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Ant-Man and the Wasp: Quantumania foi feito aos atalhos devido ao prazo, dizem trabalhadores

Quem trabalhou nos efeitos especiais deixa duras críticas à Marvel.

A Marvel Studios colocou Ant-Man and the Wasp: Quantumania nos cinemas e está novamente a ser alvo de críticas por parte dos técnicos e artistas que trabalham nos efeitos especiais. Este é um elemento proeminente nas produções desta casa e surgem agora relatos que foram feitos diversos compromissos para cumprir o prazo.

O terceiro filme de Ant-Man já arrecadou mais de 241 milhões de dólares nas bilheteiras e está a gerar entusiasmo, mas também está a ser alvo de várias críticas devido à qualidade dos efeitos especiais. De acordo com o Vulture, que conversou com pessoas que trabalham em companhias contratadas pela Marvel Studios, é fácil explicar isto.

As pessoas que aceitaram falar com o Vulture, falam que o controlo de qualidade para Ant-Man and the Wasp: Quantumania foi inferior ao habitual e admitem até que tiveram de recorrer a "atalhos" para conseguirem cumprir com o prazo estipulado. Além disso, afirmam que tiveram de mudar recursos do filme Ant-Man para Wakanda Forever.

Os dois filmes estiveram em pós-produção ao mesmo tempo e muitas das companhias que trabalham para a Marvel Studios nos efeitos especiais trabalharam nos dois filmes em simultâneo. Perante a quantidade de trabalho e prazos, tiveram de sacrificar Ant-Man and the Wasp: Quantumania.

O termo que usam é "Pixel-Fucked" para descrever projetos com pouco pessoal para o trabalho necessário e com prazos irrealistas. Para piorar as coisas, a Marvel Studios exigiu constantemente alterações e melhorias a cenas já terminadas, o que resultou em semanas com mais de 80 horas de trabalho.

Wakanda Forever recebeu mais atenção e recursos, o que forçou as equipas a remendar trabalhos por acabar em Ant-Man and the Wasp: Quantumania. Um dos trabalhadores diz mesmo que tiveram de remover muitas cenas de ação porque simplesmente não conseguiram acabar a tempo.

Tal como na indústria dos videojogos, muitos pedem agora a criação de leis e sindicatos para se protegerem, especialmente porque as companhias aceitam estas exigências e condições pois sabem que a sua existência depende de clientes como a Marvel Studios.

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Sobre o Autor
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Bruno Galvão

Redator

O Bruno tem um gosto requintado. Para ele os videojogos são mais que um entretenimento e gosta de discutir sobre formas e arte. Para além disso consome tudo que seja Japonês, principalmente JRPG. Nós só agradecemos.
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