O que estamos a jogar - 15 de Maio de 2021

Em chamas, mas sem precisar de extintor.

15 de Maio de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às "escondidas".

The Astyanax - Arcade Archives - Switch

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Entre o final da semana passada e esta, para além do duplo homicídio em Famicom Detective Club, regressei aos arcade archives da Hamster, a mesma editora que desde o lançamento da Switch é responsável pela produção e edição da colecção de jogos Aca Neo Geo. Todas as semanas há um arquivo retro publicado, o que perfaz por esta altura dezenas e dezenas de jogos editados, muitos deles desconhecidos do público tendo em conta que integraram as arcadas há mais de 30 anos, como acontece com este The Astyanax, publicado em 1989, pela Jaleco.

É verdade que dos jogos editados pela Jaleco, faltou sempre qualquer coisa para elevar as suas produções ao estatuto glorioso. Os seus jogos eram bons, mas faltava preencher aquele espaço que, na gíria, se pode dizer do que separa um humano de um imortal. Adquiri este The Astyanax mais pela curiosidade e descoberta. Gosto dos clássicos arcade em formato beat' em up, e aqui não há como desapontar, embora lá está, há algo na concretização da produção que não a torna tão imprescindível, como aconteceu com títulos da Capcom, Konami, Sega ou Nintendo. No entanto, este jogo que pega no filho de Heitor, de Tróia, e encerra nas suas batalhas alguma mitologia grega, nem por isso deixa de proporcionar uma série de bons combates e acção em plataformas. Os níveis não são muito longos, mas as batalhas requerem a maximização do uso do machado e dos poderes especiais. A arte é interessante, para um jogo de final da década de oitenta, e o desafio até bater o jogo é bastante equilibrado. Ainda fiquei na dúvida entre adquirir este ou o shmup Thunder Cross II, da Konami, mas como estou neste momento com R-Type Final II, seriam demasiadas voltas pelos confins do universo.

Vítor

Hood: Outlaw and Legends (PS5)

Hood: Outlaw and Legends: há muito tempo que não jogava algo tão mau e frustrante. O conceito - adaptar a lenda de Robin Hood para um título multiplayer com PVE à mistura - até pode parecer engraçado no papel, mas na prática não funciona de todo. Há um desequilíbrio geral, combate desajeitado e conteúdos altamente limitados. A pior experiência que já tive até agora na PS5.

Jorge

Resident Evil Village

Mesmo depois da overdose de Resident Evil Village que levei na semana passada, dei por mim a dar continuidade e tentar acabar o jogo no modo hardcore. É um desafio e tanto, pois os inimigos parecem possuir energia infinita e teimam em não sucumbir aos meus ataques. Obviamente que podemos optar por jogar com diversos bónus que são desbloqueados ao cumprir os desafios propostos. Outro motivo da minha estadia na vila ser diária, está relacionada com a busca por todos os itens do jogo, e muitos deles estão bem escondidos. A Capcom conseguiu mesmo entregar mais uma obra que marcará positivamente a linhagem Resident Evil.

Adolfo

Monster Hunter Rise (Nintendo Switch)

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Esta semana, quando não estava na Irlanda, a descobrir as novidades em Assassin's Creed: Valhalla - Wrath of the Druids, passei o resto do tempo a tentar completar o set High Rank de Teostra. Agora que o Hunter Rank máximo passou de 40 para 999, tenho ainda imensas coisas para fazer e o set de Chameleos ainda está por completar. Entretanto, ainda tenho as Rampages para fazer e apanhar os itens especiais de Apex Rathalos e obter os itens necessários para criar as Longswords da árvore Rampage. No entretanto, aproveitei para fabricar a Longsword de Kushala Daora e atacar inimigos com um forte elemento de gelo à mistura.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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