Uncharted: Drake's Fortune - Análise de Leitor
Em , assumimos o papel de , um caçador de tesouros (). O jogo começa com e uma jornalista, , a qual financiou a expedição de Nathan ao fundo do oceano para recuperar o caixão do antepassado de com a condição de que poderia filmar todas as descobertas da expedição.
Ao abrirem o caixão fazem uma estranha descoberta, o caixão está completamente vazio indicando tal como pensava que o seu antepassado teria fingido a sua própria morte, sendo que a única coisa presente no caixão é uma caixa na qual estava presente o diário de e no qual estava presente um mapa que indica onde está o tesouro de .
Antes de conseguirem investigar mais o seu barco é atacado por piratas e acaba destruído sendo depois salvos por outro caçador de tesouros, .
depois abandonam Elena quebrando o acordo que tinham, para que pudessem ir à ilha marcada no mapa onde se encontra o , sem que outros criminosos os seguissem depois de saberem a existência desta descoberta pelas notícias, mas tal acaba por não acontecer.
E assim começa a história de .
A jogabilidade de é bastante simples e não tem grandes inovações. O jogo tem muito para se fazer desde cenas de combate, resolver puzzles, procurar e recolher tesouros, não faltam coisas para passar tempo.
Os puzzles são muito fáceis de resolver, mas ocupam algum tempo, não muito mas o suficiente para serem divertidos. Todos são resolvidos com a ajuda do diário de e estes são muito importantes para irmos avançando na história.
As cenas de combate, que são as que reinam no jogo não fosse este um , estas são muito bem conseguidas. Nelas podemos optar por pegar numa arma que se encontra nos arredores ou pelo combate corpo a corpo, no primeiro caso temos à nossa disposição vários tipos de armas mas só poderemos carregar duas ao mesmo tempo, uma de grande porte e outra de pequeno, teremos também espaço reservado para granadas. Os controlos são bastante simples, proteger, apontar e disparar, tudo do mais simples que se possa imaginar, mas a conseguiu mesmo com controlos fáceis criar um grau de desafio durante os combates bastante considerável. As armas vão sendo adquiridas em pontos específicos do jogo mas sobretudo o principal recurso destas provem dos nossos inimigos.
Os combates são geralmente contra criminosos que trabalham para o líder, , mas uma surpresa, bastante desagradável digamos, vos espero nos capítulos finais.
Para além dos combates e dos puzzles, temos tesouros espalhados por todas as zonas onde vamos passando.
Durante o jogo também seremos obrigados as sessões intensas a saltar entre plataformas, a trepar paredes, baloiçar em lianas que enriqueçam muito a nossa experiencia.
O jogo tem uma beleza enorme e deixa nos muitas vezes boquiabertos com paisagens fantásticas, com uma atenção aos mais pequenos detalhes que tornam uma obra-prima ao nível visual.
As personagens estão muito bem criadas e assentam perfeitamente na história e mais importante que isto é que são personagens que ficam marcadas na nossa memória dignas das personagens de jogos épicos.
Outra coisa de salientar em é variedade de ambientes que encontramos pelo caminho, quer seja em catacumbas debaixo da terra, palácios, ambientes aquáticos entre outros e também em fases diferentes do dia, tanto de noite como de dia.
Correndo o risco de me começar a tornar repetitivo, outra coisa também fantástica deste jogo é o facto de estar totalmente em português e de ao contrário de muitos outros jogos, o voice acting está ao nível da versão original o que é um orgulho para um português.
A banda sonora também adequa-se perfeitamente aos momentos do jogo, tendo ritmos acelerados em alturas de tiroteios, arrepiante em certas alturas (que não posso revelar) e também adequada aos momentos de investigação, peca só por ser repetitiva
– Fantástica. Vozes portuguesas no seu melhor.
– Experiência um pouco curta, mas extraordinária do princípio ao fim.
– Os melhores até à data na PS3.
– Simples mas eficaz.
– Um “must have” sem duvida.
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