The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena

Um predador na escuridão.

Versão testada:

Riddick é um nome que não me sai da cabeça desde 2004, ano em que a sequela do filme Pitch Black foi lançada. The Chronicles of Riddick conseguiu atrair a minha atenção pois fã que sou de ficção científica não poderia deixar de pelo menos conferir quem é na realidade este Riddick. Depois da bela surpresa que foi o segundo filme fui então à procura do primeiro, Pitch Black, para melhor me enquadrar com todo o universo que rodeia o mundo obscuro de Riddick.

O filme The Chronicles of Riddick foi lançado em 2004 acompanhado pelo videojogo The Chronicles of Riddick: Escape from Butcher Bay para a Xbox, jogo esse que também teve direito a uma versão para PC no final do mesmo ano. Escape from Butcher Bay relata os acontecimentos passados antes dos dois filmes, sendo portanto uma prequela que nos leva a conhecer melhor quem é Riddick.

Passados cinco anos é com um enorme prazer e curiosidade que pego na sequela de um dos grandes jogos da Xbox e PC. Butcher Bay foi de facto um jogo que se destacou pela sua enorme qualidade, tanto a nível visual como em termos de jogabilidade, sendo uma mistura de stealth com acção pura e dura. Assault Dark Athena estava programado para ser um remake de Butcher Bay, mas rapidamente a Starbreeze Studios passou para uma verdadeira sequela, resultando num jogo bem completo e com uma nova história para contar.

The Chronicles of Riddick: Assault Dark Athena tem início logo após o final de Butcher Bay, Riddick escapa à tenebrosa prisão de Butcher Bay e fica à deriva nos confins do universo dentro de uma nave, infelizmente esta é capturada pela Dark Athena (nave espacial com fins militares).

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Dark Athena revela alguns pormenores gráficos de uma beleza invulgar.

Se não estão familiarizados com o jogo e toda a sua história podem estar descansados, a Starbreeze Studios incluiu um remake do primeiro título, Escape from Butcher Bay. Podem assim jogar o original e depois a sequela, ficando a par de todo o enredo e a conhecer melhor a personagem que vão encarnar, Riddick. É claro que não é obrigatório jogar o primeiro título mas se nunca o fizeram aconselho vivamente que o façam, a sua qualidade é inquestionável. Outra das vantagens em jogar o original é o melhor conhecimento que se tem da nossa personagem, só assim podemos sentir na pele quem realmente é Riddick.

Por falar nele já me ia esquecendo de referir quem ele realmente é, tanto nos filmes como no videojogo. Ele é nem mais nem menos que o actor Vin Diesel, actor esse a quem a personagem de Riddick assenta como uma luva. Riddick é sombrio, estranho, algo tenebroso e sobretudo um indivíduo de poucas palavras. Com a capacidade de ver no escuro (adquirida em Butcher Bay), ele “caça” os seus inimigos, servindo-se da escuridão para os aterrorizar. Esta é a pele que vamos vestir em mais uma aventura recheada de acção.

Em Dark Athena Riddick encontramos várias caras conhecidas, “amigos” (Riddick não tem propriamente amigos) e inimigos de longa data. Ele não é de muitas amizades, gosta de actuar sozinho e com descrição. Chegado, ou melhor dizendo, capturado pela Dark Athena, ele rapidamente constata que não está num local seguro, fazendo uso da sua invulgar capacidade de ver no escuro infiltra-se na nave como um “rato”, procurando uma maneira para escapar.

As semelhanças com Butcher Bay são mais do que evidentes, toda a acção, enredo, jogabilidade e mesmo o grafismo são bem familiares. É claro que existe um salto qualitativo em termos de grafismo, mas a fórmula é a mesma. Dark Athena faz uso do motor gráfico utilizado em The Darkness, não fosse a equipa de desenvolvimento a mesma para os dois jogos.

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