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Operation Flashpoint: Dragon Rising Hands On

PlayStation 3 PC Xbox 360 Hands On por Jorge Soares

13 Agosto, 2009

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Andar... andar e andar, este foi sempre o que pensei sobre Operation Flashpoint. Quem jogou o anterior, sabe bem do que falo. Paisagens longas, vastas e quase uma infinita forma de progressão no terreno. Olhas para um morro elevado, ou para uma saliência no terreno e pensas, "Ali é um bom sítio". Para chegares lá, tens que percorrer imenso terreno, mas cuidado, pois aqui um tiro significa morte e não cores vermelhas.

Se estão à espera de um jogo de acção pura e dura, então podem parar de ler já por aqui, e irem dar uns tiros a Killzone 2, ou a um CoD qualquer. Já saíram? Ok, então para os interessados em simuladores de guerra, aqui vai. Tive acesso a um versão já bastante avançada de Operation Flashpoint: Dragon Rising, mas quando digo avançada não refiro ao seu estado de produção, mas sim ao seu tempo de produção, penso que este seja o ideal. Foi-me dado acesso a dois níveis, debaixo de uma temática ficcionada, denominada Dragon Rising, com pano de fundo um ataque do exército chinês a uma ilha chamada de Skira. Os dois níveis têm o nome de Dragon Rising e United we Stand.

Desde o início é notória a preocupação com a componente sonora, pessoalmente acho que é algo muito acima do que se tem visto. Como o ambiente se compreende no oriente, músicas e sons orientais premeiam o jogo, e são de uma beleza rara. É interessante começar este artigo falando directamente da sua sonoridade, e fico surpreendido com o cuidado a este nível. Claro está que no "jogo-jogado" os sons tomam outro relevo, ainda mais corpóreos e sublimes. O som faz-se também de silêncio, e neste aspecto toda esta componente premeia o jogo, tornando o ambiente vivo, suave e muitas vezes quase poético. Sentidos à parte, saliento o som dos bombardeamentos, das rajadas de tiros a passar por nós, levando a nos desviarmos literalmente e tentar perceber de onde eles vêm.

'Operation Flashpoint: Dragon Rising' Screenshot 1

O ambiente do jogo é uma dos seus maiores trunfos.

A partir daqui tudo é uma linha recta, sempre a descer. No jogo temos que cumprir determinadas ordens, que nos são fornecidas num briefing inicial da missão e ao longo de todo o nível, quer por texto no ecrã, bem como por ordens directas. Embora o ambiente seja amplo, o jogo tende a ser linear, abrindo, numa espécie de leque territorial, as opções de progressão, com objectivos bem precisos em determinados checkpoints, mostrados num ícone de distância. O que separa este jogo de qualquer FPS de acção, é a sua componente táctica e técnica, obrigando ao jogador a olhar para este tipo de jogo com outros olhos. Se vens de um FPS de acção feito Rambo com a pica toda, é morte certinha à primeira badalada de dor.

De realçar que embora o jogo seja de uma forma lento em termos de progressão, existe momentos de tensão e de acção mais demorada. O sábio uso de todo o armamento é um dos factores mais importantes, X arma em X local poderá fazer toda a diferença. Como jogo de simulação que é, ou pretende ser, todo o armamento não está assim tão facilmente ao nosso alcance, embora tenha uma tendência natural de querer agradar a gregos e a troianos, dando um pouco de dois mundos. Demonstro isto, pela forma de trocarmos de arma, onde todo o material, desde granadas, a kits médicos, a famosa faca, e outras armas está num alcance demorado e lento, num menu vertical lateral. A troca rápida de arma não existe, podendo apenas efectuar pela arma principal e granada. Em suma isto cria um certo feeling de guerra, mas o desespero por sacar de imediato de uma determinada arma pode jogar para o lado essa dita simulação.

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Comentários: 1-10 de 10

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heliummm
13/08/09 @ 10:06
#1
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tou curioso pelo jogo mas ao mm tempo d pé atras...graficos e jogabilidade morta...nao me atrai assim muito.
eSp81
13/08/09 @ 14:33
#2
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tb estou curioso pelo jogo
adictgame
13/08/09 @ 14:46
#3
-3
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Estava a espera de uma coisa mais elaborada.Acho q nao vao ter tempo de corrigir nada
squiz
13/08/09 @ 14:52
#4
-3
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Boas, achas que o jogo está semelhante com ArmA II, ou é diferente?
diefor [staff]
13/08/09 @ 15:11
#5
+2
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Não quis efectuar essa comparação neste artigo, penso que isso será mais lógico na análise. Mas julgo que poderá estar ela por ela.
Edited 1 times, most recently on 15/08/09 @ 16:49
Kosovar
13/08/09 @ 16:38
#6
0
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Vou dizer o mesmo: quero demo!
CDMgamer
13/08/09 @ 22:59
#7
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Alguém sabe quando sai? Preciso mesmo de resposta, se alguém ma poder dar, poste aqui...
diefor [staff]
13/08/09 @ 23:33
#8
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Tens essa informação em cada jogo em baixo ou na ficha.

Data de Lançamento: 9.10.2009
skullman89
27/09/09 @ 12:06
#9
0
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Agora sim e que podemos dizer que ha justiça pois agora e que vamos ver de que e que sao feitos os jugadores, agora e que vamos ver a pura e dura da realidade, e sim tenho uma noticia para os jugadores acabaram - se os RAMBOS e os HOMENS DE FERRO que nao morrem agora sim temos jogo, não e como no cod onde se da tiros no peito e ele continua a andar como se nada fosse e e preciso descarregar meio carregador para ele morre, agora e que quando se leva um tiro morre - se e mais nada, pois quando se tem de morrer morre - se
Raikard
26/01/10 @ 15:34
#10
0
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Uma demo dava jeito...

Comentários: 1-10 de 10

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