The Elder Scrolls V: Skyrim - Análise • Página 3

Adeus vida social.

É por esta razão que, que quando se começa a jogar, perde-se facilmente a noção com a realidade. Naquele pequeno DVD, está um mundo enorme que deseja e está pronto para ser descoberto. E esse mundo é fantástico e criado de maneira tão cuidadosa e pormenorizada, que parece existir realmente.

Conseguir criar tal obra como Skyrim nas consolas atuais, tem as suas limitações é claro. Aproximem muito de qualquer objeto e toda a sua beleza desvanece sendo substituída por texturas fracas. Mas isto é facilmente desculpável quando olhamos para a dimensão do jogo, que vai para além da dimensão do mapa, existindo também os interiores de todos os edifícios, grutas e outras construções espalhadas por Skyrim.

A física também sofre do mesmo problema. Com um mundo tão grande, não seria de esperar incrivelmente realista. A perspetiva na terceira está um pouco melhor que Oblivion, mas os saltos são absolutamente ridículos. Quem prefere jogar nesta perspetiva poderá ficar desiludido. No entanto, o jogo foi feito para ser jogado na primeira pessoa. Assim, poupam-se ao tormento de ver as animações da vossa personagem.

Skyrim não está isento dos típicos erros que afetam os jogos da Bethesda. Durante a minha aventura, não fiquei preso em nenhum lugar manhoso, mas a consola bloqueou várias vezes. Quando o jogo for lançado, é provável que outros jogadores encontrem muitos outros erros. Mas mais uma vez, é algo compreensível olhando para as dimensões do jogo.

Para acompanhar um jogo épico, a Bethesda teve que criar uma banda sonora ao mesmo nível. E fazer melhor era impossível. A banda sonora é tão épica quanto o resto do jogo. Mas palavras para quê? Desfrutem aqui do tema principal que constitui esta delicia para os ouvidos.

O que dizer de The Elder Scrolls V: Skyrim que já não tenha sido dito? Bem, este é mesmo um daqueles jogos em que se fosse mencionado tudo aquilo que oferece e tudo aquilo que dá para fazer, dava quase para escrever um livro. Mas creio que a ideia que queria transmitir ficou clara. Skyrim é um jogo épico em todos os sentidos, não há outra palavra para descrevê-lo. É um dos melhores e maiores RPG de sempre. Uma maravilha videojogável. Agora se me dão licença, tenho que ir jogar a minha dose diária de Skyrim.

9 /10

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Sobre o Autor

Jorge Loureiro

Jorge Loureiro

Editor

É o editor do Eurogamer Portugal e supervisiona todos os conteúdos publicados diariamente, mas faz um pouco de tudo, desde notícias, análises a vídeos para o nosso canal do Youtube. Gosta de experimentar todo o tipo de jogos, mas prefere acção, mundos abertos e jogos online com longa longevidade.

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