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Ainda não estamos mortos, nem a morrer

Microsoft promete continuar a apoiar os nossos Computadores Pessoais.

A Microsoft parece continuar a apoiar o seu Games for Vista, ou o mais importante, Games for Windows. Assim promete John Schappert, vice-presidente da Microsoft em uma carta dirigida a todos os jogadores amantes do PC.

Schappert não só confirma o apoio da Microsoft, como também revela dados que mostram que o PC não está morto, aliás está de boa saúde.

Exemplos como World in Conflict, Lord of the Rings Online: Shadows of Angmar, Sins of a Solar Empire são casos de sucesso entre o PC. Mas não podemos deixar de esquecer Crysis e Age of Conan: Hyborian Adventures que venderam mais de 1 milhão de unidades, bem como Hellgate: London que tem já mais de 1 milhão de contas activas.

Schappert acredita que o crescimento dentro da plataforma PC continuará a existir, prevendo um crescimento nas vendas de software e hardware, e que a comunidade PC nunca esteve tão forte.

Para finalizar Schappert, revela que existe 16 novos títulos que terão lançamento no PC, caso de Call of Duty: World at War, Ghostbusters: The Videogame, Crysis: Warhead, e Zoo Tycoon 2: Ultimate Collection.

Para além dos exemplos dados por Schappert, achamos por bem falar também da série The Sims, bem como World of Warcraft e todos os jogos em universo persistente, que tem no PC o seu expoente máximo. Para além de tudo isto, os casual games têm nesta plataforma a maior variedade de videojogos para consumo, desde pequenos softwares gratuitos por browser, a novas iniciativas e métodos de mercado, como Battlefield Heroes da DICE, na qual assenta sobre o tema "Free-to-Play".

E vocês, acham que o PC está morto, ou prestes a morrer?

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Jorge Soares

EG.pt Master of Puppets

Sempre ocupado e cheio de trabalho, é ele quem comanda e gere a Eurogamer Portugal. Queixa-se que raramente arranja tempo para jogar, mas quando está mesmo interessado num jogo, lá consegue arranjar uns minutos. Tem mau perder e arranja sempre alguma desculpa para a sua derrota, mas no fundo, é o que todos fazemos.

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