Carta ao Pai Natal

Desejos para 2014.

Depois do Pai Natal já ter entregue as prendas tão desejadas, dou por mim a pensar o que lhe poderia pedir caso pudesse dar uma ajuda a tornar o ano de 2014 muito mais divertido e satisfatório enquanto jogador. Com uma nova geração de consolas já no mercado, ainda nos falta a chegada de uma eu sei, e quando já se fala de tantos jogos e potencialidades, é quase inevitável pensar no que o próximo ano nos reserva. Em sentido oposto e recuando no tempo, logo no início de 2013 tivemos DmC: Devil May Cry, Ni no Kuni: Wrath of the White Witch, e Anarchy Reigns só em Janeiro. Foi sem dúvida alguma um espectacular início de ano.

Para 2014 temos um arranque que promete e desde logo temos jogos como Tomb Raider: Definitive Edition, Dragon Ball Z: Battle of Z, Yaiba: Ninja Gaiden Z, Lightning Returns, Castlevania: Lords of Shadow 2, Tales of Symphonia: Chronicles, Toukiden: The Age of Demons, Ys: Memories of Celceta, Dr. Luigi e Donkey Kong Country: Tropical Freeze como principais referências em termos de lançamentos. Isto sem falar nos vários indies que estão previstos chegar.

No entanto, existem outros elementos ainda incertos na indústria, algo que poderá ser quase descrito como desejos ou meras vontades de quem vive esta indústria com um especial fervor. Existe um certo encanto especial em pertencer a esta indústria dos videojogos pois acreditamos todos que somos parte de alguém que compreende uma forma de diversão e expressão que transcende todas as outras e nela aplicamos o nosso tempo e dinheiro.

Por outro lado, numa altura em que a crise económica parece ser a maior inimiga das editoras que lançam jogos e das companhias que lançam consolas, ao invés da outrora simples concorrência entre si pelo dinheiro do consumidor, é simplesmente apaixonante ver a qualidade com que vamos sendo brindados nesta atual era dos videojogos. Assim sendo, aproveito para partilhar convosco o meu entusiasmo na forma de uma carta que enviaria ao Pai Natal caso ele pudesse ajudar a concretizar alguns dos meus desejos.

Xbox One em Portugal

Este teria que ser inevitavelmente o primeiro ponto. Enquanto vou dando os primeiros passos com a minha PlayStation 4, não evito pensar em como seria jogar a nova geração Xbox, na forma da Xbox One. O seu catálogo de jogos iniciais como Ryse: Son of Rome, Forza 5 e Dead Rising 3 deixaram-me imensa curiosidade e será com grande expectativa que o seu lançamento em Portugal será aguardado. acredito ainda que todos os acérrimos fãs dos jogos de luta estão atentos a Killer Instinct e à reação positiva que tem arrancado na comunidade.

Existe toda uma comunidade que aguarda pela chegada da consola e ao mesmo tempo que esta chegue até nós com um catálogo ainda melhor, principalmente em exclusivos. A Microsoft ouviu os consumidores e aplicou revisões à grande maioria dos pontos controversos e apesar de ainda existirem pontos técnicos que deixam os seus jogos inferiores perante as versões PlayStation 4, a concorrente direta, o lado X desta nova geração tem o seu apelo.

Por outro lado seria altamente interessante ver que tipo de apoio e promoção seria oferecido à consola no nosso país. Sei que alguns dos seus serviços ficariam de fora do nosso país mas pensando na Xbox One unicamente enquanto máquina de jogos, existem propostas aliciantes no seu catálogo. Este seria provavelmente o meu maior desejo para 2014, a chegada da Xbox One a Portugal em 2014 pois jogos como Quantum Break, Titanfall ou Forza 5 são tão interessantes de ver que o preço de €530 quase parece justificado.

Killer Instinct é, de momento, o único jogo de luta de nova geração já lançado e por isso é esperado com ansiedade pelos dedicados adeptos.

