O que estamos a jogar - 20 de Março

Stories.

19 de Março de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às "escondidas".

OutRun Online Arcade (Xbox 360)

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Dos magníficos tempos do XBLA, há um jogo ao qual acabo por recorrer regularmente. OutRun Online Arcade, produzido pela Sumo Digital numa colaboração com a Sega, é um daqueles jogos perfeitos para quando não dispomos de muito tempo. Não é bem um "arcade perfect" por não derivar das máquinas de salão, mas anda lá perto porque o original OutRun é uma criação para as arcadas, do mestre Yu Suzuki. Através da compatibilidade retro da Xbox One, posso aceder quase de imediato a umas corridas rápidas, estonteantes e de grande intensidade, cruzando os Estados Unidos com pé na tábua.

Se é relativamente simples terminar o jogo seguindo os percursos à esquerda, se formos constantemente pela direita somos brindados com um desafio de dificuldade máxima, onde cada drift conta e se usarmos demasiado as derrapagens até somos penalizados por isso. O que é certo é que este é também um festival Ferrari. Sim, não terá os modos e a quantidade de carros de outras versões de OutRun 2, mas é igualmente espectacular em termos visuais quando partimos para a estrada com um F40, F50, Ferrari Enzo ou Testarossa. Diria que mesmo 12 anos depois mantém o charme intacto, tanto na jogabilidade como no grafismo. Curiosidade: não acelerar após a partida e o homem da bandeira entra numa onda de acrobacias delirantes.

Vítor

League of Legends

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Apesar de estar entre os jogos mais populares de sempre, a verdade é que nunca dediquei muito tempo ao jogo da Riot Games. Tinha criado uma conta há muitos anos e joguei umas horas, mas depois decidi apagá-la a convite da Riot Games por inactividade. Com a chegada da versão Wild Rift aos smartphones, o meu interesse no jogo foi crescendo lentamente e esta semana acabei por me dedicar à versão original para PC. O jogo mobile não é exactamente igual à versão original, mas está próximo. Os princípios básicos são fáceis de entender, mas é um jogo com uma enorme curva de aprendizagem. É fácil perceber porque razão continua em alta quase 12 anos após o lançamento. É muito profundo, com uma diversidade incrível de personagens, e muito, muito competitivo.

O arranque não foi muito positivo. Descobri rapidamente que há jogadores experientes que se divertem a criar novas contas para "atropelar" novatos como eu, mas fora isso, estou a gostar bastante. Mesmo sendo um jogo com uma enorme bagagem, afinal existe há mais de uma década, sinto-me desafiado e quero tornar-me mais competitivo. Para isso tenho a ajuda de um grupo de amigos com bastante experiência!

Jorge

Pecaminosa

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Por estas bandas tenta-se jogar vários jogos, como o DLC para DOOM Eternal PC, novamente um pouco de God of War na PlayStation 5, e até umas partidas de Warzone de madrugada com os amigos para levar na boca dos milhares de batoteiros que por ali andam. Pois é, parece muita coisa, mas na realidade são apenas tentativas de conseguir um cantinho aqui em casa e tempo para estas tentações. As crianças crescem e já sabem, instalam-se no nosso refúgio construído com tanto amor ao longo dos anos.

Mas o que esta semana quero destacar nem são estes jogos que referi, mas sim uma demonstração. É verdade, tenho estado de volta de Pecaminosa, um Pixel Noir Action RPG português produzido nos Açores pela Cereal Games, e que terei a oportunidade de entrevistar o seu CEO, entrevista essa que estará brevemente aqui no site. O que joguei de Pecaminosa fez-me recuar largos anos até à minha juventude como jogador, onde os videojogos ainda eram para nichos, onde existia aquela sensação de desconhecido, e a cada cassete, sim sou do tempo do ZX Spectrum, abria-se uma porta para um futuro de aventuras desconhecidas.

Adolfo

Monster Hunter Stories

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Perante a iminente chegada de Monster Hunter Rise a 26 de Março e a confirmação de Monster Hunter Stories 2 para 9 de Julho de 2021 na Nintendo Switch, decidi colmatar uma das minhas falhas e jogar Monster Hunter Stories. Apesar de ter sido lançado originalmente em 2017 na Nintendo 3DS, a versão mobile é muito mais fácil de encontrar e graças ao aviso de um amigo consegui comprá-lo em promoção. A versão mobile inclui melhorias gráficas e loadings mais rápidos sobre a versão original, permitindo descobrir de forma altamente cómoda este JRPG no universo Monster Hunter da Capcom, desenvolvido em conjunto com a Marvelous.

Stories é um jogo imaginado por Kenjo Oguro, que trabalhou em cargos importantes em séries como Onimusha e Lost Planet na Capcom, no qual encontrarás praticamente todos os conceitos esperados de um Monster Hunter, mas convertidos para um RPG com combates por turnos e mecânicas "papel, pedra tesoura" para os ataques e técnicas do protagonista que luta ao lado de monstros. É um jogo de estética anime, com uma alma muito doce e extremamente acessível. Podes roubar ovos e as criaturas que deles nascem lutam ao teu lado. Para os apaixonados pela série Monster Hunter é uma experiência que vale a pena e prima precisamente pela diferença e por expandir este universo.

Bruno

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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