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Antevisão 2023 - Os jogos mais desejados

Os jogos que mais queremos jogar.

O Ano Novo de 2023 está posicionado para se tornar num dos melhores de sempre e enquanto esperamos pela chegada dos jogos para atestarmos se isso é cumprido, os nomes já confirmados para os próximos 12 meses mais do que chega para merecer esse grande elogio. São mesmo muitos jogos que estão a caminho e uma galáxia de nomes de luxo.

A Xbox Game Studios tem nomes como Forza MotorSport de regresso e tem nas mãos duas novas propriedades intelectuais da Bethesda Game Studios. Starfield carrega às costas o peso do mundo, a responsabilidade de se tornar num jogo de referência universal, uma espécie de demonstração do poder dos estúdios internos da Microsoft. Redfall da Arkane também partilha dessa responsabilidade, em menor escala, para mostrar ao mundo o que o Game Pass poderá oferecer com estreias de poderoso calibre.

Companhias como a PlayStation e a Nintendo ainda surgem muito despidas para 2023, mas com nomes como Marvel's Spider-Man 2 e The Legend of Zelda já confirmados, está mais do que garantida a qualidade para as suas consolas. Estas duas casas japonesas ainda têm muito para mostrar, mas os nomes apresentados deixam qualquer um a sonhar.

Das third-party temos um oceano de nomes explosivos, desde Street Fighter e Resident Evil a Final Fantasy e Hades, sem esquecer algumas possíveis surpresas vindas de estúdios menos conhecidos, como Black Myth: Wukong. Seja na Europa com companhias como Remedy e Ubisoft, Estados Unidos com a Rocksteady Studios de volta ou Japão com a Capcom e Square Enix prontas para um 2023 explosivo, há muito que nos deixa entusiasmados.

Este artigo serve para partilhar contigo a ingrata tarefa de escolher três dos nossos jogos mais desejados para 2023. Seria fácil criar uma lista com 10 ou 20 nomes e mesmo assim sentir que ficou algum importante de fora, mas decidimos optar por apenas 3 para tornar tudo muito mais difícil.

Os mais desejados do Vítor:

  • Street Fighter 6 - Depois de um arranque em falso com Street Fighter V, pese embora as posteriores melhorias, parece que com Street Fighter 6 a franquia rainha "fighting game" da Capcom regressará ao melhor nível. Face às indicações da beta e de quem já experimentou o jogo, estaremos prestes a ter um lançamento do tipo Street Fighter IV, o jogo que praticamente revitalizou a comunidade. Há muitas ferramentas e mecânicas que estou desejoso por experimentar enquanto entusiasta de longa data.
  • The Legend of Zelda: Tears of Kingdom - Para mim qualquer lançamento com o nome The Legend of Zelda deixa-me em pulgas e desejoso por jogar, mas mentiria se dissesse que uma nova entrada na série principal não supera esse desejo. Finalmente e anos depois do pujante Breath of The Wild, poder jogar a sequela é um momento capital e crucial.
  • Forza MotorSport 8 - A Turn 10 já demonstrou ser uma equipa capaz de elevar a fasquia de um "racing" de pista e circuito aos mais elevados patamares de qualidade. É uma produtora que conjuga a arte e o detalhe automóvel com a definição cabal e épica das corridas, ao jeito americano, oferecendo muitas vezes um contraponto a esse fenómeno da cultura automóvel que dá pelo nome Gran Turismo. A dimensão técnica e ao mesmo tempo a profundidade em experiência ditam que o próximo número da série pode tornar-se num farol automóvel para a década.

Os mais desejados do Adolfo:

  • Starfield - Starfield é de facto o meu grande desejo para 2023, com esperança de que tudo ira corre pelo melhor e que desta vez a Bethesda não pratique os mesmos erros de Fallout 76. Um ano promissor para as consolas Xbox Series X|S.
  • Marvel's Spider-Man 2 - A continuação está marcada para 2023, e certamente que a Insomniac Games não irá desapontar com Marvel's Spider-Man 2. Basta manter as bases dos títulos anteriores e dar uns acrescentos robustos à narrativa e outras possibilidades de gameplay.
  • Diablo 4 - Certamente que pode parecer inabitual, mas sou apreciador de jogos como a série Diablo. Joguei horas infindáveis tanto Diablo 2 como Diablo 3. Já me esqueci de muitas das mecânicas do género, mas venha Diablo IV para comprovar que a Blizzard Entertainment ainda sabe fazer bons jogos.