Driveclub a cumprir

Este foi o exclusivo PlayStation 4 que me levou a comprar a consola, talvez mais do que inFAMOUS: Second Son, falando do catálogo inicial claro. Quando foi adiado fiquei meio perdido quanto à compra da consola no lançamento ou se a deveria adiar para quando este jogo fosse lançado. Era a companhia que queria para a consola no dia 29 de Novembro pois depois de todo o carinho que MotorStorm deu à minha PlayStation 3 no lançamento, sou um fã do Evolution Studios.

Driveclub foi um jogo que espantou aquando da revelação oficial da consola em Fevereiro, as suas potencialidades enquanto jogo de corridas com visuais de espantar e a sua vertente social pareciam parâmetros nunca antes explorados desta forma nas consolas. Parecia mesmo que indicava a chegada de uma nova geração e foi com grande pena que o vi ser adiado para 2014. Existem relatos que chegará em Fevereiro e outros que indicam um jogo a precisar de fortes melhorias.

O que eu peço é que o tempo extra de desenvolvimento nos traga um jogo de grande nível e qualidade. Em 2006 dei à minha Xbox 360 Project Gotham Racing 3, em 2007 dei à minha PlayStation 3 MotorStorm e este era o jogo que queria dar à minha PlayStation 4. Driveclub promete ser algo especial e o que mais desejo é que isso seja cumprido.

Ultra Street Fighter IV na nova geração

Street Fighter IV é um dos jogos desta geração que agora dá os últimos passos e sem quaisquer dúvidas que Ultra será uma incrível adição às atualizações que a Capcom tem dado ao seu jogo. Desde as novidades em forma de conteúdos adicionais à chegada de Super Street Fighter IV, o estúdio de Yoshinori Ono não tem parado de melhorar o seu jogo. É todo um género que coloca as suas esperanças neste jogo e que de momento tem pouquíssimas propostas, entre elas BlazBlue: Chrono Phantasma, Persona 4 Arena: The Ultimax Ultra Suplex Hold, Guilty Gear Xrd Sign e Killer Instinct.

Pensar numa versão atualizada do jogo, melhorada tecnicamente e com gameplay equilibrada deixa-nos mais uma vez a perguntar se valerá a pena investir mais dinheiro aqui. Sendo esta a melhor versão do jogo até à data mas tendo sido este já jogado até à exaustão ao longo dos anos que passaram desde que espantou todo o mundo em 2009 (na versão Arcade chegou em 2008) o que podemos pedir de um jogo com 5/6 anos? Podemos pedir tudo o que nos deu até à data e mais.

A correr a 1080p60 como seria obrigatório, efeitos visuais melhorados, compatibilidade com os existentes comandos via entradas USB claro e toda a potencialidade da interação social de sistemas como a PlayStation 4. Além do enorme acréscimo na competitividade que isto iria oferecer ao jogo, saber na hora feitos no próprio jogo, partilhar vídeos gameplay com todo o mundo e até streaming em direto de torneios para todo o mundo são apenas algumas das potencialidades. Atualmente apenas existe um jogo de luta para a nova geração, Killer Instinct, portanto a curto prazo podemos sempre sonhar com Ultra Street Fighter IV na PlayStation 4 e Xbox One.

Bayonetta 2 e novo jogo Platinum Games

Bayonetta 2 está confirmado para 2014 e acreditamos que será um dos principais exclusivos em qualquer consola no próximo ano. O Platinum Games não tende a desiludir e dificilmente Bayonetta 2 irá falhar, a não ser que aconteça alguma coisa de grave. Apesar de toda a controvérsia em redor da exclusividade Nintendo Wii U por parte dos fãs que elevaram o original a um dos melhores jogos da sua geração, o que mais importa é ver o jogo a ostentar tudo que o estúdio consegue.

