Dragon Ball: Raging Blast 2

Bada-bada-badah.

Versão testada: PlayStation 3

Dragon Ball é e sempre será o meu anime favorito porque foi algo que marcou imensamente a minha infância. A cada novo episódio ficava maravilhado e surpreendido com aquelas lutas magníficas repletas de poderes extraórdinários. Ainda me lembro quando vi pela primeira vez o Son Goku a transformar-se em Super Guerreiro (Super Sayajin), o seu cabelo a ficar amarelo, o planeta de Namek a estremecer por completo, é sem dúvida uma das cenas mais marcantes do anime.

De certa forma, Dragon Ball: Raging Blast 2 deita fora essa nostálgia. Quando descobri que não iria haver um modo história pensei que isso seria um ponto negativo para o jogo, mas afinal estava enganado. O modo Galaxy surpreendeu-me pela positiva, consigo traz novos ares à série que tornam esta sequela num jogo diferente em relação ao do ano passado.

A dimensão do Galaxy é enorme, para começar podemos usar qualquer personagem do jogo. Cada personagem possui uma árvore de combates para fazer e à medida que vamos completando-os mais são desbloqueados. Este modo funciona como uma grande árvore de combates, de maneira que alguns combates apenas podem ser desbloqueados ao fazermos outros combates com outras personagens.

Quem conhece a história de Dragon Ball percebe imediatamente que determinados combates deste modo são retirados de confrontos que aconteceram no anime, pode se dizer que o Galaxy funciona como um modo história só que não contém as cinemáticas a explicar o que está acontecer, embora existam combates que não estão de nenhuma forma relacionados com a história do anime. A inexistência de uma história faz com que este jogo seja aconselhável apenas para os fãs, porque estes serão os únicos a conseguir perceber o jogo.

Os combates deste modo variam de dificuldade, desde easy (fácil) até ultimate (o mais difícil). A dificuldade está relacionada com o número de inimigos que vamos enfrentar em determinado combate, que pode ir até cinco, e também com o poder/força do(s) nosso(s) adversários. Nos combates podem estar ou não incluídos desafios, coisas como acabar em X tempo, derrotar o adversário enquanto a nossa vida desce, etc.

Apesar de no fundo ser um aglomerado de combates, o modo Galaxy é extremamente vicicante, somos constantemente encorajados a continuar a combater porque estamos sempre a desbloquear coisas novas, seja ataques ou transformações para as personagens, itens para personalização, ou imagens retiradas directamente dos episódios do anime, que parecem ser uma recompensa para a inexistência de um modo história.

O Battle Zone é um outro novo modo e consiste em avançar de área em área derrotando diversos adversários. Nestas áreas vamos combatendo até chegarmos ao último nível que se denomina de Climax. Neste último nível está à nossa espera o oponente mais forte daquela área. Tal como o Galaxy, desbloqueamos coisas à medida que vamos progredindo.

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