Aion - Tower of Eternity Análise
PC Análise por Marco Almeida
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Já com um ano de vida na Coreia, e com grande aceitação pelo público coreano que é grande adepto de MMORPGs, Aion chegou finalmente ao Ocidente. Voar pelos ares de Sanctum ou Pandaemonium começava a tornar-se uma realidade para outros tantos jogadores ansiosos por entrar neste universo.
Mas será que estamos perante um voo calmo ou algo atribulado? Para começar, algo que se torna bem evidente é o público alvo deste jogo. Não é de estranhar a tendência que Aion tem em se aproximar a um público oriental já que a equipa por detrás desta nova aposta da NCSoft é a mesma que criou Lineage e Lineage II, outro grande sucesso em terras orientais e que ajudou a fomentar a antecipação por este novo título.
Mesmo que o foco de Aion seja um público que tem gostos muito próprios, impregnados numa cultura bem característica, não foi o suficiente para travar a vontade que os jogadores ocidentais tinham em entrar numa batalha épica tanto no céu como na terra.
O que os atraiu assim tanto? Vamos por partes...
A história é algo complexa e profunda além de o resultado final voltar a colocar, mais uma vez, duas forças em busca de poder, ou em manter esse poder, para que se assumam como uma supremacia a ser respeitada.
Um Deus, Aion, protegia o seu mundo e criou os humanos e os Draken, para os protegerem. Com o passar do tempo, os Draken procuraram mais poder, destruindo tudo ao seu redor. Com novas raças a surgirem e a busca pelo poder a aumentar, Aion viu-se obrigado a criar doze Empyrean Lords para proteger a Tower of Eternity, o centro do Mundo e fonte de poder de Aion.
Resultou durante um tempo, onde a prosperidade e a paz reinaram à volta dessa fonte de energia, mas quando os Empyrean Lords decidiram fazer um acordo com cinco Dragon Lords, provenientes dos Balaur, a nova raça que havia nascido após o ataque dos Draken, as conversações despoletaram uma batalha.
A torre acaba despedaçada e divide o mundo em duas partes, uma delas agora na escuridão e controlada por alguns Empyrean Lords, conhecidos como Shedim Lords, e a outra, constantemente iluminada, controlada pelos restantes Empyrean Lords agora designados como Seraphim Lords.
Chega assim a altura do jogador fazer a sua primeira escolha: vai optar pelo caminho da luz ou pela escuridão?
Quais as diferenças? Visualmente são duas divisões de contrastes bem acentuados. Se o jogador decidir ser fiel aos Seraphim Lords vai poder criar uma personagem esbelta, que vive num local cheio brilho e cor, onde a perfeição é uma constante; caso a sua escolha recaia na escuridão, vai prestar contas aos Shedim Lords, onde os seus habitantes tiveram de sofrer alterações para conseguirem andar no chão coberto de estilhaços da torre e ainda desenvolveram garras, para atacarem melhor as suas presas, e o ar angelical que é uma característica dos Seraphim é algo inalcançável pelos Shedim já que estes vivem na parte do mundo coberta pelo negrume da noite.
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Diogo_Ribeiro
23/10/09 @ 09:14
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Manson_21_
23/10/09 @ 09:19
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Devils_Slayer
23/10/09 @ 23:03
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