Mais do que Bayonetta 2 não conseguimos passar um ano sem ter mais do que um jogo deste fenomenal Platinum Games. Depois de um ano com 3 novas propriedades intelectuais (Metal Gear Rising, Anarchy Reigns e Wonderful 101) só podemos desejar que continuem neste percurso de alta qualidade e de produtos singulares, altamente divertidos. Rising a caminho do PC, Bayonetta 2 da Nintendo Wii U, 2014 precisa de mais Platinum e provavelmente será demasiado cedo para falar de sequelas (Madworld 2 ou Vanquish 2?) portanto ficamos à espera de uma nova propriedade intelectual.

Hideki Kamiya e Atsushi Inaba são as duas principais referências do estúdio e apesar de Bayonetta 2, não são muito dados a sequelas. Apesar de uma conversão para HD de MadWorld deixar um sorriso, seria preferível ver algo novo. O Platinum Games tem talento ao combinar histórias e ambientes originais com mecânicas de jogo desafiantes e exigentes que se sentem bem quando combinadas por isso é aguardar com expectativa.

No Man's Sky

Juntamente com Rime, No Man's Sky é o indie que aguardo com maior expectativa. Apesar de esta semana o estúdio ter sido inundado e dos prejuízos materiais terem sido elevados, desde computadores a consolas, espero que o jogo não tenha sido afetado e que o seu desenvolvimento possa decorrer com a maior das normalidades possíveis após este evento. Estamos afinal de contas perante o maior momento dos VGX Awards que decorreram no início deste mês.

Além de todo o espantoso visual, No Man's Sky do Hello Games carrega em si uma premissa verdadeiramente fascinante. O jogo tem tudo para se destacar e sem saber, de momento, até que ponto esta inundação irá prejudicar ou não o trabalho que já foi feito, espero que o jogo possa ser tudo o que os seus criadores desejam.

Atualmente estão 4 de 13 pessoas a trabalhar no jogo que procura apresentar exploração espacial na qual podemos passar de planeta em planeta sem quaisquer interrupções. O objetivo principal do jogo será alcançar o centro o universo passando pelos planetas que nos vão surgindo. A vertente multi-jogador é outro dos pontos principais do jogo e teremos que descobrir elementos novos que podemos assinalar para todos verem.

O jogo está a caminho do PC mas o estúdio diz que irá ser apresentado à Sony e à Microsoft, especialmente depois da apresentação nos VGX, portanto apenas temos que esperar e desejar que seja lançado em mais plataformas. O estúdio descreve-o como uma espécie de Minecraft espacial e de momento existe curiosidade e ansiedade.

Ni no Kuni 2

Lightning Returns: Final Fantasy XIII, Tales of Symphonia: Chronicles, Tales of Zestiria, Tales of Xillia 2, Persona 5, Bravely Second, Dark Souls II, Drakengard 3, Freedom Wars, Final Fantasy XV, e Project X são as propostas dos JRPGs para 2014 mas e que tal Ni no Kuni 2? Depois do espantoso trabalho executado pela Level-5 no original, que chegou até nós em Fevereiro de 2013 e que atualmente pode ser comprado por menos de €10, uma sequela desta fenomenal propriedade intelectual é quase obrigatória.

A jornada de Oliver certamente encantou muitos jogadores e dentro deste espaço acredito que conseguiu conquistar o seu lugar e afirmar-se como algo singular e cativante. A variedade está mais do que garantida ao longo do ano, a qualidade é que terá que ser vista, mas a ideia atual é que a Level-5 simplesmente não sabe falhar. Todo um talento e até uma certa inocência digna das crianças mais sonhadoras parece agraciar os projetos desta companhia e todos os jogadores lhe reconhecem mérito.

Não existe muito aqui a dizer, apenas que desejo regressar ao Outro Mundo com Oliver e viver uma fábula de encanto singular. Tendo em conta que o jogo ainda nem anunciado foi, um lançamento em 2014 será altamente improvável mas só isso já chegaria. Lançar no Ocidente Youkai Watch ou Phoenix Wright vs. Ace Attorney para a Nintendo 3DS também seria bom mas isso já é uma outra história.

