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Aion - Tower of Eternity Análise

PC Análise por Marco Almeida

23 Outubro, 2009

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Já com um ano de vida na Coreia, e com grande aceitação pelo público coreano que é grande adepto de MMORPGs, Aion chegou finalmente ao Ocidente. Voar pelos ares de Sanctum ou Pandaemonium começava a tornar-se uma realidade para outros tantos jogadores ansiosos por entrar neste universo.

Mas será que estamos perante um voo calmo ou algo atribulado? Para começar, algo que se torna bem evidente é o público alvo deste jogo. Não é de estranhar a tendência que Aion tem em se aproximar a um público oriental já que a equipa por detrás desta nova aposta da NCSoft é a mesma que criou Lineage e Lineage II, outro grande sucesso em terras orientais e que ajudou a fomentar a antecipação por este novo título.

Mesmo que o foco de Aion seja um público que tem gostos muito próprios, impregnados numa cultura bem característica, não foi o suficiente para travar a vontade que os jogadores ocidentais tinham em entrar numa batalha épica tanto no céu como na terra.

O que os atraiu assim tanto? Vamos por partes...

A história é algo complexa e profunda além de o resultado final voltar a colocar, mais uma vez, duas forças em busca de poder, ou em manter esse poder, para que se assumam como uma supremacia a ser respeitada.

'Aion - Tower of Eternity' Screenshot 1

Uma batalha centenária.

Um Deus, Aion, protegia o seu mundo e criou os humanos e os Draken, para os protegerem. Com o passar do tempo, os Draken procuraram mais poder, destruindo tudo ao seu redor. Com novas raças a surgirem e a busca pelo poder a aumentar, Aion viu-se obrigado a criar doze Empyrean Lords para proteger a Tower of Eternity, o centro do Mundo e fonte de poder de Aion.

Resultou durante um tempo, onde a prosperidade e a paz reinaram à volta dessa fonte de energia, mas quando os Empyrean Lords decidiram fazer um acordo com cinco Dragon Lords, provenientes dos Balaur, a nova raça que havia nascido após o ataque dos Draken, as conversações despoletaram uma batalha.

A torre acaba despedaçada e divide o mundo em duas partes, uma delas agora na escuridão e controlada por alguns Empyrean Lords, conhecidos como Shedim Lords, e a outra, constantemente iluminada, controlada pelos restantes Empyrean Lords agora designados como Seraphim Lords.

Chega assim a altura do jogador fazer a sua primeira escolha: vai optar pelo caminho da luz ou pela escuridão?

Quais as diferenças? Visualmente são duas divisões de contrastes bem acentuados. Se o jogador decidir ser fiel aos Seraphim Lords vai poder criar uma personagem esbelta, que vive num local cheio brilho e cor, onde a perfeição é uma constante; caso a sua escolha recaia na escuridão, vai prestar contas aos Shedim Lords, onde os seus habitantes tiveram de sofrer alterações para conseguirem andar no chão coberto de estilhaços da torre e ainda desenvolveram garras, para atacarem melhor as suas presas, e o ar angelical que é uma característica dos Seraphim é algo inalcançável pelos Shedim já que estes vivem na parte do mundo coberta pelo negrume da noite.

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Diogo_Ribeiro
23/10/09 @ 09:14
#1
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Regra geral concordo com o texto mas realmente os pontos mais apelativos do jogo podem ser os mais frustrantes. O Abismo, por exemplo, insiste em seguir o caminho de outros do género, que não sabem ir para além dos raides e PVP como conteúdo final ou expoente máximo da história. Claro que isso chega para alguns. Para outros, nem por isso e passar 25 níveis de grind para chegar a algo que pode ou não ser do agrado deles pode falhar espectacularmente.

Já voar... Ver um jogo cheio de pessoal com asas mas todos a dar à sola é desapontante. Mesmo com opções secundárias - como equipamento - para melhorar a nossa prestação, não deixa de ser agridoce. Empalidece em contraste directo com o Champions Online, por exemplo, onde o vôo enquanto meio de transporte e combate é algo sem esse tipo de limitações.

Sólido q.b., I guess mas apesar de todos os números de vendas e publicidade muito me espanta se isto tiver asas para voar além da novidade inicial. But then again de certeza que não seria o primeiro e último jogo meramente razoável a receber apoio desproporcional.
Edited 1 times, most recently on 23/10/09 @ 10:15
Manson_21_
23/10/09 @ 09:19
#2
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O jogo parece estar bastante bom, mas não faz o meu género.
HolloW_PT
23/10/09 @ 12:25
#3
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WoW FTW xD
Polppa
23/10/09 @ 18:12
#4
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eu já joguei o Aion e desiludiu-me muito... eu tinha grandes esperanças do jogo mas agora posso dizer que é uma cópia mal feita do World Of Warcraft... os únicos aspectos positivos que vi foi as asas (boa ideia), a criação do char (bastantes opções), os gráficos e o tempo de loading ao tele transportar-se para outra terra. Originalidade(népia, cópia), roupas(népia), classes(cópia), jogabilidade(do pior mesmo)... eu dava ao jogo 5 ou 6 em 10... Pensei que seria melhor quando o joguei!
faps
23/10/09 @ 18:24
#5
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Já joguei aion e ando a dar umas jogatanas mas continuo preferir o lineage2
Devils_Slayer
23/10/09 @ 23:03
#6
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Acho que falar em cópias é ir a um falso extremo. São do mesmo género, logo têm de ter coisas em comum...

Em cada jogo existem sempre novidades. Por vezes boas, outras más.
O que temos visto regularmente é jogos dentro do mesmo género, aproveitando o melhor dos outros jogos com algumas inovações que podem ser bem aceites ou não.

@Polppa, podia dizer o mesmo de WoW. Também me desiludiu. Já joguei praticamente todos os MMORPG que andam por aí (deixei este ultimo WoW para o fim) e devo dizer que de novo só trouxe mesmo novos ambientes, mapas e quests. Era uma boa novidade há uns anos atrás, agora já não. Por isso é que se vê cada vez mais pessoal a deixar de jogar WoW e procurar outros jogos, algo novo. Infelizmente existem jogadores bem exigentes, como nós, que se sentem insatisfeitos quando um jogo não está do nosso agrado... eu pessoalmente juntaria muita coisa boa de outros jogos num só, mas lá está... perde-se o factor novidade, compara-se com outros jogos, perde o interesse.

Eu acho o jogo que num aspecto geral está acima do razoável, daria 7 ou 8 de um total de 10.

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