Se tens visto os mais recentes vídeos de God of War já te deves ter perguntado por onde andam as armas clássicas de Kratos, as Blades of Athene/Chaos. Felizmente o director do jogo, Cory Barlog, explicou a importância de separar o personagem das suas emblemáticas ferramentas de destruição.

"Estávamos a experimentar com muitas armas diferentes, muitas coisas diferentes," comentou Barlog em declarações ao GamesRadar. "Penso que queríamos criar uma identidade, porque para mim as espadas representam um tempo muito obscuro na vida de Kratos, não são apenas uma arma para ele, são a sua letra escarlate, são a marca de alguém que o enganou, que cometeu um erro. Poderoso, mas penso que também poderosamente carregado na sua emoção. Por isso penso que parte dele querer superar tudo isto é poder deixar as espadas para trás".

As emblemáticas armas de Kratos foram concedidas pelos deuses, que eram insignificantes para o Deus da Guerra, por isso as espadas representavam anos de enganos, servidão e massacres. No entanto, deixar estes elementos é uma clara forma de refrescar a jogabilidade.

"Dá-nos liberdade para experimentar o que realmente queremos fazer. Penso que o momento mágico com o machado foi, sinceramente, quando um programador e um designer de combate nos disseram ´eu tenho esta ideia incrível´", continuou Barlog. "Imediatamente a magia de lançar o machado, tendo-o cravado em qualquer parte do mundo, e depois chamá-lo, e logo a seguir jogar um pouco com isso. Dares-te conta de que é possível golpear as pessoas com isso, que se pode lançar por detrás delas, mover em frente delas, chamá-lo e golpeá-las nas costas".

Barlog continuou dizendo que perceberam que a nova arma de Kratos era fenomenal, por isso decidiram focar os seus esforços no machado, deixando para trás as espadas.

Durante a conferência da Sony na E3 2017, ficámos a saber que God of War será lançado no início do próximo ano.

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Sobre o Autor

Luís Alves

Luís Alves

Colaborador

É o nosso super-homem. Não existe nada que o Luís não saiba e o seu conhecimento da indústria é longo, permitindo-lhe estar sempre à frente de todos. É o homem que nunca dorme.