O regresso de Onimusha

Com Deep Down a causar alguma estranheza, sendo considerado por alguns como uma tentativa da Capcom em lucrar com o sucesso gerado em torno de Dark Souls, com Resident Evil nas ruas da amargura e com Megaman num estado lastimoso, só posso pedir que Onimusha fique esquecido em prol de novas propriedades intelectuais de alta qualidade ou então que regresse com grande qualidade, seja de que forma for.

Seja num novo jogo criado de raiz a pensar nas plataformas de nova geração, seja numa conversão HD dos quatro jogos principais na série, Onimusha precisa regressar para este jogador sentir que a Capcom está a trabalhar para agradar os seus fãs de longa data. Na era PlayStation 2, os jogos da série espantavam sucessivamente a cada novo lançamento mas de 2001 a 2006 fui tão feliz na criação da Capcom.

Novo jogo de aventura do Rare

Quando penso na Nintendo GameCube penso quase sempre em Starfox Adventures como um dos seus marcos. Foi provavelmente o último grande jogo do estúdio Rare e um jogo que guardo com imenso saudosismo. Apesar de Kameo ou Perfect Dark Zero não terem sido o que esperava da Rare, nem tão pouco Banjo Kazooie: Nuts and Bolts, a sensação é mesmo que desde 2005 o estúdio tem passado ao lado do brilhantismo que o ajudou a definir. Ainda assim existe uma enorme vontade, que não parece ser só minha, de ver este estúdio regressar aos seus tempos de outrora e de ser algo mais do que um "estúdio Kinect Sports".

Aventura, plataformas, gráficos bonitos, estruturas divertidas e mecânicas de jogo profundas eram atributos que podíamos encontrar num jogo Rare e gostaria que em 2014 a Xbox One marcasse o seu regresso. Não posso dizer que estou com grandes expectativas, aqui o sonhar não custa é mesmo a valer, mas não seria bom ver uma nova propriedade intelectual ou o regresso de uma já conhecida focada nas estruturas clássicas e não nos controlos por movimento?

Um novo Perfect Dark já seria aceitável mas tendo em conta como o género FPS passou de popular a vulgar quase, algo nas linhas de Starfox Adventures ou Banjo Kazooie já era mais do que bom.

Hyrule Warriors

Quando a Nintendo se aliou à Tecmo Koei para colocar a Team Ninja a desenvolver Metroid: The Other M, fiquei altamente fascinado pela injeção de novo fulgor na série Metroid. Uma nova equipa, exterior, a olhar para uma série clássica e de sucesso pode ser um pau de dois bicos: por um lado temos uma equipa inexperiente na série que pode criar algo diferente do que os fãs esperam, mas pelo outro poder ser o pontapé para criar algo diferente, arrojado e fora da imaginação que o estúdio responsável por essa série iria criar.

Tal aconteceu com Metal Gear Rising, completamente diferente da tradicional série Metal Gear Solid e o próprio Kojima reconheceu que o Platinum Games seria mais indicado para esse tipo específico de experiência e riscou o seu projeto interno. A ideia seria algo desse estilo, algo com essa qualidade, com esses valores de responsabilidade e talento. A série Dynasty Warriors é das mais famosas da atualidade e todos os anos temos crossovers com outras séries, ou meios até, que injetam nova energia na própria, que o diga One Piece: Pirate Warriors.

Hyrule Warriors para a Nintendo Wii U não é o jogo The Legend of Zelda que todos queremos mas já que foi anunciado espero que se tornem num jogo de classe e qualidade. Apesar de One Piece ter sido um sucesso, Saint Seiya ou Hokuto no Ken já não tiveram o mesmo alcance logo será preciso uma parceria firme e inteligente entre Nintendo e Tecmo Koei.

