LocoRoco 2

No mundo das mil cores.

Imaginem um mundo simples, onde o sol brilha e não existe maldade nem ganância. Tendo em conta a realidade dos nossos dias esta visão é algo utópica, mas muitas são as pessoas que gostariam de ter poderes suficientes para a alterar. LocoRoco 2, a sequela de um dos melhores títulos para a PSP, propõem isso mesmo: que nos sejam dados os poderes certos para podermos trazer de volta a alegria ao mundo do jogo.

A história do título gira em torno dos Moja, que estão de regresso do jogo original, prontos para espalharem pelos vários cenários escuridão e cânticos sombrios, que fazem murchar tudo o que se encontra por perto. A aventura vai-se dando a conhecer ao jogador através de vários vídeos introdutórios, que apesar de parecerem filmes mudos, explicam todos os acontecimentos de forma bastante competente.

O jogador, controlando a terra, tem como objectivo eliminar esta força da escuridão, mediante umas criaturas bastante peculiares denominadas de LocoRocos. A forma como o fazemos mantém-se exactamente igual à do título original; ao pressionar L ou R inclinamos a terra, o que faz mover as bolinhas gelatinosas, e se carregarmos L e R ao mesmo tempo fazemos com que a terra dê um pequeno salto, o que é suficiente para podermos guiar os nossos LocoRocos até ao final do nível.

Como o ditado diz e muito bem, a união faz a força, e parece que no mundo dos LocoRocos também é assim. Durante a aventura temos de procurar pelos cenários plantas que tenham frutos vermelhos ou pequenos insectos (semelhantes a abelhas) que também têm o dito fruto. O que isto vai fazer é aumentar o número de bichinhos. Ao contrário do primeiro jogo, onde este aspecto tinha um papel fundamental na história, em LC 2 serve apenas para aceder a algumas áreas restritas a um certo número de LocoRocos.

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Ele está de maus humor porque sabe que lhe vamos roubar o ´capacete´.

Algo que mudou completamente é a forma como acedemos a um nível. Antes, ao completar um, ganhávamos acesso ao seguinte e assim sucessivamente. Agora o que temos é o globo terrestre, que giramos com um simples toque nos gatilhos. De referir que cada cenário tem vários níveis, e que estes não são completados todos de seguida, ou seja, tanto podemos estar numa zona gélida como de seguida numa floresta tropical, o que acaba por quebrar uma certa monotonia.

Os gráficos mantêm-se inalterados; os cenários do jogo estão divididos em duas dimensões com um visual simplista bastante colorido. No entanto, foram adicionadas novas personagens secundárias, que dão mais veracidade aos níveis, como os macacos presos às lianas na selva.

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