Quantum Break - Escolhemos uma sequência para destacar

Cuidado com os spoilers.

Depois da nossa análise, na qual Jorge Loureiro o considerou como um jogo recomendado, ainda continuamos com Jack Joyce na sua aventura temporal, chamada Quantum Break. É um jogo singular, que enverga a personalidade que faz do estúdio Remedy Entertainment altamente reconhecido e respeitado. Conhecido por experiências diferentes e altamente cinematográficas, o estúdio Finlandês parece elevar a um novo expoente as suas convicções com Quantum Break. Os jogadores com uma Xbox One ou PC só podem estar entusiasmados.

Tal como seria de esperar, ficamos irremediavelmente rendidos ao talento do estúdio Remedy e decidimos capturar uma das sequências mais espectaculares e que consideramos definir na perfeição Quantum Break.

Tal como o Digital Foundry já mostrou, apesar da controvérsia quanto à resolução, as capacidades técnicas e a qualidade visual de Quantum Break impressionam. Ao jogar o jogo é muito fácil entender porquê. Mesmo sendo perceptível a resolução inferior, é quase impossível não ficarmos rendidos à estética visual que o estúdio tão astutamente compôs para a sua aventura na qual desafiamos o tempo.

Como disse o Jorge, Quantum Break é um jogo único. Graças à combinação com uma série de TV, é diferente de todos os jogos que podem encontrar neste momento. Tanto uma série como o jogo têm elevados valores de produção. A contratação de actores de excelência, a história bem desenvolvida, e a jogabilidade bem afinada revelam uma grande dedicação da Remedy e da Microsoft. O jogo em si não é inovador e no final já se sente alguma falta de variedade, mas não deixa de ser um refúgio agradável para quem está à procura de algo tradicional e com uma história com princípio, meio e fim.

Será quase óbvio a quem jogar Quantum Break que além de mecânicas e designs mais tradicionais muito bem conseguidos e divertidos, a nova propriedade intelectual do Remedy Entertainment é simplesmente única e um refúgio agradável. A excelente história, o gameplay afinado e repleto de momentos com impacto, capazes de ficar na memória, criam uma experiência que para muitos poderá não ser fundamentalmente diferente do que já tiveram, mas que para tantos outros será refrescante pela forma como trata mecânicas familiares.

Acredito que o Remedy Entertainment conseguiu provar com Quantum Break, como se ainda restassem dúvidas, que é um dos poucos nesta actualidade, que consegue criar o que podem ser descritos como "jogos de autor".

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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