Ninguém mais do que o estúdio Omega Force poderia desenvolver este projeto e assim espero que seja. Está confirmado que Eiji Aonuma conduz o leme e apesar da qualidade gráfica não ter impressionado, acredito que este seja o jogo que irá ajudar a vender consolas Nintendo Wii U, principalmente no Japão, e combinado com um ajuste no preço melhor ainda.

Hyrule Warriors é um jogo que expande a série The Legend of Zelda tal como The Other M o fez por Metroid. Caso seja bem feito poderá ser um sucesso inesperado.

Revolução iOS/Android

Depois do fenómeno Angry Birds, que já todos sabem até que ponto está a ser explorado, depois do fenómeno Infinity Blade, os jogos iOS tem andado de mãos dadas com todo o tipo de experiências, principalmente casuais e imediatas, que tentam ser a génese de um novo movimento que irá dar início a uma nova moda a seguir. Jogos como Candy Crush, Cut the Rope, Where's My Water? ajudaram imenso a imprimir variedade aos jogos iOS/Android mas agora é a hora de revolucionar novamente.

Jogos como République ou Oceanhorn mostram que as plataformas mobile podem ser muito mais do que casas para jogos de um toque e já está, podem ser casa para algo profundo e rico como nas portáteis dedicadas. No entanto, será precisa uma revolução a nível de gameplay que volte a dar a sensação que algo novo surgiu e novo furor é incutido.

Gostaria de ver um jogo a criar o espanto que Infinity Blade criou no seu lançamento, a ideia que os jogos mobile podem não ter a profundidade dos dedicados mas que numa outra plataforma não teriam a mesma qualidade, seriam diferentes e não únicos. Talvez esteja a desejar algo que não seja preciso mas confesso que uma nova chama no mobile gaming é algo que me cativa.

Mighty Nº 9

O meu último pedido especial para 2014 seria Mighty Nº 9 fosse lançado não em 2015 mas sim no próximo ano. Keiji Inafune e o seu Comcept recorreram ao Kickstarter para financiar uma nova propriedade intelectual para PlayStation 3, 4, Vita, Xbox 360, One, PC, Nintendo Wii U e 3DS logo não falhará nenhuma das principais plataformas dedicadas. Mighty Nº 9 pode ser descrito como um sucessor espiritual para Megaman, não fosse Inafune o seu criador, e parece ser tudo o que os fãs gostariam que a Capcom fizesse com a série.

A gameplay em 2D combinada com animações 2D e 3D espantaram e o jogo é lindo de ver em movimento. Segundo Inafune, é a revolução no género e o avanço nos jogos de plataformas e ação que irá ditar o futuro, nós assim o esperamos. Ver o jogo com um desenvolvimento tão longo não é algo que desejo, seria tão fantástico de ver esta nova propriedade em 2014.

Existem muitos outros pedidos que poderia fazer, especialmente porque vem aí Persona 5, mas decidi escolher estes para ilustrar alguns dos meus maiores desejos para o próximo ano. São pequenas esperanças em torno de alguns dos jogos que mais aguardo e jogos que espero que ajudem a moldar o meu 2014 nos videojogos. Com um atual balanço de 2013 ainda presente, com as imensas ofertas de Natal a ocupar imenso do tempo, olhar para o futuro e manter esperanças é gratuito.

Ser um adepto dos videojogos na atualidade é simplesmente fascinante pois temos muita oferta com enorme acessibilidade. Temos novas propriedades intelectuais a caminho, novas consolas, regresso de grandes séries e formatos cada vez mais sociais que nos permitem comunicar em segundos quando anteriormente seriam precisos meses. Esta é o meu maior desejo para o Pai Natal, que todos sejam capazes de usufruir das grandes experiências que estão a caminho apenas pelo simples prazer de conhecer um videojogo e não de respeitar ou seguir marcas como se de um momento para o outro os videojogos fossem clubismo.

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Sobre o Autor

Bruno Galvão

Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.

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