O que estamos a jogar - 17 Abril

Magnamalo!

17 de Abril de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às "escondidas".

Taiko no Tatsujin Drum'n' fun! - demo (Switch)

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Os jogos de música e ritmo há muito que preenchem um lugar especial no mundo dos videojogos, especialmente no sector arcade. Taiko no Tatsujin é a série da Bandai Namco que é um verdadeiro sucesso além fronteiras do Japão, de onde é proveniente. Com Drum'n'Fun dediquei algum tempo esta semana a apurar o ritmo da demonstração disponibilizada para a Switch algures em 2018, e mesmo com a passagem do tempo, não desapontou.

E para mim há um motivo essencial para jogar Taiko no Tatsujin numa consola, que é a adaptação aos comandos por movimento. O resultado é uma experiência não só mais cómoda como fluida. Dantes jogávamos estes jogos premindo os botões na sequência correcta, mas agora acrescentamos a isso os movimentos, o que permite uma justaposição mais adequada à música, ainda que seja algo diferente da experiência nas arcadas. Da arte, aos visuais de gameplay, passando pela componente musical, esta produção da Bandai Namco é altamente distintiva, ainda que se sirva das tais pautas musicais que fizeram de outros jogos um sucesso, como Guitar Hero.

Vítor

COD Mobile

Não é segredo que recentemente passei mais tempo a jogar títulos mobile devido à review do ROG Phone 5, mas mesmo depois de já ter terminado a tarefa, continuei a regressar a COD Mobile. Há muita gente que olha para os jogos mobile com desdém, e apesar da experiência mobile ser inferior aquela que tens num PC ou numa consola, é surpreendente e muito positiva para um telemóvel levando em conta que podes jogar em qualquer lado, a qualquer momento, desde que tenhas dados móveis (em Portugal a maioria já tem).

Os controlos estão muito bem afinados para o touchscreen e - isto parece-me o mais importante - a experiência de Call of Duty foi preservada. Existem, obviamente muitas microtransacções associadas (quando fazes login, recebes quatro ou cinco notificações para gastares dinheiro no Season Pass e outras coisas), mas não deixa de ser alucinante pensar que podes jogar isto sem pagar absolutamente nada! Para um jogo mobile, tem uma qualidade inacreditável e que cumpre em pleno o propósito de ir jogando uma partida ou outra ao longo do dia quando tens cinco ou dez minutos para "matar".

Jorge

Destiny 2

Realmente este tipo de jogos são mesmo viciantes, onde quando começamos a jogar, neste caso revisitar, não o conseguimos largar. Por muito problemas que Destiny 2 tenha, e que eu pessoalmente o critique constantemente devido aos problemas com cheaters no multiplayer e uma enorme lag desde o original Destiny na PS3, e também por não o atualizarem ao meu gosto pessoal, dou por mim a lá voltar e a fazer aquelas rotinas semanais que Destiny 2 exige.

Tenho de certa forma largar o jogo e me debruçar sobre algo menos exigente em termos de tempo, que não é muito para os nossos lados. Muito trabalho diário e muitos jogos mara experimentar e estudar. Não é sempre tarefa fácil guardar aquele tempo extra depois de um dia completamente mergulhado no que rodeia a indústria dos videojogos, temos que fazer aquele esforço extra e jogar o que nos faz afastar dos compromissos sempre presentes. Destiny 2 tem sido aquele escape diário. Para terminar, voltai de forma mais suave a Cyberpunk 2077, principalmente para testar as recentes atualizações que a CD Projekt Red providenciou, venham esses DLCs.

Adolfo

Monster Hunter Rise (Nintendo Switch)

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Sim, tornou-se mais do que óbvio que não consigo largar Monster Hunter Rise. Os meus tempos livres são passados a jogar o mais recente épico da Capcom para a Nintendo Switch e dei por mim a desfrutar ainda mais deste jogo do que World (jogo que adoro) devido aos ajustes feitos para o enquadrar com uma consola que pode ser usada apenas como portátil. Caçadas mais rápidas permitem pegar na consola e caçar um ou dois monstros com o pouco tempo disponível, mas dou por mim a caçar mais monstros e a fabricar mais armas e armaduras completas do que em World. O RNG é mais amigo e preciso de menos caçadas para conseguir todas as peças, mas isso não me fez parar de jogar mais cedo por obter tudo o que queria mais cedo, deu-me vontade de caçar mais monstros e criar mais sets.

Depois do que pareceu uma eternidade para obter uma "Purple Magna Orb" de Magnamalo, estas Orbs são extremamente difíceis de obter (1% ao matar o monstro ou 3% na captura ou quebrar partes, no caso de Magnamalo), o que me fez investir algum tempo, especialmente porque precisei de duas. Uma para fabricar a Sinister Shade Sword (sim, sou um dos tais que joga de Longsword) e ainda outra para as Sinister Gauntlets S e criar todo o set High Rank de Magnamalo. É uma armadura samurai linda. Após isto, cacei diversas vezes o Rajang para fabricar o Golden Set (mudar a pigmentação para rosa faz com que pareça um membro de uma banda Glam Rock dos anos 80) e agora tenho martelos para fabricar que me vão fazer caçar o Zinogre, monstro lindo.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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