LEGO Marvel Super Heroes - Análise

Festim de super-heróis em Lego

Depois do universo da DC ter servido de pano de fundo para uma aventura em formato Lego, chegou a vez da Traveller's Tales se focar no universo Marvel. Podemos dizer que era algo previsível, se o Super-Homem e o Batman resultaram, os rapazes do Stan Lee e companhia também tinham tudo para nos conquistar. Tradicionalmente focada num filme específico, a série tem timidamente evoluído para outros campos, como é exemplo o City Undercover.

Acompanhar um lançamento de Hollywood é excelente para fãs, mas não tanto para os restantes que nunca viram o filme, e por isso não percebem certas nuances das personagens e acontecimentos, grande parte do charme destes jogos. Claro que há clássicos que são muito abrangentes, casos de Indiana Jones ou Star Wars, mas é justo dizer que nem todo o público potencial de jogos Lego se importa com as aventuras dos Piratas das Caraíbas ou Harry Potter.

Já quando falamos de super-heróis, a coisa muda completamente de figura, e abre espaço para muito mais criatividade. Tem desde logo a vantagem de não estar preso a um arco narrativo, sim continua a ter que respeitar a personagem, mas não segue um guião como quando acompanha os acontecimentos de um filme.

O universo Marvel é muito extenso como todos sabemos, e assim, o primeiro trunfo deste Marvel: Super Heroes é o facto de respeitar essa mesma dimensão, com cerca de 150 figuras da marca completamente retratadas em bonecos de plástico. Depois, cada super-herói tem um pano de fundo presente na mente de cada fã, abrindo imensas possibilidades para marcar aquele tom de paródia que tornou esta série de jogos querida desde logo.

"Podemos ver o Clarim Diário, onde trabalha o freelancer mais conhecido da banda-desenhada".

A história desenrola-se após o filme The Avengers, e envolve a procura de uns fragmentos pertencentes à prancha de um certo surfista, artefactos que os vilões também perseguem com as piores intenções. Dos vários antagonistas presentes ao longo da aventura destacam-se Loki e Doctor Doom, mas a ameaça maior vem de uma certa "entidade" intergaláctica, uma figura conhecida pela sua curiosa dieta à base de galáxias.

Como sempre é um jogo montado para o formato cooperativo, onde podemos trocar entre um grupo determinado de personagens em cada quadro apenas com o pressionar de um botão. A estrutura da aventura é muito similar à dos jogos anteriores, vamos ultrapassando os níveis e desbloqueando as personagens, para depois desbloquear o jogo livre e podermos repetir os níveis com super-heróis que não tínhamos da primeira vez.

A "hub" desta vez é uma versão em Lego da cidade de Nova Iorque, mas aquela que conhecemos dos livros de banda-desenhada. Podemos ver o clarim diário onde trabalha o freelancer mais conhecido da banda-desenhada, a Oscorp, a Stark Tower, podemos também utilizar o Hellcarrier dos vingadores, ou até visitar Asgard, também ela na sua versão magnífica em Lego.

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Sobre o Autor

Aníbal Gonçalves

Aníbal Gonçalves

Redator

MMOs e RPG são com o Aníbal. Aliás existe um rumor na redação que a sua primeira casa é o World of Warcraft. Mas às vezes também o vemos a fazer uns exercícios. Não é mau de todo.

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