha amealhado e não me saiu nenhuma das novas cartas. Agora é esperar pelas recompensas de Top Grossing a ver se a minha sorte muda.

Jorge

Prey (Xbox Series X)

prey

Continuo na minha aventura em Prey, na versão Xbox Series X. Tem sido lenta esta minha incursão pelo jogo da Arkane Studios, sem muito tempo livre, tem sido aos poucos no final dos longos dias de trabalho. Estou num ponto em que ando meio perdido, com imensos objetivos secundários disponíveis que por vezes afastam-me da linha principal da narrativa. O mundo que percorremos é enorme, com imensos sectores que necessitam de carregamento por parte da consola, que são muito rápidos na Xbox Series X em comparação as máquinas da anterior geração. Estou a adorar as mecânicas do jogo, desde as diversas possibilidades de abordar cada embate e até as múltiplas armas e habilidades que dispomos que são úteis contra determinados inimigos. Adoro reciclar o lixo, obter recursos e os transformar em algo que posso usar em meu favor. Vamos se o concluo durante a próxima semana.

Adolfo

A Plague Tale: Innocence (PS5)

Esta semana decidi fazer uma pausa em Tales of Vesperia e finalmente jogar A Plague Tale: Innocence da Asobo Studio. Lembro-me perfeitamente de conversar com a Asobo em 2018 sobre este drama medieval focado na sobrevivência de dois irmãos e do desejo em apresentar uma experiência narrativa forte. Passados estes anos, usei a chegada da versão de atual geração para a PS5 e Xbox Series para servir como incentivo adicional. Assim que o comecei não consegui parar de jogar e este é um dos meus estilos favoritos de jogo, um remédio para a alma, uma experiência singleplayer focada na narrativa que te conquista com os personagens, som, visuais e mecânicas de jogo. Adorei.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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