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Divinity II: Ego Draconis Análise

PC Xbox 360 Análise por Adolfo Soares

5 Janeiro, 2010

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Analisar jogos tem destas coisas, tanto somos brindados com obras-primas como nos deparamos com autênticos pesadelos virtuais. Divinity II: Ego Draconis é um desses pesadelos, ainda por cima depois de recentemente ter analisado o excelente Dragon Age: Origins. Mas este pesadelo é bem mais real na consola da Microsoft, não por culpa máquina, como é óbvio.

Esta obra vinda da Bélgica, é uma desilusão, tanto a nível da jogabilidade como em termos visuais, safando-se o argumento, que diga-se de passagem é bem apelativo e muito bem conseguido. Somos um herói, apenas controlamos uma personagem, que ambiciona tornar-se num caçador de Dragões. Ele faz parte de uma antiga ordem de guerreiros que lutam contra os Dragon Knights (Humanos/Dragões), mas a história irá sofrer uma reviravolta, tornando-se num dos inimigos dessa mesma organização.

Em seu núcleo, Divinity II é um RPG de acção, com uma enorme riqueza de estatísticas e habilidades, e com um modelo de combate ao estilo “aponta e mata”. O uso de hotkeys está bem implementado, tanto na versão PC como Xbox 360 onde damos uso de todos os botões disponíveis no comando. Toda a nossa actividade é registada num logbook, desde conversas, conquistas, locais visitados, Quests.

'Divinity II: Ego Draconis' Screenshot 1

Muita pancadaria e muitos monstros.

A parte inicial do jogo é dedicada a uma espécie de tutorial, em que temos a oportunidade de praticar três tipos de classes, Guerreiro, Mago e Arqueiro. Após o treino somos obrigados a escolher uma das três, cada classe possui as suas habilidades, que podem ser colocadas nas hotkeys enquanto outras são um acréscimo natural dos movimentos da respectiva classe. A escolha da classe não significa que deixemos de ter acesso às habilidades das outras, muito pelo contrário, podemos evoluir o herói com a aquisição de habilidades das diferentes classes disponíveis. Para completar as características de cada uma delas, temos também disponíveis habilidades relacionadas com a classe Dragon Slayer e Priest. Como podem constatar, o nosso herói é muito versátil, podendo evoluir todas as habilidades disponíveis para cada classe. Mais tarde, teremos a possibilidade de nos transformar em Dragão, adquirindo todas as suas habilidades, passamos a ser um Dragon Knight.

Como é de esperar, temos uma campanha principal com as suas Quests, adicionalmente temos as secundárias, que servem para adquirir mais experiência e recolha de items, contribuindo também para um aumento da longevidade do jogo. Esta é uma parte algo confusa do jogo, pois não temos a possibilidade de seleccionar uma Quest secundária e fazer com que esta apareça no mapa, andamos um pouco perdidos no jogo, facto que não acontece com os objectivos relacionados com a campanha principal, pois estes estão sempre marcados no mapa. O acumular de experiência faz com que o herói suba de nível, temos então a possibilidade de aumentar algumas das cinco características que definem a constituição do herói.

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Comentários: 1-10 de 10

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t.13
05/01/10 @ 09:27
#1
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tinha ficado com uma certa curiosidade acerca deste jogo mas depois de ler esta analise vi que é mais um jogo que me vai passar ao lado... enfim, boa analise :P
Edited 1 times, most recently on 05/01/10 @ 10:37
heliummm
05/01/10 @ 10:21
#2
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Se tem uma jogabilidade péssima então ter muitas horas de jogo também não é bom (lol) seria um massacre.
miiiguel
05/01/10 @ 11:37
#3
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Desculpa, não acho que a análise tenha sido muito feliz. Dois aspectos:
- Começar com uma analogia a um pesadelo não é muito feliz, e depois dar um 6 parece contraditório ou no minimo inflacionador.
- Todo o texto parece mais uma bula de um medicamento que um texto que também se deseja opinativo/criativo.
Não quero parecer demasiado "blunt" mas transpareceu que o autor não lhe apetecia mesmo nada jogar Divinity e queria voltar para o MW2 ou o que quer que seja que esteja agora "a dar".

