Colin McRae: DiRT 2

O voador.

Versão testada: PlayStation 3

Em 1985 nasceu a Codemasters, fundada por Richard e David Darling que obtiveram grande êxito no mercado do Zx Spectrum, graças aos seus jogos de acção. Mas quando falamos da Codemasters o que nos vem logo a mente? Pois é, jogos de carros. Ao longo da sua história o sucesso foi enorme em torno de jogos de corridas como a série Micro Machines, Toca e claro Colin McRae.

A Codemasters apostava na vertente Rally na série do mítico piloto. Mas em 2007 com Colin McRae: DiRT a série mudou de ares, usando pela primeira vez um subtítulo, agora a aposta foi para as corridas Off-Road com camiões, buggies. Mas mesmo com a série refrescada, isso não resultou em grande sucesso. Por isso a grande aposta para este ano por parte da Codemasters é a sequela Colin McRae: DiRT 2.

Para produzir o DiRT 2, os criadores utilizaram o motor gráfico EGO, o mesmo que foi usado em Race Driver Grid. Nota-se uma alteração nas cores utilizadas, o pó, os brilhantes e as cores coloridas dão um ar muito mais natural ao jogo. Tudo isso para assim agradar a todos os amantes de jogos de carros e voltar ao sucesso de outros tempos, uma tarefa árdua devido à enorme exigência dos fãs.

Neste novo jogo a Codemasters pretende que o jogador se sinta na pele de um verdadeiro piloto, podendo desde o início registar o nosso nome, a nacionalidade e até a alcunha com que pretendemos ser conhecidos, eu escolhi “ranger” em homenagem ao Chuck Norris.

Como núcleo central temos uma auto-caravana, que encontrámos num estado degradante, tudo desarrumado, comida espalhada por todo lado, moscas a sobrevoar a zona, em suma, tudo muito sujo e num autêntico caos devido às festas que la houveram. Da janela dá para reparar na festa que decorre no exterior, nos milhares de pessoas que passam a falar alto, na nossa equipa, nos helicópteros a passar, publicidade por todo o lado e as tendas das outras equipas. Tudo nos faz crer que estamos mesmo lá.

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Efeito de luz incrível.

Voltando à nossa desarrumada auto-caravana, deparámo-nos com muitas opções, todas elas bastante fluídas, com uma apresentação bastante simples que explica passo a passo aos iniciados, dando todos os detalhes necessários antes de uma corrida. Em my stuff podemos ver as missões do género Long Jumper e Overtake que efectuámos durante as corridas, tanto em single-player ou multiplayer. Podemos nos relacionar com as estrelas principais do jogo de forma a escolher o nosso co-piloto. Nos extras temos acesso a download de conteúdos e os vídeos que vamos desbloqueando ao longo do jogo.

Da opção multiplayer on-line vou falar mais à frente. Por fim temos o Dirt Tour, onde estão todas provas que iremos disputar. Temos também uma televisão onde constantemente vão passando vídeos de provas reais X-games, vídeo-clips, vídeos de algumas provas de rally e até mesmo os grandes feitos de Ken Block. No exterior temos as opções (do costume), em News existe uma revista que nos informa o nosso progresso no jogo e também as informações sobre o último, o recente e o próximo torneio (com acesso on-line). My Rides é o nosso “STAND”, onde temos vários carros à escolha, desde carros de rally como o Mitsubishi Lancer Evolutionx, o carro usado por Colin Mcrae, Subaru impresa WRX STI 1995, até ao velhinho Ford Escort MKII.

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