Ubisoft quer narrativas mais vivas e menos pré-definidas

Próximo Assassin's Creed beneficiará dessa postura.

Em entrevista com o LeMonde, Serge Hascoet, director criativo na Ubisoft, a nova filosofia da companhia é segui uma abordagem menos pré-definida aos jogos e narrativas, permitindo que os mundos ganhem maior liberdade.

Serge Hascoet acredita que a narrativa deveria ser uma parte menor do jogo, e que os jogadores não deveriam ser forçados a seguir um percurso narrativo pré-estabelecido.

A Ubisoft quer dar aos jogadores a liberdade para seguirem a história ou aventurarem-se em outras áreas se assim o desejarem. Sem restrições na narrativa que o impeçam, para que o jogador possa interagir como desejar com o mundo de jogo. Isto é algo que Hascoet diz ter sido explorado em Far Cry Primal mais recentemente em Watch_Dogs 2.

Ambos permitem ao jogador entrar num mundo que é mais vivo do que pré-definido, mas o título que irá tirar total proveito desta nova filosofia é o próximo jogo da série Assassin's Creed.

Segundo Hascoet, a equipa responsável pelo novo Assassin's Creed criou um sistema que dá significado a certas acções executadas pelo jogador, decisões essas que afectam a longo prazo e que até podem mudar o mundo.

"Assassin's Creed permaneceu um jogo narrativo porque queríamos conhecer os Borgia, os Medici, Leonardo da Vinci, etc. Tudo isto é fantástico. Mas agora, queremos conhecer personagens sem que seja imposto pelo jogo."

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Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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