Quanto ao jogo, concordo com a análise do ponto de vista tecnico, falta-lhe o polimento habitual dos jogos de consola, tem demasiado "feeling" de jogo de PC, contudo, para mim isso é positivo, ou pelo menos revivalista. Já não tão engraçado foram os "freezes" que tive, e que não são referidos aqui (provavelmente joguei mais tempo que o autor do texto).
A referencia às "side-quests" como algo para "encher chouriços" não me parece correcto, pois para além de darem a conhecer Rivelon, conseguem dar uma impressão de mundo aberto (com a ajuda de não usar - propositadamente - indicadores de objectivo). Para além disso existem consequencias para opções tomadas durante essas side-quests, o que tambem não foi referido.
Enfim, é um jogo para quem jogou Diablo e Diablo 2, e que não tem intenções de jogar Diablo 3 a não ser que saia na 360.
Edited 2 times, most recently on 05/01/10 @ 11:50
Bloody27
05/01/10 @ 16:18
#4
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quanto das a este jogo miiiguel???
eu até tinha esperanças neste jogo mas depois da análise....:s ma jogabilidade deita tudo por terra.
por acaso tb tenho notado que algumas análises sao muito superficiais... se o jogo é espetacular nem se encontra um "senão".
mas pelos vistos nao é só aqui.
Lembro-me daanálise do forza3 na multiconsolas (passo a publicidade), nao foram apontados defeitos e depois levou um 9/10 parece-me :\
DreSmart82
05/01/10 @ 18:48
#5
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Não passa de um artigo que expressa uma opinião pessoal, por isso são úteis as segundas opiniões.
A Eurogamer de nuestros hermanos deu 9/10

http://www.eurogamer.es/articles/divinit...
http://www.metacritic.com/games/platform...
Edited 1 times, most recently on 05/01/10 @ 18:50
miiiguel
05/01/10 @ 18:54
#6
+1
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@ Bloody: para ser sincero o termo "jogabilidade" é, para mim, um bocado ambiguo, não sei bem o que quer dizer. Joga-se mal? Se for esse o caso, de todo que não. O argumento é solido e interessante; as paisagens são idilicas e sempre banhadas por uma luz de quase-por-de-sol; uma musica bem ambiental e a condizer (alias, Divinity 1 foi muito apreciado pela sua OST; esta tem a mesma qualidade); a construção da personagem é feita de forma bastante espaçada e "nasce" completamente fruto das nossas decisões (o que escolhemos para evolução tem mesmo muito impacto em todo o jogo) o que torna o jogo mais ou menos facil (atenção o jogo não é nada facil!)
Mas..., tem serios problemas tecnicos que não podem ser ignorados, são por vezes frustrantes, principalmente os freezes que tive (agora gravo com muitissima frequencia), o "frame rate" que é muito erratico e de facto algum pop-up.
De uma forma geral, para quem gosta de Diablo e Baldur's Gate e está interessado numa experiencia fora do habitual nos wrpg's de consolas e está disposto a investir tempo e dedicação é indicado. Quem por outro lado perfere algo mais "instantaneo" o melhor é procurar outro produto.
Uma nota? Um 7, sólido. Não posso ignorar os problemas que indiquei em cima, mas "pesadelo" não lhe fica nada bem.
Edited 1 times, most recently on 05/01/10 @ 18:57
fearme3 [staff]
06/01/10 @ 10:53
#7
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Eu até estava interessado no jogo, mas agora não sei :s
oblivion2010
10/01/10 @ 21:04
#8
-2
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O jogo vale o dinheiro investido. tem erros de jogabilidade sim mas nao é mau jogo, como o amador da eurogamer que fez a review quer fazer entender. ele é que tem erros na cabeca. se o jogo fosse da bioware recebia 8... resumindo quem tiver duvidas compre o jogo e nao ficara desiludido. é um grande jogo e com uma grande longividade. Parabens a larian studios 8/10
wennonx
12/01/10 @ 15:42
#9
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É como o amigo ai falou, esse jogo é uma tragédia (o meu portugês é um pouco diferente pois sou brasileiro), esperava muito mais deste jogo, do que o Dragon Age Origins (DAO), o Dvinity 2 foi muito mais anunciado do que o DAO (que é de longe muito mélhor do que o jogo aqui analizado), mais o trabalho desempenhado no mesmo, tanto quanto graficos, quanto jogabilidade, e explicações quanto a quests e outros fatores de relevancia em um bom rpg, seja ele de ação ou por turnos, não foram respeitados neste titulo, só vou jogar porque comprei, senão não jogaria. Só para vocês terem uma idéia os controles do Sacréd 2, conseguem ser melhores do que o jogo em questão. Agora é esperar a Expansão do DAO, para voltar a jogar um RPG de respeito.
Singletrack
15/01/10 @ 12:02
#10
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Penso que a pontuação dada pelo analisador foi injusta. O jogo não parece ser assim tão mau ja vi outras reviews em outros sites acerca deste jogo e não falavam assim tão mal.Para quem está indeciso em comprar o jogo após ler esta analise recomendo que pesquise em outros sites.

Comentários: 1-10 de 10

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