Os mais desejados do Jorge Loureiro:

  • Starfield - É difícil não estar entusiasmado com Starfield. Até mesmo quem não esteja interessado em jogar deve estar curioso para ver o que a Bethesda vai entregar. A cada adiamento, as expectativas aumentam. É a primeira propriedade intelectual original da Bethesda em 25 anos, com um ambiente de ficção científica e mundo aberto com mais de 1000 planetas para explorar (só nesta frase dá para ver a ambição da Bethesda). Será o RPG da década? As expectativas para aí apontam.
  • Marvel's Spider-Man 2 - Tanto o primeiro jogo como a continuação (Miles Morales) foram dos jogos mais diveridos de sempre, pelo menos para mim. Não há uma única coisa que não seja divertida... até a deslocação no mundo, que costuma ser aborrecida em jogos em mundo aberto, nos coloca um sorriso na cara. Não sei como é que a Insomniac Games vai colocar as duas aranhas no jogo (será que vamos poder alternar?), mas esta sequela tem o potencial para se tornar numa eterna referência nos jogos de super-heróis.
  • Star Wars Jedi: Survivor - O jogo anterior pegou naquilo que Star Wars The Force Unleashed tinha de bom (que era até então um dos meus jogos favoritos deste universo) e envolveu isso num pacote ainda melhor, com uma história oficialmente integrada no cânone de Star Wars, combate mais complexo e refinado, e imensos locais para explorar. Estou curioso para ver as novidades da sequela e a continuação da história de Cal.

Os mais desejados do Jorge Salgado:

  • The Legend of Zelda: Tears of Kingdom - Uma escolha um pouco cliché, mas que não deixa de ser verdade; depois das várias horas enterradas em Breath of the Wild, estou muito curioso em ver aquilo que o pessoal da Nintendo andou a fazer ao longo dos últimos 5 anos. Se o novo jogo tiver masmorras tradicionais e se o sistema de deterioração de armas tiver desaparecido, já fico feliz.
  • Hogwarts Legacy - Como fã de longa data de Harry Potter, este parece ser o jogo com que sempre sonhei. Um castelo realista e cheio de vida, muitas missões, locais a visitar, criaturas para descobrir. Tudo parece estar a ir pelo caminho certo mas já sabemos que, no que diz respeito aos videojogos, as nossas expectativas por vezes saem defraudadas. Espero que este não seja o caso!
  • Resident Evil 4 - A Capcom revigorou a série por completo nos últimos anos e estou desejoso por ver o remake finalizado de Resident Evil 4. Até agora, tudo aquilo mostrado parece seguir o jogo original, mas com uma componente gráfica exponencialmente melhor. Com sorte, a equipa aprendeu com os erros de Resident Evil 3 Remake e não cortou secções do jogo.

Os mais desejados do Bruno:

  • Final Fantasy 16 - A vida de um fã de Final Fantasy não é fácil e apesar da facilidade desta série para nos levar ao êxtase, também consegue atirar-nos para o chão. Os esforços da equipa liderada por Naoki Yoshida parecem simplesmente espetaculares e praticamente tudo o que é dito sobre Final Fantasy 16 soa bem e deixa-me empolgado. Não consigo pensar em nenhum outro jogo que gostaria de estar já a jogar.
  • Alan Wake 2 - Sou um grande fã da Remedy, das primeiras companhias que para mim conseguiram trabalhar em projetos de autor. Após Alan Wake, Quantum Break e Control, não há forma de não ficar empolgado com o seu próximo jogo, especialmente porque é o tão desejado regresso de Wake. A metodologia da Remedy para visuais, gameplay, atmosfera, banda sonora e imersão é muito característica e espero ansiosamente pelo jogo.
  • Suicide Squad: Kill the Justice League - Existem imensos jogos que poderia colocar aqui, mas enquanto ávido consumidor de BDs dos Estados Unidos, decidi apostar em Suicide Squad. Não tenho dúvidas que Spider-Man 2 da Insomniac vai ser mais um momento de ouro para o estúdio, mas o tão aguardado regresso da Rocksteady Studios tem um potencial muito próprio. O seu gameplay é mais do que aclamado e imaginar uma evolução é empolgante, mas é o jogar com os vilões e enfrentar os "heróis" que me deixa intrigado com a possibilidade de uma experiência irreverente, inteligente e inesperada.
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